SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

terça-feira, 29 de novembro de 2016

“Dez Mandamentos do Professor”, por Leandro Karnal



A sabedoria do mais influente legislador do Ocidente, Moisés, sintetizou uma concepção de mundo em Dez Mandamentos. Como bom educador, o ex-príncipe do Egito sabia que longos códigos são de difícil acesso. Curioso notar que constituições muito breves, como a norte-americana, passam dos dois séculos e constituições prolixas, como todas as brasileiras , caducam em prazos muito curtos.

Inspirados neste exemplo, elaboramos os Dez Mandamentos do Professor. Estes dez mandamentos são fruto de uma experiência particular e não se pretendem eternos ou válidos em qualquer ocasião. Gostaria apenas de fornecer a colegas, como você leitor, uma reflexão particular, que possa ser aprofundada, reinterpretada ou rejeitada de acordo com a sua experiência.

O que me levou a pensar nestes princípios é a mesma angústia que assola qualquer educador: como ser um bom profissional, ensinar, transformar meu aluno e fazer parte desta transformação? Como superar o tédio dos meus alunos, a indisciplina, a irrelevância de algumas coisas que faço e meu próprio cansaço? Como não considerar a sala um fardo e o relógio um inimigo? Como parar de achar que só vivo a partir do fim-de-semana? A partir destes questionamentos, você está permanentemente convidado a adensar ou criticar, fazer seus outros dez ou sintetizar a dois ou três, pois, quem acha que pode melhorar a aula que dá , já começou a viver educação. E quem não acha que pode? Bem, deixa para lá! Ensinar não é a única profissão do mundo…



-PRIMEIRO MANDAMENTO: CORTAR O PROGRAMA!

Quase todas as disciplinas foram perdendo aulas ao longo das décadas anteriores. Não obstante, os programas nem sempre acompanharam estes cortes. Pergunte-se: isto é realmente importante? Este conteúdo é essencial? Não seria melhor aprofundar mais tais tópicos e menos outros? Se a justificativa é a pressão do vestibular, ela não pode ocupar 11 anos de Ensino Médio e Fundamental. Se a justificativa é uma regra da escola ou um coordenador obsessivo, lembre-se: o Diário de Classe sempre foi o documento por excelência do estelionato. A coragem da grande tesoura é essencial. Dar tudo equivale a dar nada. Ensinar a pensar não implica esgotar o conhecimento humano.

-SEGUNDO MANDAMENTO: 
SEMPRE PARTIR DO ALUNO!

Chega de lamentar o aluno que não temos! Chega de lamentar que eles não lêem, a partir de uma nebulosa memória do aluno perfeito que teríamos sido (nebulosa e duvidosa). Este é o meu aluno real. Se, para ele, Paulo Coelho é superior a Machado de Assis e baile Funk é superior a Mozart, eu preciso saber desta realidade para transformá-la. Se ele é analfabeto devo começar a alfabetizá-lo. Se ele está no Ensino Médio e ainda não domina soma de frações de denominadores diferentes devo estar atento: esta é minha realidade. A partir do zero eu posso sonhar com o cinco ou seis. A partir do imaginário da perfeição é difícil produzir algo. A Utopia, desde Platão e Thomas Morus, tem a finalidade de transformar o real, nunca de impossibilitá-lo.

-TERCEIRO MANDAMENTO: 
PERDER O FETICHE DO TEXTO!

Em todas as áreas, em especial nas humanas, os alunos são instigados quase que exclusivamente ao texto. Num mundo imerso na imagem e dominado por sons e cores, tornamos o texto central na sala de aula. Devemos estar atentos ao uso de imagens, música, sensorialidades variadas. O texto é muito importante, nunca deve ser abandonado. Porém, se o objetivo é fazer pensar, o texto é apenas um instrumento deste objetivo maior. Há pessoas que pensam e nunca leram Camões e há quem saiba Os Lusíadas de cor e não pense…Lembre-se de que há outros instrumentos. A sedução das imagens deve ser uma alavanca a nosso favor, nunca contra. Usar filmes, propagandas, caricaturas, desenhos, mapas: tudo pode servir ao único grande objetivo da escola: ajudar a ler o mundo, não apenas a ler letras.

-QUARTO MANDAMENTO: 
POSSIBILITAR O CAOS CRIATIVO.

