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segunda-feira, 29 de junho de 2015

O salto





O salto


(crônica para a revista Capricho)

A gente não tem como saber se vai dar certo. 

Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato — pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode estar nos esperando então e o presente — você acabou de sair da minha casa, seu cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes? Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas.

Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seu necessaire (para que tanto creme, meu Deus?!), respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – você me agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas — mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. 
Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz.

Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não?

Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte — quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vai dar certo — o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão –,

 mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.

Antônio Prata

Reflexão semanal



"Não julgueis, para que não sejais julgados.
Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.
Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem.
Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis;
 batei, e abrir-se-vos-á."
Mateus 7:1-7

Para quem vive nas galáxias




Talvez não haja espaço mais íntimo em uma casa do que o quarto. É nele que repomos as energias para enfrentar o cotidiano, cada vez mais agitado. E quando o tema é decoração, não é fácil fugir da mesmice. No quarto, onde o conforto dita as regras do décor, a tarefa pode ficar ainda mais complexa. Sendo assim, que tal utilizar o sistema solar como fonte de inspiração? Planetas, nuvens e estrelas, desta e de outras galáxias, ajudam a compor um visual moderno e descolado que tem tudo a ver com repouso e contemplação. Para ajudar na empreitada, selecionamos inspirações, objetos e ideias que podem trazer o universo para mais perto - de forma literal ou mais sutil. Confira abaixo a seleção de Casa Vogue!

Luzes Crystal, de LED e plástico, 38 cm., na Urban Outfitters
Luzes de Natal


Reaproveitar objetos e acessórios além de sua função inicial é uma tendência cada vez mais forte na decoração. As luzes utilizadas para enfeitar as árvores em datas comemorativas - amarelas ou até mesmo coloridas - podem criar uma atmosferacool no espaço.



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Tecido Cosmos, de algodão, 1,50 x 2,30 m., design Magical Thinking na The Store
Tecidos estampados


Inspirados nas tradicionais tapeçarias feitas à mão, os tecidos estampados são versões modernas e mais básicas utilizadas para dar charme ao décor. As imagens de galáxias e nuvens combinam bem com a decoração rústica e com as texturas naturais, criando uma composição equilibrada no ambiente.



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Exemplo de opinião para ser debatida em roda de leitura, escolhida por um aluno.

"A cantora Pitty resolveu manifestar sua opinião sobre os protestos políticos que aconteceram, em vários estados do país. Nesse mesmo dia, ela escreveu em sua conta no Twitter: "Pressionar qualquer governo por melhorias sim, marchar ao lado de extremistas de direita, fanáticos religiosos e saudosos da ditadura JAMÉ (sic)". As informações são do site O Globo."

Foto: Reprodução/Twitter
"No entanto, na segunda-feira de manhã, ela encontrou sua página repleta de xingamentos e comentários agressivos de seguidores. Pitty, então, escreveu: "Uau. Se vocês vissem nas minhas mentions o jorro de ódio irracional desde ontem... Diálogo zero, só ofensas preconceituosas". E completou: "Xingamentos impublicáveis, xenofobia, machismo e ‘comunista’. E olha que eu nem defendo o PT! Essa atitude é praticamente um endosso".

A cantora retuitou um dos comentários:

pitty-twitter
E, logo depois, publicou sua resposta à mensagem:
pitty-twitter-2

No meio da favela do Aço, a melhor escola pública por Antônio Gois


No meio da favela do Aço, a melhor escola pública
por Antônio Gois


RIO - O melhor colégio público do Rio está bem longe da Zona Sul. Fica em Paciência, na Favela do Aço, área onde milicianos estão em constante confronto com traficantes de comunidades vizinhas. O cenário de violência ao redor inevitavelmente impacta o cotidiano de alunos e professores, mas não impediu que a escola municipal Haydea Vianna Fiúza de Castro conquistasse no primeiro ciclo do ensino fundamental, em 2013, a média 8,7 no Ideb, principal indicador do MEC de qualidade do ensino.

Para obter esses resultados apesar do contexto ao redor desfavorável, a diretora Patrícia Gomes de Azevedo conta que a estratégia é não “empurrar problemas com a barriga”. Ela se refere tanto aos pedagógicos quanto aos emocionais. Aliás, numa área onde os conflitos externos ou domésticos são frequentes, o entendimento da equipe é o de que não há como separar uma dimensão da outra.

— Toda aula começa com um momento de receber, de ouvir os alunos. Acaba sendo meio terapêutico mesmo. Se houve um conflito na comunidade, a gente reforça atividades que acalmem os alunos, para que, só depois, eles estejam preparados para aprender — afirma Patrícia.

