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A ARTE RENOVA O OLHAR!

domingo, 31 de maio de 2015

Despedida de maio, pois a vida segue!




Despedida
Já está chegando a hora de ir
Venho aqui me despedir e dizer 
Em qualquer lugar por onde eu andar
Vou lembrar de você
Só me resta agora dizer adeus
E depois o meu caminho seguir 
O meu coração aqui vou deixar
Não ligue se acaso eu chorar
Mas agora adeus
Só me resta agora dizer adeus
E depois o meu caminho seguir 
O meu coração aqui vou deixar
Não ligue se acaso eu chorar
mas agora adeus.

Música de Roberto Carlos.

Happy gardening by Rosi Jo










Non bagnare solo 
il prato fresco o solo quello arido: 
anche la terra nuda tu rinfrescala. 

sábado, 30 de maio de 2015

A quem sonha...



“Quem sonha de dia tem consciência de muitas coisas 
que escapam a quem sonha só de noite.” 

Edgard Allan Poe

EDUCAÇÃO SENTIMENTAL


Muitos estragos são feitas em nossas vidas quando não conseguimos elaborar e digerir minimamente as emoções dolorosas; patinamos e até ficamos enroscados nelas. E os sentimentos danificados acabam tornando-se ressentimentos. Deveríamos reciclá-los e descartar apenas os que não são passíveis de reaproveitamento. E, sem percebermos, nossa alma torna-se um aterro sanitário de ressentimentos e amarguras, contaminado o lençol freático que vitaliza muitas outras emoções.


Quais momentos foram inesquecíveis em sua vida? E quais você ainda gostaria muito de viver? Nesse micro inventário de nossas vivências e sonhos descobriremos que as coisas mais marcantes são aquelas que envolvem alguma experiência emocional intensa, seja boa ou má.



Paradoxalmente, somos pouco preparados para lidar com elas. Coletivamente valorizamos o aprendizado intelectual, mas subnutrimos o emocional. Nada contra se usar a razão em todos os momentos, muito pelo contrário. A questão é o desequilíbrio entre essas habilidades.



Na escola praticamente todas as matérias são intelectuais. As que mais se aproximam das emoções, como as artes e a filosofia, estão em desuso. E quando são ensinadas, sempre sob um viés do intelecto. A educação no lar está mais para um ajuste do ser ao padrão coletivo do que é “certo” e “aceitável”.



Os conhecimentos intelectuais, quando não acessados com frequência, dissolvem-se na mente como fumaça ao vento. Já as emoções têm o poder de resistir e persistir ao tempo; vide os traumas e as lembranças de momentos agradáveis com pessoas amadas.



E como lidamos com os nossos sentimentos, principalmente os “nevrálgicos”? Por conta própria e, na maioria das vezes, na porrada mesmo: nas frustrações enfiadas goela abaixo, na inveja do amigo que tem ou é aquilo que gostaríamos de ter ou ser, na raiva que sentimos e não podemos expressá-la por ser socialmente inaceitável...

Céus diferentes!


"Eu acho que há muitos céus, 
um céu para cada um.  
O meu céu não é igual ao seu. 
Porque céu é o lugar de reencontro com as coisas que a gente ama
 e o tempo nos roubou. 
No céu está guardado tudo aquilo 
que a memória amou..."
 (Rubem Alves)

COMO SERIA MORAR NA IDEIA DE UM HOMEM QUE SONHOU

Um dia um homem sonhou o mundo. Nele o ser humano e a natureza se entrelaçavam lindamente, de tal forma que apenas juntos poderiam ser. Esse mundo saiu da imaginação e habitou a filosofia, através de manifestos, as pinturas, por meio de lindas espirais, as obras arquitetônicas pelos conceitos belos e ecológicos presentes nelas. Um homem pode morrer, mas o legado deixado por ele sobrevive ao tempo e brota feito semente no coração daqueles que enxergam com a emoção. Deixemos brotar um pouco de Hundertwasser em nós.
Hundertwasserhouse - conjunto habitacional com 50 apartamentos construídos em Viena na Áustria em meados de 1985

Artista plástico, artista gráfico, filósofo, arquiteto e ativista (em prol da integração do homem com a natureza), o austríaco Friedensreich Hundertwasser deixou o mundo há quinze anos, mas o legado de sua ideologia ainda vive através de suas pinturas, cartazes, belas construções e textos.