Fomos educados a um ideal de ordem com carteiras emparelhadas e, mesmo no fundo do nosso inconsciente, este ideal persiste. Qual professor já não teve o pesadelo de perder o controle total de uma sala, especialmente na noite mal dormida que antecede o primeiro dia de aula? Devemos estar preparados para o caos criador e para o lúdico. Alunos andando pela sala, trocando fragmentos de textos ou imagens dados pelo professor, discussões, encenações, o professor recitando uma poesia ou mandando realizar um desenho: tudo pode ser canal deste lúdico que detona o caos criativo. Surpreenda seus alunos com uma encenação, com um silêncio, com um grito, com uma máscara. Uma sala pode estar em ordem e ninguém aprendendo e pode estar com muitas vozes e criando ambiente de aprendizado. Lembre-se o silêncio absoluto é mais importante para nós do que para os alunos. É difícil vencer a resistência dos colegas e da própria escola a isto. Lógico que o silêncio também deve ser um espaço de reflexão, mas é possível pensar que há valor num solo gentil de flauta, numa pausa ou num toque retumbante de 200 instrumentos.

Ser louco por Leandro Karnal





Ser louco é a única possibilidade de ser sadio nesse mundo doente.

Leandro Karnal

LEANDRO KARNAL - "Falar mal é uma forma de falar do que me dói, do que me incomoda"







"Quem respeita o governador e não respeita a faxineira,não é um líder,e sim um interesseiro."

Leandro Karnal

"Conhecimento, trabalho e o tempo"




A palestra com o filósofo e historiador Leandro Karnal em Brasília teve como tema "Conhecimento, trabalho e o tempo",  no Hípica Hall.




Leandro Karnal é considerado um dos maiores professores e palestrantes da atualidade: seus ensinamentos transcendem o "básico" que vemos diariamente; são profundos, que levam à reflexão, mas ao mesmo tempo transmite uma linguagem simples e de fácil entendimento. Em resumo, possui uma capacidade peculiar de análise do mundo.

Alguns pontos que Leandro Karnal abordou na sua palestra, que durou 1h e 40min:


Por mais fortes que sejam as questões que nos abalam hoje,devemos mirar na pessoa que queremos ser e onde queremos chegar.

O ser humano não entra em formas.

Cada um de nós tem que atingir um patamar onde se aprende o máximo sobre si.

O resultado do trabalhador multitarefa é falta de foco, cansaço e esvaziamento de sentido.

Toda escolha implica renúncia à outra escolha.

Estratégia é seguir em frente, sabendo que, mesmo com obstáculos, eles não te impedirão de alcançar o teu sonho.

O conhecimento e a busca pela sabedoria, e aprendizado caminham juntos, lado a lado, em especial no mundo empresarial, onde os empreendedores anseiam estas "essências" de crescimento e desenvolvimento para a sua vida.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"Caos cor" por Sergio Cordova




No❤❤princípio Deus criou os céus e a terra.
Era a terra sem forma e vazia; 

trevas cobriam a face do abismo, 

e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

Disse Deus: "Haja luz", e houve luz.

Gênesis 1:1-3

O que é a teoria do caos?



O que é a teoria do caos?


É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis – caóticos, portanto. Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa idéia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros…


No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa seqüência de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se “o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas”. Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal “efeito borboleta”.


Estava fundada a teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. “Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha.


A diferença é que escavamos a partir de lugares diferentes”, diz Mandelbrot, hoje na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. E pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros. “As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira”, afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Isso significa que pode haver uma estranha ordem por trás de toda a imprevisibilidade. Só a continuação das “escavações” pode resolver o mistério.