A professora Maria de Fátima da Costa, reconhecida neste ano pela prefeitura como uma das 11 melhores alfabetizadoras da rede, explica como essa abordagem acontece na prática:

— Às vezes, temos mesmo que parar de trabalhar o pedagógico para cuidar do emocional. Dar um abraço forte em cada aluno. Acalmá-los primeiro, deixá-los à vontade para que possam falar sobre o que aconteceu.

CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES

Essa estratégia é fruto não apenas do aprendizado cotidiano dos professores. A escola trabalha com alguns projetos específicos que preparam a equipe para lidar com crianças em situações de risco. Um deles é o Uerê Mello — desenvolvido pela linguista e filologa Yvonne Bezzerra de Mello a partir de um trabalho com crianças na Maré —, que procura capacitar os professores para amenizar traumas causados pela violência, que levam a dificuldades de aprendizado.


‘Falamos de raiva, respeito, morte. Não há tema proibido. Valorizamos atitudes positivas’
- MARIA LÚCIA DE OLIVEIRA, PROFESSORA sobre como atuam na escola.

Outro programa adotado para trabalhar o lado emocional das crianças se chama Amigos do Zippy, criado pela Associação pela Saúde Emocional de Crianças. Numa aula acompanhada pelo GLOBO neste mês, a professora Maria Lúcia de Oliveira contava para seus alunos histórias que abordavam sentimentos comuns das crianças, e incentivava a reflexão sobre essas situações.

— Falamos de raiva, respeito, morte. Não há tema proibido. Valorizamos atitudes positivas, incentivando os alunos a se respeitarem e a buscarem falar coisas legais para os amigos — explica Maria Lúcia.

Para que os professores possam trabalhar bem com o emocional dos alunos, é preciso também que eles estejam preparados. Para isso, a escola acabou desenvolvendo rotinas para proteger todos nos momentos de crise.

— A gente procura manter os professores calmos, para que eles possam acalmar as crianças. Mas ninguém sai daqui em hora de tiroteio. Até os pais eu tranco. Botamos um DVD para as crianças, fazemos atividades de pintura. Se ficarmos calmos, o aluno não vai sentir nada. Esperamos a situação acalmar, e nos organizamos para que todos possam sair da escola com segurança — diz a diretora.

Por causa da rotina de tiroteios frequentes, a escola teve que fazer algumas adaptações. Apesar de dispor de boa área externa, o parquinho das crianças foi transferido para uma sala interna, climatizada. Foi a maneira encontrada para não expor os alunos ao risco de uma bala perdida.
A professora Maria Lúcia de Oliveira usa metodologia que trabalha o lado emocional dos alunos - Pedro Kirilos / Agência O Globo

Há a preocupação em trabalhar não apenas com traumas causados pela violência externa. Situações de violência doméstica também precisam ser conversadas. Há casos em que o conselho tutelar precisa ser acionado. Em outros, os professores tentam orientar os alunos a como se proteger.

— Quando percebemos que os pais são mais agressivos, a gente tenta também orientar a criança a evitar situações que possam gerar alguma reação negativa dos pais — afirma Maria de Fátima da Costa, a professora com bons resultados na alfabetização.

Para que o contexto de violência externa não afete a relação entre alunos, a escola procura ainda monitorar as crianças o tempo o todo, ajudando a evitar conflitos mesmo nos momentos de lazer. No recreio, por exemplo, em vez de os alunos ficarem completamente livres, eles são incentivados a participar de jogos e atividades com regras.

TRABALHO PEDAGÓGICO DIRECIONADO

O forte trabalho de apoio emocional às crianças é visto como essencial para o trabalho numa área de conflito. Mas, sem a parte pedagógica, os bons resultados não apareceriam. Uma das estratégias apontadas pela direção para explicar o desempenho é a avaliação constante dos alunos, para não deixar problemas se acumularem, garantindo o aprendizado de todos. No 5º ano do ensino fundamental, 99% de seus alunos avaliados no Ideb tinham aprendizado considerado adequado em português, segundo critérios do Movimento Todos Pela Educação. Em matemática, o percentual era de 97%.

Também há troca frequente de experiências entre os docentes, e expectativas claras do que se aguarda de cada um deles. No mural da secretaria, há cartazes afixados indicando o que é esperado, para cada turma, que os alunos aprendam ao final do bimestre.

Os professores novatos também recebem atenção especial da equipe nos primeiros meses. A escola, como tantas outras em áreas violentas, já sofreu com alta rotatividade do corpo docente. Hoje, são poucos os que trocam de colégio.

