SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

terça-feira, 31 de março de 2015

Manuel Bandeira




POÉTICA 
(Manuel Bandeira)

Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e
[manifestações de apreço ao Sr. diretor

Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho verná-
[culo de um vocábulo
Abaixo os puristas

Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais
Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção
Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis

Estou farto do lirismo namorador
Político
Raquítico
Sifilítico
De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.

De resto não é lirismo
Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com
[cem modelos e cartas e as diferentes
[ maneiras de agradar às mulheres, etc.

Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbados
O lirismo difícil e pungente dos bêbados
O lirismo dos clowns de Shakespeare

- Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.


Desde a primeira leitura, percebe-se que a Poética tem vínculos com a estética modernista. É possível reconhecer pela estrutura poética a utilização de versos livres, de reiterações, de imagens que negam os valores ultrapassados das estéticas anteriores, de supressão da pontuação, etc. Todas estas formas traduzem a liberdade plena de forma, defendida pelos modernistas. O que caracteriza oversolivrismo aqui é uma mudança de atitude e também de crítica : a sílaba deixa de ser a unidade de medida e a combinação de pausas e entoações passa a ser fator relevante.

O último poema



O último poema

“Assim eu quereria o meu último poema. 
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais 
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas 
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume 
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos 
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.”



(Manuel Bandeira)



Manuel Bandeira quando jovem teve pneumonia e com isso passou a vida inteira com a ideia de que morreria em breve; mas viveu até seus 80 anos, muitos de seus poemas carregam a melancolia e a sensação de sempre estar a espera do pior.

Frases curtas, pensamento objetivo, liberdade no uso das palavras, simplicidade na escrita, ironia e a crítica são características do modernismo.

Ao mesmo tempo em que o poema nos mostra a realidade :

– “flores sem perfume”, “soluço sem lágrimas”, mas também inseri o improvável que é a ilusão.

Seguindo o título do poema, Manuel Bandeira nos indica como gostaria de ser lembrado e assim resume no último verso todo seu pensamento. 
Ao citar a paixão dos suicidas ele nos conta sobre a falta de sentido, sobre o paradoxo que é nosso caminho pela vida. Sobre ilusão e desilusão.
 Somos convidados a pensar no que não tem explicação, no que há na falta de sentido e significado.

 Sergio Jabur

Fonte:Psicologia em Palavras.

Por uma vida mais simples


Desconstruir as grandes tendências tecnológicas com muito charme e usando elementos naturais. Foi assim que Vic Meirelles pensou esta coluna, com sugestões de pequenas hortas e pomares domésticos que ajudam a aliviar a dureza das cidades. "A cada dia, procuramos mais por alimentos leves, muitas verduras e frutas. Comer melhor, respirar melhor e viver com menos stress é fundamental. Por isso, pensei em criar arranjos que, além de serem saudáveis, enfeitam o ambiente!", diz o florista.
O arranjo rústico mistura orquídeas, pimentas e a Vela Vic de Orquídea e Flor de Lótus. E a dupla rosas&gengibres ganha perfume extra com a Vela Vic Gengibre Spicy (Fotos: divulgação)

Ele começa fazendo duetos inusitados como orquídeas com pimentas, rosas com gengibre e temperos com suculentas. Para destacar a beleza dos elementos, Vic aposta em vidros transparentes, terrariuns e caixas de madeira forradas de fórmica. O toque final fica por conta das velas perfumadas que assina especialmente para a Phebo. "A ideia é deixar simples e clean, que é tudo o que precisamos hoje em dia", explica.
A caixa de madeira hospeda um mix perfumado de temperos e a Vela Vic Flor de Tomate com Sândalo. Ao lado, suculentas e gengibres rodeiam a Vela Vic Amaranthus com Pimenta .

Fonte: Casa Vogue


Pensamento para o dia

 "O amor e a fidelidade se encontrarão; 
a justiça e a paz se beijarão.
A fidelidade brotará da terra, 
e a justiça descerá dos céus.


A justiça irá adiante dele e preparará o caminho para os seus passos."