Foto de Hundertwasser autografada, sem data, em preto e branco. Essa é a única representação do artista que não terá cores aqui.

Há mais de quinze anos quando meus olhos tocaram as páginas de um livro dedicado à obra arquitetônica de Hundertwasser pouco se sabia no Brasil sobre ele. Quase nada estava em português, contudo hoje, felizmente, já é possível tocar a essência de sua ideologia em nossa língua. A beleza de suas construções fala por si só, contudo para quem se encanta com elas, assim como por sua pintura ou qualquer tipo de representação simbólica criada pelo artista é impossível não se perguntar de onde nasceu toda essa criatividade, cheia de tanta consciência e de beleza tão díspar. Vou falar um pouquinho do que descobri em minhas andanças, contudo para estudos mais aprofundados eu indico que pesquisem aqui.

Área da fonte da construção Hundertwasser House - Conjunto Habitacional - Viena

Tendo como nome de batismo Friedrich Stowasser, Hundertwasser mudou seu nome por diversas vezes. As mudanças começaram em 1949 e terminaram apenas em meados de 1990. Friedensreich Hundertwasser Regentag Dunkelbunt foi o nome que adotou até o fim da sua vida, onde Hundertwasser significa “cem águas”, Friedensreich “reino da paz”, Regentag “dia de chuva” e Dunkelbunt “cores vivas”. Seu nome funcionava como um cartão de visitas. “Há muitas razões pelas quais um homem quer mudar seu nome. Quando ele tem muitos nomes, ele é muitas pessoas. Eu tenho muitos nomes e sou muitas pessoas".

Hundertwasserhouse - Conjunto Habitacional - detalhe da fonte - notem como o solo se ondula a ponto de se sobrepor a ela - projeto de 1985

Hundertwasser sempre acreditou que o crescimento orgânico da natureza deveria inspirar a vida do homem e que uma ornamentação saudável restauraria em nós o senso universal de harmonia. Assim, ele pretendia proteger o mundo natural e embelezar o que era criação do homem. A beleza tinha poderes mágicos e o belo um efeito curativo e ambos se encontravam na natureza.

Como filósofo desenvolveu uma série de pensamentos que serviram de base para o desenvolvimento de toda sua obra.

Uma de suas principais teorias é a das “Cinco Peles”. Resumidamente essas cinco peles seriam: a nossa epiderme, o nosso vestuário, a nossa casa, o meio social e o meio global.

HundertwasseHouse - Conjunto Habitacional - Viena - Áustria

Vou falar um pouquinho sobre cada uma delas, contudo apesar de distintas elas se interligam em vários momentos.

Assinatura de todos os nossos atos cotidianos requer coragem!



Coragem para assinar seus atos cotidianos,
reagir de fato com teus sofridos gritos,
que ainda não ecoaram de ti!

Aline Carla Rodrigues.

HOJE MELHOR QUE ONTEM!























LEIO E FAÇO TUDO O QUE POSSO PARA SAIR DA INÉRCIA!
HOJE MELHOR QUE ONTEM!
E SIGO ADIANTE DESBRAVANDO
 E SABOREANDO OS PEDAÇOS DA VIDA!

Aline Carla Rodrigues

Pensamento para o dia


"A alegria do Senhor é a nossa força!"

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Sou passageira da eternidade, por Aline Carla Rodrigues.



Através da noite encontro forças suficientes para não ser o caos,
atravesso o cansaço,
multiplico forças,
esvazio a vaidade,
 e me prostro aos pés do Salvador,
pois é por Ele e para sua Glória que todas as coisas existem.