O bom clima se traduz num melhor ambiente escolar. Não há pichações, as paredes são limpas, e foram recentemente pintadas com ajuda dos pais. As salas de aula são coloridas, repletas de livros e materiais didáticos à disposição dos alunos.

— Quando o aluno chega e vê tudo bem arrumado e colorido, isso faz a diferença — conta a diretora.

Escolas com excelentes resultados em áreas de conflito são exceção, e não a regra. Mas, no caso da Haydea Vianna Fiúza de Castro, a equipe se beneficiou também da troca de experiências com escolas vizinhas, igualmente com bons resultados, casos dos Cieps 1º de Maio e Heitor Maestro Villa Lobos. A iniciativa indica que as estratégias que deram resultado numa escola conseguiram ser replicadas em outras que enfrentam as mesmas situações.



Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/escolas-buscam-formas-de-educar-em-meio-cotidiano-de-violencia-16579542#ixzz3eSG8POu0

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Café a dois!






"Sob o frio lá fora, um café quente aquece a alma de quem divaga e sente que nasce um novo dia para vencer, em busca de velhos sonhos e de palavras que servem de inspiração. 
Agradece-se a Deus por acordar e nascer de novo para mais um dia oferecido com a beleza que consigo traz, não por estar sol, porque não é o tempo que te impede de seguir em frente, apenas tu és dona da tua força, capaz de te fazer chegar mais além. 
Nesse café que tomas de manhã, há um sentir e um acreditar que a cada segundo o melhor virá e que a cada momento, mesmo com obstáculos, 
a vida ainda é  apetecível."

Pensamento para o dia



"Ó Senhor, tu és o meu Deus; exaltar-te-ei, 
e louvarei o teu nome, porque fizeste maravilhas; 
os teus conselhos antigos são verdade e firmeza.
Porque da cidade fizeste um montão de pedras, 
e da cidade forte uma ruína, e do paço dos estranhos, que não seja mais cidade, e jamais se torne a edificar.
Por isso te glorificará um povo poderoso,
 e a cidade das nações formidáveis te temerá.
Porque foste a fortaleza do pobre, e a fortaleza do necessitado, na sua angústia; refúgio contra a tempestade, e sombra contra o calor..."
Isaías 25:1-4

quinta-feira, 25 de junho de 2015

"Na sua estante" por Pitty


"Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar,
Te vejo sonhando e isso dá medo,
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar, ao menos mande notícias
Você acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar

Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante

Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Só por hoje não quero mais te ver, só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar"



Sensacional!

Raias do espectro solar!








Sou agradecida por tudo,
mas não fujo da raia!
O espectro solar que forma linhas brilhantes em mim,
traz um luminoso gás incandescente de vida!
Salve a confluência daqueles que se desejam!

Aline Carla Rodrigues

Felicidade a dois











Eu decido prosseguir, os sobreviventes existirão através das essências que as almas guerreiras têm.


Sabemos que a jornada não tem sido fácil ,
caminhamos às vezes com os pés torcidos,
mas os olhos precisam estar focados no que vai além do horizonte.

Exercícios cotidianos querem testar nossa resiliência, 
amigos estou machucada,
contudo não prosseguirei sozinha,
um braço forte estendeu sua solidariedade ao meu ser.

Quero convidar-lhe a prosseguir comigo,
por favor não desista!
Lutaremos juntos!
E se a inveja alheia atacar, não daremos importância,
pois sabemos que "a alegria alheia incomoda"!

Venha!
Minhas mãos se entrelaçaram às suas!
Os sobreviventes existirão através das essências que as almas guerreiras têm.

Aline Carla Rodrigues

Ah! Espero por ti!

Foto de Aroldo Vieira Souza.

U2 Miss Sarajevo LIVE Milan - Perfeito para hoje!



Somos um só coração!
Você nunca estará sozinho,
venha o que vier estarei sempre contigo!




Nada poderá afastar-me de ti!
A eternidade nos uniu!
Imenso abraço, Aline Carla Rodrigues.

Pensamento para o dia



"Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou,
 pelo véu, isto é, pela sua carne.
E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,
cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé!
 Tendo os corações purificados da má consciência,
 e o corpo lavado com água limpa,
Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.
E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras."
Hebreus 10:19-24

segunda-feira, 22 de junho de 2015

"Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo..."



"Eterno, 
é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, 
mas com tamanha intensidade, que se petrifica,
 e nenhuma força jamais o resgata...
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, 
é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... 
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... 
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... 
Um dia percebemos que o comum não nos atrai... 
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... 
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... 
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, 
mas ai já é tarde demais...
Enfim... 
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, 
para dizer tudo o que tem que ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida 
ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."

Mario Quintana

domingo, 21 de junho de 2015

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