Redação Mundo Estranho
Imprevistos decisivos A idéia central da tese é que pequenas alterações numa situação trazem efeitos incalculáveis
1. A essência da teoria do caos é que uma mudança muito pequena nas condições iniciais de uma situação leva a efeitos imprevisíveis. É o que acontece nesse exemplo hipotético, em que uma menina brinca despreocupadamente com sua bola. Parece uma situação sem grandes conseqüências, mas…
2. … uma borboleta surpreende a garotinha! Pronto: apareceu a tal “pequena alteração nas condições iniciais”. Com o susto, ela deixa a bola cair
3. A bola vai rolando em direção à estrada e a menina corre atrás para recuperá-la. Enquanto isso, um caminhão carregado de sal está passando por ali
4. Para não atropelar a menina, o motorista vira o volante subitamente. Mas o caminhão não agüenta a manobra e tomba. O veículo começa a pegar fogo
5. Todo o suprimento de sal começa a torrar. A fumaça do incêndio está carregada de minúsculas partículas de cloreto de sódio, que sobem para as nuvens
6. Nas nuvens, as partículas de cloreto de sódio atraem pequenas gotinhas de vapor d’água e começam a formar gotas de chuva, que crescem até terem peso suficiente para cair
7. Com as nuvens pesadas, começa a chover depois de algum tempo. Ou seja, a brincadeira inocente da menina, no fim, produziu uma alteração imprevisível nas condições climáticas!
Geometria reveladora Gráficos indicam quando um evento é caótico
Cientistas traduzem o movimento de um objeto ou de um sistema dinâmico como a atmosfera em gráficos abstratos, chamados de atratores. Dependendo do desenho que surge, dá para saber se um determinado acontecimento é previsível ou não
Ponto imóvel
O gráfico abstrato de algo estático, como uma bolinha de gude parada, é um simples ponto. Basta pensar um pouco: se não houver uma força externa, como alguém que resolva empurrá-la, a bolinha sempre vai estar ali e o ponto isolado indica essa ausência de movimento
Movimento previsível
No caso de um pêndulo, que se move harmonicamente, o gráfico do movimento tem formato espiral. Isso indica que ele se movimentará por um certo tempo até parar. Dependendo da força inicial, dá para saber exatamente quando e onde isso vai acontecer
Caos total
As equações que explicam o comportamento de eventos imprevisíveis dão origem a gráficos conhecidos como fractais, figuras de geometria maluca e detalhes infinitos. O desenho acima é a representação artística do gráfico que indica o movimento das massas de ar

Projeto Político Pedagógico (PPP)



O Projeto Político Pedagógico, também conhecido apenas como projeto pedagógico, é um documento que deve ser produzido por todas as escolas, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Embora seja amplamente conhecido no meio especializado, muitos diretores pedagógicos e gestores educacionais têm dúvidas sobre o que o documento deve conter, como ele foi criado e de que forma ele deve ser implementado nas escolas.

Se você é um desses profissionais que desejam entender melhor o que é um Projeto Político Pedagógico, não deixe de ler o texto abaixo. Ele será de grande ajuda para que você melhore o ensino e a aprendizagem em sua instituição.

Ficou interessado? Então, continue a leitura!
O que é o Projeto Político Pedagógico?


“Por que e com qual função existe esse espaço educativo?”

Essa é a indagação que serve como base para a elaboração de Projeto Político Pedagógico. Elaborar esse tipo de projeto é criar um guia para que a comunidade escolar — alunos, pais, professores, funcionários e gestores — consigam transformar sua própria realidade.

Na prática, o documento estipula quais são os objetivos da instituição e o que a escola, em todas as suas dimensões, vai fazer para alcançá-los. Nele, serão considerados todos os âmbitos que compõem o ambiente educacional, como:

» A proposta curricular: nela deve ficar claro o que será ensinado e qual será a metodologia adotada. Ela deve trazer, ainda, as diretrizes adotadas pela instituição para avaliação da aprendizagem, bem como do próprio método de ensino;

» Diretrizes sobre a formação dos professores: o documento deve ser claro sobre a forma com que a equipe docente vai se organizar para cumprir a proposta curricular. Além disso, deve haver um plano para desenvolvimento e capacitação contínuos dessa equipe;

» Diretrizes para a gestão administrativa: para que a proposta curricular e as diretrizes sobre a equipe sejam cumpridas é necessário que exista um suporte administrativo bem organizado. O documento apontará o caminho para que a gestão da escola viabilize os outros pontos.

Em suma, o documento será como um mapa para que a instituição alcance seu potencial máximo, adequando-se ao contexto no qual está inserida e contribuindo para o crescimento e desenvolvimento de seus alunos.


Quais conceitos dão forma ao Projeto Político Pedagógico?

Os conceitos que aparecem no nome do documento também podem ser úteis para esclarecer a necessidade do Projeto Político Pedagógico. Veja:

» Projeto: é uma reunião de propostas que têm como objetivo a realização de uma ação. Assim, essa palavra traz a ideia de futuro, que tem como ponto de partida o presente;

» Político: esse termo está presente por considerar a função social das instituições de ensino. Assim, seu significado está relacionado à possibilidade de fazer da escola um espaço emancipatório e que atua na formação de cidadãos ativos na construção da sociedade;

» Pedagógico: a palavra define o conjunto de métodos utilizados na educação para que cada sujeito se desenvolva de forma global. Assim, nesse documento, o termo faz menção a todos os projetos e atividades educacionais que são utilizadas nos processos de ensino e aprendizagem.