Diante de uma doença, ou de um filho passando mal,
a tendência do corpo exausto é gritar,
lastimar, mas não farei isto, 
coloco-me a posição da gratidão,
pois DEUS transforma mal em bem.
E disso não abro mão!

O poder não está em mim,
mas posso todas as coisas n'Aquele que me fortalece!
E sei que o fim não terá consequências em nós,
porque muito maior é o que habita em nossos corações.
E é Ele quem venceu o mundo,
e por decreto da sua ação na cruz tornei-me passageira para eternidade!

Aline Carla Rodrigues.

Bob Dylan - Blowin' In The Wind (Tradução)



Minha estrada é cada manhã!
Bom fim de semana a todos,
Aline Carla Rodrigues.






RELÍQUIA DA LITERATURA




Quem pensa que o centro da cidade é apenas um lugar de corre-corre burocrático, terno e gravata está muito enganado. Dia destes estava batendo perna e me deparei com um prédio cinza, meio solitário e misterioso… o olhar curioso me fez entrar no (pouco explorado) Real Gabinete Português de Leitura. E que surpresa!



Encantada e com a sensação de estar mergulhando em um filme do universo de Harry Potter, fui abordada por um senhor muito simpático (responsável pelo guarda-volumes e pelo registro de quem entra e sai).



Ele me contou que o valioso acervo é de 350 mil livros raros da Europa e do Brasil colonial, incluindo um exemplar da primeira edição de “Os Lusíadas”, de Camões. Outra preciosidade lá abrigada é o Altar da Pátria, feito em marfim, prata e mármore, que simboliza as grandes navegações lusitanas.



O espaço é delicioso para leituras e estudos, tem paredes cobertas de livros até o teto e é uma fonte inesgotável de inspiração! E o melhor: o aluguel de livros e a visitação são totalmente livres. Sem falar na arquitetura de encher os olhos. Não é à toa que o Real Gabinete está entre as 20 bibliotecas mais bonitas do mundo, segundo a seleção feita pela revista TIME.



As redondezas também oferecem outros sebos e livrarias recheadas. Depois de devorar tantos livros, vale uma pausa para um café e um pedaço de torta na Colombo, a confeitaria mais charmosa da cidade, que fica bem pertinho!

Vai lá: das 9h às 18h, de segunda a sexta, na Rua Luís de Camões, 30 – Centro.

O MESTRE DO COURO




No último mês, nossa estilista de acessórios Liz Unikowski fez as malas e aterrissou emNova Olinda, no Ceará, para conhecer a oficina de um dos mestres artesãos mais importantes do país: Espedito Velozo de Carvalho – mais conhecido como Espedito Seleiro.



Do avô e do pai, o cearense de 75 anos herdou o talento e a sabedoria de fazer artefatos de couro legítimo para vaqueiros. Desde que reproduziu o modelo de sandália criado pelo seu pai para Lampião – o Rei do Cangaço – Espedito nunca mais parou de fazer peças rústicas cheias de cor, e que tem tudo a ver com o Cantão!



Quando abriu sua oficina própria, nos anos 60, o foco da sua produção era de gibões, selas, chapéus e outras peças típicas do sertão nordestino. Mas depois de criar vários modelos de calçados coloridos e bolsas com bordados incríveis, o ganha-pão da família virou sucesso nacional.



Suas cores e texturas passaram a vestir grandes nomes como o sanfoneiro Luiz Gonzagae foram parar em revistas de moda, novelas e até no cinema, como no figurino do personagem de Marcos Palmeira em “O Homem que desafiou o Diabo” (2007).



Em seu ateliê, o processo criativo é totalmente artesanal: Seleiro risca os modelos, escolhe os materiais que serão usados nas peças, com recortes feitos à mão – tudo com a ajuda de seus filhos, que assim como ele, também começaram a trabalhar cedo. É num clima bem familiar que as peças são desenvolvidas na oficina.