Salmos 85:10-13

segunda-feira, 30 de março de 2015

O MODERNISMO BRASILEIRO






No ano de 1922, quando dos 100 anos da proclamação da independência do Brasil, um grupo de poetas paulistas composto por: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Sérgio Millet, Cassiano Ricardo e Raul Bopp organizou a Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo, o Futurismo do francês Marinetti já era um movimento tardio e, em parte, superado na Europa. 
Mesmo assim, não deixaram nossos artistas de serem chamados de Futuristas No entanto, Mário de Andrade em artigo publicado no terceiro número da revista Klaxon rebateu essa relação feita entre eles e o grupo de Marinetti. Mário Silveira Brito analisando o caso afirma “Mário de Andrade acentua sua discordância com vários pontos do manifesto futurista, para aceitar na totalidade apenas os 5º e o 6º.” (A Literatura no Brasil, Afrânio Coutinho, vol.5). O próprio Mário de Andrade afirma “Se [...] aceitamos o manifesto futurista, não é para segui-lo, mas para compreender o espírito de modernidade universal” (idem).

O grande líder intelectual desse primeira fase do Modernismo foi de fato Mário de Andrade “dele é o primeiro livro da corrente publicado, não só em São Paulo como em todo o Brasil: Paulicéia Desvairada (1922).” Trata-se de um poema em versos na maioria livres, a moda de uma cantiga de escárnio no qual o poeta faz duras críticas à cidade de São Paulo.

Dois anos após a SAM, o grupo organizador começa a se desfazer em vários outros grupos que vão marcar esse período de 1922 a 1930, que fica conhecido como a Fase de Ruptura.

Assim teremos, o movimento Pau-Brasil que surge por volta de 1924, liderado por Oswald de Andrade. O grupo Verde-amarelo, formado por Menotti Del Picchia, Cassiano Ricardo, Plínio Salgado e Raul Bopp. Em 1927 surge, desse mesmo grupo, a “revolução Anta”, lideram esse grupo Menotti Del Picchia e Cassiano Ricardo. Em 1928, Tarsila do Amaral pintou um quadro que Oswald de Andrade chamou de “Abapuru” (o antropófago, aquele que se alimenta de carne humana). Em torno desse quadro, Oswald e Raul Bopp fundam o movimento Antropofágico.

De 1930 a 1945 vai acontecer a segunda fase Modernista chamada de Fase de Extensão, ou Pós-modernismo. De 1945 em diante teremos a Fase Esteticista.

Essas fases correspondem a geração que não são secções na nossa história artística literária, mas uma influi sobre a outra. Nas próximas postagens estaremos nos detendo a cada um dos movimentos que surgiram durante a primeira fase.


Trecho de Paulicéia Desvairada

Os caminhões rodando, as carroças rodando,

rápidas as ruas se desenrolando,

rumor surdo e rouco, estrépitos, estalidos...

E o largo coro de ouro das sacas de café!... (...)

Oh! este orgulho máximo de ser paulistanamente!!!




Bibliografia consultada

A Literatura no Brasil / direção Afrânio Coutinho: co-direção Eduardo de Faria Coutinho – 4ª Ed. Ver. E atul. – São Pauo: Global, 1997pag. 43 – 225.

domingo, 29 de março de 2015

Oswald de Andrade - O poeta revolucionário

Oswald de Andrade - 
O principal representante modernista

Podemos dizer que o referido poeta foi o maior representante da estética modernista no que se refere às características estilísticas. 

José Oswald Nogueira de Andrade nasceu em São Paulo. Frequentou a Escola Modelo Caetano de Campos, o Ginásio Nossa Senhora do Carmo e o Colégio de São Bento, no qual se formou em Humanidades, em 1908. 

Autor de poesias e romances, teatrólogo e crítico literário, suas obras resumem-se em: Os Condenados, Memórias Sentimentais de João Mira mar, Pau-Brasil, Primeiro Caderno do aluno de poesia Oswald de Andrade, Serafim Ponte Grande, Marco Zero, A morta e o Rei da Vela. 

Dentre as características de suas obras, destacam-se: linguagem espontânea, livre de apegos no que diz respeito à sintaxe, predominância do coloquialismo e de uma crítica extremamente irreverente. 

Em se tratando de tais características, torna-se relevante destacarmos aquelas que permearam toda a estética modernista. Entre elas destacam-se: 

Ruptura com “moldes” antes sacramentados por outras estéticas. O verso livre, a linguagem coloquial e irônica e o predomínio de um “português” genuinamente brasileiro tiveram seu momento subliminar. 

Tal medida se deu ao fato de que a ideologia dominante era a de resgatar uma literatura que fosse mais voltada para as raízes nacionais, que pudesse de alguma forma transcender tudo aquilo que era visto como modelo de “importação”, como também abolir todo o sentimentalismo camuflado na voz dos poetas pertencentes ao Romantismo, e centrar-se mais em uma realidade ligada aos problemas sociais da época. 