Agora, pense em todos esses conceitos como sendo dimensões. Perceba que, sendo o objetivo do PPP estipular quais são os objetivos da instituição e o que a escola fará para alcançá-los, essas dimensões são complementares.
Por que ele é uma ferramenta flexível?

Até agora ficou bem claro que esse documento deve observar a realidade da comunidade escolar.


Sendo assim, ele deverá atender cada pessoa e todas ao mesmo tempo, não é mesmo?

Exatamente! É por isso que essa ferramenta deve ser completa, ganhando força de um guia, além de flexibilidade, a fim de que se adapte às necessidades de cada estudante.

Assim, sua elaboração precisa contemplar:

» Plano de ação;

» Diretrizes pedagógicas;

» Quem são os envolvidos;

» Dados regionais sobre a aprendizagem;

» Contexto das famílias dos estudantes;

» Recursos.

Se esses tópicos forem contemplados, as chances de que o Projeto Político Pedagógico fique engavetado serão menores.
Quem são os responsáveis pela elaboração e revisão do Projeto Político Pedagógico?

Com tudo o que já foi dito, ficou bem claro que esse documento é colaborativo, correto? Entretanto, é fundamental que exista uma figura mobilizadora que conduzirá esse processo; um papel designado ao diretor.

O processo de elaboração pode ocorrer em diversos formatos. Há instituições que o produzem por meio do Conselho Escolar — já que ele possui representantes dos diversos segmentos da comunidade escolar. Há outras instituições que optam por participação individual ou plenárias. Não existe um formato correto, afinal, cada espaço educacional possui uma realidade diferente.

Já na finalização do documento, em sua maioria, as instituições de ensino convocam uma equipe de especialistas pedagógicos. Embora não seja regra, essa é uma ação recomendável, pois esses profissionais têm capacidade para atribuir um padrão de qualidade e viabilidade à redação final das propostas.

Aqui, vale lembrar que a finalização do documento não significa o fim desse percurso. O Projeto Político Pedagógico deve ser revisto periodicamente, no máximo, anualmente. Essa revisão possibilita que os membros das equipes pedagógica e gestora ajustem as metas e os prazos de acordo com os resultados alcançados pelos alunos.

Veja também nosso ebook gratuito: “Gestão escolar para aproximar aluno, professor e diretor
Qual contexto histórico possibilitou o surgimento do Projeto Político Pedagógico?

Todos sabem que, desde 1996, quando foi promulgada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LBD), todas as instituições de ensino precisam ter um PPP. Entretanto, o que muitos não sabem é em que contexto surgiu essa ideia.

A década de 1980 foi marcada por um movimento de democratização no Brasil. Internacionalmente não era diferente; nesse período, o mundo começava a questionar o modelo de Estado intervencionista, no qual havia uma centralização e verticalização das decisões tomadas em todas as instituições, inclusive na escola.

Nesse contexto, em 1988 o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública começou a batalhar para que fosse instituída uma gestão democrática do ensino público. Esse conceito tinha por objetivo conceder autonomia a cada instituição de ensino. Outro tópico importante é que, nesse período, as escolas passaram a receber alunos egressos de comunidades antes excluídas. Ou seja, existia uma necessidade latente para que as escolas se adaptassem às novas realidades.

E assim, devido ao contexto nacional e internacional, o projeto pedagógico foi instituído na Constituição de 1988. A partir de então, a realidade local começou a fazer parte das considerações gerais a serem analisadas na instituição das diretrizes de uma escola.


Fonte:APP

Plano Nacional de Educação: Entenda o que é o PNE



Em 2014, o Congresso Federal sancionou o Plano Nacional de Educação (PNE) com a finalidade de direcionar esforços e investimentos para a melhoria da qualidade da educação no país. Com força de lei, o PNE estabelece 20 metas a serem atingidas nos próximos 10 anos. Os principais desafios do plano estão relacionados à evolução dos indicadores de alfabetização e inclusão, à formação continuada dos professores e à expansão do ensino profissionalizante para adolescentes e adultos. Não parece interessante? Então continue acompanhando nosso guia para conhecer mais detalhes sobre o PNE!


Atualizado em 23/11/2016
O que é Plano Nacional de Educação?