Os arabescos, uma das marcas registradas do seu trabalho tão tradicional, carregam a influência dos ciganos que circulavam pela região.



Logo ao lado de sua oficina, uma lojinha enche os olhos de qualquer turista com artigos cheios de personalidade e de altíssima qualidade. Além do vestuário, ele também desenvolve móveis robustos de madeira e couro. Sua cadeira mais famosa, a Sertaneja, é como ele mesmo diz: “feita para durar a vida toda”.



Em 2014, o artesão realizou um sonho: viu nascer o Museu do Ciclo do Couro, um memorial dedicado à ele e aos percursos feitos no caminho das boiadas. Entre as preciosidades, é possível encontrar por lá as primeiras peças que ele produziu e mais sobre sua trajetória. Que aliás, já ganhou uma retrospectiva — a mostra “Da sela à passarela” — que aconteceu em 2013 em São Paulo.



Outra boa notícia é que Espedito está construindo na cidade uma pequena escola para capacitar os locais. Não é à toa que o artesão foi agraciado com o título de Mestre da Cultura do Ceará, e mais recentemente, também recebeu a Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura. Mais do que merecido, né?



O artesanato brasileiro é um dos mais diversificados do mundo! Se depender da gente, ele vai ser cada vez mais e mais valorizado. Por isso, fica de olho que vem coisa boa por aí!

Cantão

Mata verde, chuva, alegria e uma esplendorosa dose da arte de Fabiana Kaled! Aprecie sem moderação!











"DEUS FAZ, O HOMEM SONHA, A OBRA NASCE!"


Carpe Diem!


"Aquilo que sou é o que me faz viver!"

Poesia concreta


A poesia conhecida como poesia concreta é uma poesia de vanguarda que começou com um caráter experimental e que se concentrou mais no visual. Trata-se de uma escola poética que buscou estruturar combinar a estrutura escrita e visual para formar um poema que é muito mais visual do que falado.

Uma possibilidade de superação da forma como era visto verso dando a ele uma unidade de ritmo e forma. A poesia concreta surgiu na década de 1950 no Brasil e também teve representação na Suíça e o seu nome foi dado por Augusto de Campos numa revista chamada Noigandres (número 2), de 1955 que era publicada por um grupo de escritores. É comum que as pessoas confundam a poesia concreta com um tipo de poesia visual, mas é importante destacar que não é a mesma coisa.


Poesia Concreta
O Movimento Internacional da Poesia Concreta

Antes de ser um movimento da poesia na década de 1950, o Concretismo, foi um movimento europeu das artes plásticas que se desenrolou na década de 1930 e também da música na década seguinte. A palavra ‘concreto’ era usada como uma oposição da ideia de ‘abstrato’.

A poesia concreta apareceu de maneira oficial em 1956 por meio da Exposição Nacional de Arte Concreta realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Nessa exposição houve a participação de artistas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Porém, a ideia de poesia concreta vinha se afirmando desde o começo da década de 1950.


Corpo da Mulher
Poesia Para Ver

No ano de 1943, o poeta Carlo Belloli, escreveu algo tido como profético: “ver tornar-se-á mais importante que ouvir”. Nesse mesmo período ele produziu uma poesia que recebeu o nome de “Testi-poemi murali” (Texto-poema mural).

Embora esses textos de Belloli sejam reconhecidos como concretos, academicamente, os primeiros textos que são listados como concretos são os que fazem parte do primeiro manifesto desse tipo de poesia, que é o Plano-piloto para poesia concreta, que teve a sua publicação em São Paulo no ano 1958. O texto tem as assinaturas dos poetas Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Décio Pignatari e foi publicado pela primeira vez em 1952.

Em 1953 foi publicado Öyvind Fahlström, poeta brasileiro e sueco, o manifesto Manifest for konkret poesie (Manifesto da poesia concreta). Nesse documento é possível encontrar vários pontos paralelos entre o que se estava fazendo no Brasil e na Suíça.