O Plano Nacional de Educação (PNE) foi aprovado em 26 de junho de 2014 e terá validade de 10 anos. Esse plano estabelece diretrizes, metas e estratégias que devem reger as iniciativas na área da educação. Por isso, todos os estados e municípios devem elaborar planejamentos específicos para fundamentar o alcance dos objetivos previstos — considerando a situação, as demandas e necessidades locais.


O acompanhamento do PNE deve ser feito a cada dois anos. O primeiro relatório com os resultados para cada meta foi divulgado no início de novembro, então incluímos para cada meta o seu andamento de acordo com os dados apresentados. Até o momento, nenhuma das metas foi cumprida integralmente.
Quais são as metas do PNE?


O Plano é composto por 20 metas que abrangem todos os níveis de formação, desde a educação infantil até o ensino superior, garantindo foco em questões especialmente importantes (como a educação inclusiva, o aumento da taxa de escolaridade média dos brasileiros, a capacitação e o plano de carreira dos professores), além de aspectos que envolvem a gestão e o financiamento desse imenso projeto. Confira agora quais são as 20 metas do Plano Nacional de Educação:
1. Educação infantil


No que diz respeito à educação infantil, o Plano Nacional prevê que, até 2016, todas as crianças com idade entre 4 a 5 anos devem estar matriculadas na pré-escola. Além disso, o plano estabelece que a oferta de vagas em creches seja ampliada em 10 anos, de forma a atender no mínimo 50% das crianças com menos de 3 anos.


Status: a matrícula de crianças de 4 a 5 anos passou de 72,1% (2004) para 89,1% em 2014. Ainda assim, expandir esse número para 100% em 2016 representa um grande desafio.


Em relação à oferta de vagas em creches, em 2014 o atendimento foi de 29,6%. Entretanto, identificou-se uma crescente desigualdade de acesso nos últimos anos que indica a necessidade de políticas específicas.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
2. Ensino fundamental


Nesse caso, a meta determina que, até o último ano de vigência do Plano, toda a população brasileira entre 6 a 14 anos de idade deve estar matriculada no ensino fundamental com duração de 9 anos. Além do mais, a taxa de conclusão dessa etapa deve ser de ao menos 95%, garantindo a formação básica dos alunos na idade correta.


Status: Em 2014, a taxa de matrículas das crianças de 6 a 14 anos alcançou 97,5%. Por outro lado, 73,7% dos alunos completaram o ensino fundamental na idade correta no mesmo ano. Sendo assim, a meta de que esse número alcance o patamar de 95% até 2024 representa um desafio maior para o país.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
3. Ensino médio


O Plano Nacional de Educação decreta que, até 2016, toda a população brasileira entre 15 a 17 anos esteja frequentando o ensino médio. A meta também inclui elevar, até 2024, a taxa líquida de matrículas para 85%.


Status: Os dados revelam que 82,6% dos jovens entre 15 e 17 anos estavam matriculados em 2014, o que mostra um desafio para cumprir a meta de 100% até 2016. Além disso, a taxa líquida de matrículas foi de 61,4% – a meta para 2024 é alcançar 85%.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
4. Educação inclusiva


O Plano também prevê que todas as crianças e os adolescentes entre 4 a 17 anos com algum tipo de deficiência, transtornos de desenvolvimento, habilidades especiais ou superdotação devem ter acesso à educação básica e ao atendimento especializado — preferencialmente por meio da rede regular de ensino e de um sistema efetivo de educação inclusiva.


Status: Os dados coletados pelo IBGE não permitiram diagnosticar a situação em relação a essa meta. Por causa disso, os dados mais recentes a respeito da educação inclusiva são de 2010. Naquele ano, 82,5% da população entre 4 e 17 anos com algum tipo de deficiência estava matriculada.
5. Alfabetização


A meta é alfabetizar todas as crianças do país até, no máximo, o final do 3º ano do ensino fundamental.


Status: Em 2014, os indicadores de aprendizagem das crianças apontam que apenas 77,8% estão aptas a ler com desenvoltura, 65,5% a escrever corretamente e 42,9% têm conhecimentos adequados em Matemática. Sendo assim, melhorar a proficiência das crianças em leitura, escrita e matemática segue como grande desafio.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
6. Educação integral


Até 2024, o Plano Nacional de Educação pretende disponibilizar educação em tempo integral em metade das escolas públicas do país, de modo a atender, no mínimo, 25% dos alunos da educação básica.


Status: Os resultados revelam que, em 2014, 42% das escolas públicas ofereciam matrículas em tempo integral, atingindo 15,7% dos estudantes da educação básica.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
7. Aprendizado adequado na idade certa


O Plano também visa conquistar melhores médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Nesse caso, as metas também são progressivas e bianuais.


Status: A meta para 2015 era de 5,2 para os anos iniciais do ensino fundamental, 4,7 para os anos finais e 4,3 para o ensino médio.


Os resultados mostram que a meta foi cumprida apenas nos anos iniciais do ensino fundamental, alcançando 5,5. Nas etapas seguintes, as notas foram, respectivamente, 4,5 e 3,7.


As metas serão ajustadas e aumentarão progressivamente para que em 2021 cheguem a 6 para os anos iniciais e 5,5 para os anos finais do ensino fundamental, e a 5,2 para o ensino médio.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
8. Escolaridade média


O Plano Nacional de Educação prevê um incremento na escolaridade média da população entre 18 a 29 anos, de forma a atingir 12 anos de estudo até 2024. Essa meta abrange moradores de zonas rurais (regiões com as menores taxas do país e os 25% mais pobres), além de nivelar esse indicador entre negros e não negros — de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Status: Em 2014, a escolaridade média da população entre 18 e 29 anos foi de: 8,2 anos para moradores do campo, 8,3 anos para a parcela mais pobre da população e 9,5 anos para negros. Os números têm crescido, mas revelam que as desigualdades ainda devem ser combatidas.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
9. Alfabetização e alfabetismo de jovens e adultos


Em 2015, a taxa de alfabetização de jovens e adultos com 15 anos ou mais deveria ser de 93,5%. Até 2024, o Plano Nacional pretende erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir a 13,5% a taxa de analfabetismo funcional no país.


Status: Em 2014, os números indicaram uma taxa de 91,7% de alfabetização, enquanto a meta para 2015 seria 93,5%. Quanto ao analfabetismo funcional, os resultados apontam para uma taxa de 27%.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
10. EJA integrada à educação profissional


O Plano também enfatiza a importância de alinhar os ensinos fundamental, médio e profissionalizante, de modo que ao menos 25% das matrículas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) integrem esses aprendizados até 2024.


Status: De acordo com os resultados de 2014, 0,4% das matrículas de EJA no ensino fundamental estavam integradas à educação profissional. No caso das matrículas de EJA no ensino médio, a taxa foi de 3,3%.





Fonte da imagem: Observatório do PNE
11. Educação profissional

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

ESPERANÇAR



"Um dos maiores educadores que o Brasil já teve foi o grande Paulo Freire e uma de suas indagações mais recorrentes era sobre o verbo “esperançar”. Hoje vou fazer uma pequena reflexão sobre esse verbo a partir de algumas palavras do filósofo brasileiro Mario Sergio Cortella.

“Como insistia o inesquecível Paulo Freire, não se pode confundir esperança do verbo esperançar com esperança do verbo esperar. Aliás, uma das coisas mais perniciosas que temos nesse momento é o apodrecimento da esperança; em várias situações as pessoas acham que não tem mais jeito, que não tem alternativa, que a vida é assim mesmo… Violência? O que posso fazer? Espero que termine… Desemprego? O que posso fazer? Espero que resolvam… Fome? O que posso fazer? Espero que impeçam… Corrupção? O que posso fazer? Espero que liquidem… Isso não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo. E, se há algo que Paulo Freire fez o tempo todo, foi incendiar a nossa urgência de esperanças”

Nós estamos inseridos em uma sociedade medíocre e cheia de pessoas fazendo “mais do mesmo”. Poucos são os que tem a coragem de bater de frente com esse sistema que nos entorpece e nos deixa inertes. Nós deixamos tudo para “os outros”, nos isentando da responsabilidade pelo todo. Gosto sempre de lembrar as sábias palavras do mestre Dalai Lama e seus preceitos do budismo tibetano que explicam a responsabilidade universal, ou seja, todos nós somos responsáveis pelo bem estar e felicidade de todos os seres humanos, da sociedade e da natureza. Uma de suas célebres frases é a seguinte: “A humanidade é uma só e este pequeno planeta é nossa única casa. Se temos de proteger esta casa, cada um de nós precisa experienciar um sentimento vivo de altruísmo universal. Nosso planeta foi abençoado com vastos tesouros naturais. Se os usarmos adequadamente, todo ser humano poderá usufruir de uma vida rica e de bem-estar”. Se quiser ler e se aprofundar um pouco mais neste tema tão importante e vasto, compartilho o link de um texto extraído do seu livro “Uma ética para o novo milênio”. 