Brincando
A Poesia Concreta Pelo Mundo

A poesia concreta começou a se espalhar por vários países a partir da metade da década de 1950. Dentre os países para os quais a poesia foi estão Alemanha, Japão, Espanha, Áustria, Portugal, Islândia, Bélgica, Dinamarca, Tchecoslováquia, Itália e Finlândia entre outros.
Características

As características da poesia concreta foram bem explicitadas através do manifesto Plano-Piloto e se destacam duas distinções básicas que são a paranomásia e a diferente disposição dos elementos como vocábulos, palavras e caracteres. Como a poesia concreta usa a paranomásia de maneira a não abandonar a palavra não faz desse tipo de poesia uma poesia somente visual.

Outra característica que é apresentada nesse manifesto é o abandono do uso do verso como uma unidade rítmico-formal da poesia. Nesse contexto o espaço se torna um agente estrutural e assim deixa de se desenvolver de uma forma meramente temporal ou linear.


Poesia Concreta na Publicidade
Verbivocovisual

A poesia concreta tem uma área linguística própria que recebeu o nome de verbivocovisual. Trata-se de um lugar em que o sistema fonético e a sintaxe analógica criam um tipo de língua própria. Basicamente se trata de uma comunicação feita sem verbalidade que não abre mão das possibilidades que a palavra lhe oferece.
Estrutura-Conteúdo

Os poetas do concretismo buscavam chegar a uma estrutura-conteúdo próprio de maneira a veicular a sua mensagem de uma maneira nada usual. A estrutura comunicará por si de maneira a complementar ou ser complementado pelo sentido que existe no texto.


Revolver
Obra Não-Absoluta

A poesia concreta quer ser uma obra perene e não uma obra absoluta, uma maneira de se contextualizar na era da informação constante como os anúncios publicitários que logo cumprem a sua função são esquecidos e substituídos por outros. Nesse tipo de poesia não existe espaço para hedonismo, expressão entre outros sentimentos que visem dar maior propriedade para o poema. O poema deve ser visto como um poema que é um produto que cria problemas exatos e tenta resolvê-los. A poesia concreta assume uma postura revolucionária em 1961.


Infinito
O Legado da Poesia Concreta

O concretismo, na poesia, foi um movimento de grande repercussão, inclusive mundial até o momento atual. Além disso, o concretismo gerou correntes de novos concretistas e pós-concretistas, local em que teve mais força. Os demais legados deixados por esse movimento são como a ideia de poema-processo, poesia práxis e a própria essência da redução da poesia de Paulo Leminski.

Os poetas que fizeram parte do movimento em especial Augusto e Haroldo de Campos geraram uma obra bastante vasta tanto no campo da teoria literária como da tradução. Para alguns como Ezra Pound o trabalho dos irmãos foi feito com preceitos de crítica. Os novos poetas brasileiros até o começo do século XXI se influenciaram muito com as obras dos poetas concretistas. Os especialistas acreditam que esse passeio pela poesia concreta dos novos poetas se equivale ao “ser ou não ser” dessa forma de arte no país.

Poesia Concreta
Breve Resumo

Para que fique mais claro o que a poesia concreta propõe é interessante saber mais sobre as suas características principais como a eliminação do verso, o uso do espaço em branco da página para uma disposição de palavras, o uso de neologismos, exploração de aspectos sonoros, visuais e semânticos dos vocábulos entre outros.

A poesia também trabalhou com a decomposição das palavras e com as diversas possibilidades de leitura. Uma poesia que não é somente visual porque não abre mão das palavras para comunicar o que deseja. Um tipo de poesia que comunica por meio do que é verbal e também do que é visual, duas características que se unem para criar uma coisa só. Vale a pena conhecer um pouco mais sobre a poesia concreta.





Carpe Diem!

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