Esperar é deixar que os outros resolvam, que o problema se resolva por si só ou o pior de tudo, se anestesiar e deixar que a situação fique cada vez pior por falta de atitude. Já esperançar é agir, é fazer a sua parte, é ser responsável, é dar o melhor de si, é ser um agente transformador da sociedade, é ter um perfil de liderança e correr atrás da realização de muitos sonhos de futuro.

Quero aproveitar para me incluir nesta discussão. Eu procuro ser honesto e reconhecer as minhas falhas e faltas. Eu também em muitas ocasiões espero do verbo esperar em vez de esperançar, e sou assim principalmente quanto à política. Tenho que admitir que atualmente está complicado eu ter esperança, mas estou procurando desenvolvê-la, mesmo em meio a tantas falcatruas. O que os políticos mais querem é que a população se torne apática e ache que “as coisas não têm mais jeito”. O que os políticos amam são as pessoas Pôncio Pilatos. Você sabe quem são elas? São aquelas pessoas que lavam as mãos diante de uma situação que precisa-se de uma atitude concreta e decisiva. O Pôncio Pilatos, na crucificação de Jesus lavou as suas mãos de forma alegórica para tentar livrar a sua consciência que pesava toneladas por condenar o homem mais dócil e santo que pisou no planeta terra.

Você quer ser uma pessoa Pôncio Pilatos? Eu não quero e estou aqui hoje para chacoalhar a sua mente e lhe ajudar a tomar uma atitude. Pode ter certeza que uma atitude maravilhosa que você pode fazer é chegar em  2017 com princípios éticos e compromisso com sua palavra, que tenha um histórico de trabalho sem “fichas sujas” e que tenha parcerias políticas com ideais parecidos. 


Portanto! Essa é a mensagem principal, o verbo esperançar deve estar presente na vida de absolutamente todos os seres humanos, pois fazemos parte de uma sociedade onde todos têm a mesma responsabilidade, eu, você, os governantes, os líderes religiosos, todos, sem exceção. Tendo esta consciência podemos fazer acontecer a verdadeira mudança e tornar este mundo um lugar muito melhor."



Pensamento para o dia








segunda-feira, 14 de novembro de 2016

AquaRio abre as portas na Praça Muhammadi, no Rio de Janeiro


Recém-inaugurado, o AquaRio já é a atração principal para o feriado. Localizado na Zona Portuária carioca, o maior aquário da América do Sul possui 26 mil metros quadrados de área construída. Com projeto arquitetônico de Alcides Horácio Arquitetos Associados, seus cinco andares apresentam um circuito entre 28 tanques, com um total de 4,5 milhões de litros de água salgada, 3 mil animais, sendo 350 espécies diferentes, provindas da costa brasileira, do Caribe e dos Oceanos Índico e Pacífico.



Além de ver moreias, tubarões, raias elétricas e peixes diversos, os visitantes encontrarão atividades interativas no museu de ciências, como os tanques de toque, nos quais as pessoas terão uma experiência tátil com as espécies. Exposições destinadas ao universo marinho também estarão entre as programações do AquaRio. Quem estiver pelo Rio de Janeiro, vale a visita!



AquaRio
Endereço: Praça Muhammadi Ali, Rio de Janeiro.
Horário: todos os dias, das 10h às 18h, sendo a última entrada para o circuito às 17h.

Com a palavra, o professor Mario Sergio Cortella





Vamos?

NÃO HABITE CORAÇÕES VAZIOS, VIAJE!


Como ser inteira depois que a partida nos (re)parte ao meio.

A ideia é simples, não acampe em terrenos vazios, não plante em solos inférteis e não vista as velhas roupas que não lhe cabem mais. Pois bem, seria mesmo extremamente simples, se não fosse protagonista de toda essa história.

Imagine que você, depois de caminhar milhas e milhas sozinha - com bagagens transbordantes de medos, lembranças, desejos e sonhos - decidiu parar para rever o trajeto. Você já caminhava dias a fio e lidava bravamente com toda e qualquer barreira quando - por descuido ou cansaço - achou que seria bom descansar a sombra de uma árvore, dessas que, com uma copa majestosa e um tronco poderoso, transforma paisagens.

Com alguma resistência - e uma série de questionamentos - você parou e então provou a sensação de soltar os cadarços das botas pesadas que já mal lhe cabiam os pés. Desfez as malas, tirou o peso das costas, botou as toalhas no sol e aconchegou-se - ainda receosa - sobre aquele lugar novo e confortável.

A princípio, agiu com cautela e suspeita. Afinal, depois de tanto tempo caminhando só, você cria fortalezas em crenças confortáveis. Depois, já fazendo morada naquela sombra, passou a perceber o quanto desejou estar ali e duvidou de como foi feliz na sua vida de andante sem um par.

Entusiasmada, você ergueu paredes, pintou-as com sua cor predileta, fez cercas para o jardim e cortinas para as janelas. Você teceu uma colcha inteira de retalhos, preparou o café, preencheu a estante com bibelôs e colocou uma toalha branca feita de crochê na mesinha de centro. Na sua estante, os discos e livros que sempre desejou ouvir e apreciar da poltrona do canto da sala. No corredor, todas as fotografias e lembranças que podia carregar. Na dispensa, nos armários e nas gavetas, amor. Na cama, desejo. No seu colo, carinho. Nas suas mãos, dedicação. No seu olhar, cuidado.

Você, depois de decidir que o amor que tinha se limitava a uma porção insignificante que mal dava conta de você, foi capaz de vê-lo crescer - dia após dia - a cada movimento sutil daquele florescer ao lado do outro.

Você amou. Amou como desejam os amantes do mundo e como sonham as crianças quando desenham seu par. Você foi capaz de sentir que havia vida além de você e o quão lindo era perceber o mundo a partir do olhar alheio. Você foi feliz. Tão feliz, que custou perceber a ausência do outro. Demorou para que reparasse que, enquanto colocava naftalinas nas blusas de frio do armário, ele ainda carregava sua própria bagagem nas costas.

Você se despiu. Ele não. Você se abriu e ele permaneceu fechado - com trancas nas portas e grades nas janelas - num jogo doloroso, injusto e devastador. Que dureza encontrar-se só num caminho a dois.

As flores, as almofadas coloridas e, até os quadros pintados por você e colocados -cuidadosamente - na parede, já não alegravam o lar. Você bem que tentou mudar os móveis de lugar, alterar a cor da sacada, plantar girassóis. Não teve jeito. Você dava, não recebia. Esperava e continuava a esperar todos os dias. O amor partiu daquela casa e você ficou ali, mergulhada no vazio que só faz transbordar o sentir como navalha que flagela – demoradamente – a carne.

Você, a duras penas, teve que recolher do chão, que outrora era macio – mas agora frio e duro - cada pedacinho seu que tinha se estilhaçado sobre o não amar. Teve que reaver as malas do porão, embrulhar todos os bibelôs num jornal e forrar a cama com lençóis neutros e cinzas pela última vez. Você deixou de aguar o jardim, lavar as persianas e, depois de dias e dias de lamento, colocou cadeados nas entradas e percebeu que era hora de abandonar aquele espaço e seguir viagem.

Você se demorou no sofrer e padeceu intensamente com o partir, mas - sabendo o quanto uma andante solitária pode suportar - soube fazer as malas, dizer adeus a sombra da árvore e, com uma bagagem abarrotada de experiências novas, continuar.

Criatividade nos embrulhos para presentes de natal !



"É lindo de ver aqueles embrulhos na noite de natal!
Alguns até dá pena de abrir de tão bem feitos.
Aqui estão algumas ideias para você deixar seu presente ainda mais especial!"


O detalhe da toalhinha rendada de papel para fechar esse embrulho, faz toda a diferença.



Esses saquinhos são de tecido e os detalhes são os azevinhos, canela em pau amarradinhos com corda.Uma graça!



Esse embrulho é bem simples, feito com papel craft. Esse tipo de papel é bom, pois você pode variar nos detalhes como fitas de várias cores e outros enfeites.




Aqui o papel craft novamente, com toalhas rendadas de papel e fita.
Fica lindo, não é?






Esse embrulhos foram feitos com tecido.




Simples e bonitinhos!




Adorei esse papel! Natal combina com vermelho e branco!




Olha o papel craft de novo aí gente!
 Ficou lindo com essa fita xadrez.




E esse com detalhes de pom pom....lindo!!!




E aí, se convenceu de que com papel craft você pode fazer lindos pacotes de presente?
E esses com rendas no lugar da fita....
Capricha nos embrulhos amiga, a turma vai amar!"

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...