Representando toda essa inovação literária, está a obra “Memórias Sentimentais de João Mira mar”,de Oswald de Andrade, a qual é estruturada em 163 episódios, todos em forma de flashes, baseado em uma composição cinematográfica, mesclando prosa, poesia, piadas, cartas, diários, trechos de crônicas jornalísticas e discursos. 

Vejamos agora alguns textos de sua autoria: 

Pronominais 

Dê-me um cigarro 
Diz a gramática 
Do professor e do aluno 
E do mulato sabido 
Mas o bom negro e o bom branco 
Da Nação Brasileira 
Dizem todos os dias 
Deixa disso camarada 
Me dá um cigarro 

Podemos perceber aqui que o poeta sutilmente faz uma crítica à questão do formalismo linguístico tanto explorado por artistas, principalmente do Parnasianismo, como é o caso de Olavo Bilac. Quando ele se refere à Nação Brasileira, está justamente colocando em prática o nacionalismo e as características que lhes são peculiares. 

Canto de regresso à pátria 

Minha terra tem palmares 
Onde gorjeia o mar 
Os passarinhos daqui 
Não cantam como os de lá 
Minha terra tem mais rosas 
E quase que mais amores 
Minha terra tem mais ouro 
Minha terra tem mais terra 
Ouro terra amor e rosas 
Eu quero tudo de lá 
Não permita Deus que eu morra 
Sem que volte para lá 
Não permita Deus que eu morra 
Sem que volte pra São Paulo 
Sem que veja a Rua 15 
E o progresso de São Paulo. 

(in Poesias Reunidas. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1971.) 

Neste, o poeta parodia por meio de um tom irreverente outro texto de Gonçalves Dias, também com o objetivo de repugnar os moldes românticos. Quando ele ressalta que: Minha terra tem mais rosas e quase que mais amores, o vocábulo “quase”, justifica o desmascarar da realidade social. 

Relicário 

No baile da Corte 
Foi o Conde d'Eu quem disse 
Pra Dona Benvinda 
Que farinha de Suruí 
Pinga de Parati 
Fumo de Baependi 
É comê bebê pitá e caí 

Altamente em voga, podemos identificar a presença de um linguajar predominantemente coloquial, no intento de promover a ruptura com as estruturas da língua.

Fonte:http://www.mundoeducacao.com/literatura/oswald-andradepoeta-revolucionario.htm

Reflexão para o dia de hoje


Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados.
Que, passando pelo vale de Baca, faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques.
Vão indo de força em força; cada um deles em Sião aparece perante Deus.
Senhor Deus dos Exércitos, escuta a minha oração; inclina os ouvidos, ó Deus de Jacó! (Selá.)
Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido.
Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.
Porque o Senhor Deus é um sol e escudo; o Senhor dará graça e glória; não retirará bem algum aos que andam na retidão.
Senhor dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.

Salmos 84:5-12

sábado, 28 de março de 2015

"De dentro para fora!"



“Com o tempo, você analisa que abrir mão de algo muito importante só se faz quando se tem um motivo maior que esse algo: 
seja um propósito, uma crença, um valor íntimo, uma obstinação qualquer que te oriente para essa escolha que já se sabia tão dolorosa. 
É um sacrifício voluntário por algo mais pleno, mais grandioso em beleza.
 E, nestas análises, você descobre outras perdas que são positivas: 
perde-se também a ansiedade, a insegurança e a ilusão. 
E você aprende a recomeçar agradecendo por vitórias tão pequenininhas... 
como quando é noite e antes de dormir você se enche de gratidão:
 “Deus, obrigada, porque é noite e eu tenho o sono....” Que venha um sono novo então.”

Marla de Queiróz

sexta-feira, 27 de março de 2015

Cure




Silencie a mente. 
Cure a sua vida através do coração. 
Enquanto a mente nos aconselha 
a sermos adaptados ao mundo. 
O coração nos encoraja a nos sentirmos 
felizes em nossa própria pele. 


- Lígia Guerra -

Decorar é arte... Fazer reciclavél faz parte por Vivian Boechat!



Hoje vou ensinar como decorar sua casa gastando muito pouco, porque quem não sonha em ter sua casa mais aconchegante, não é mesmo?
Então vamos ao que interessa!



E ai Gostaram?
Mande sua arte para meu Instagram @vivian_boechat...
Beijão :*

quinta-feira, 26 de março de 2015

Pablo Picasso chega a São Paulo, imperdível!


Femme assise accoudée, Pablo Picasso, 1939, óleo sobre tela, 92 x 73 cm

"Se sabemos exatamente o que vamos fazer, para quê fazê-lo?", dizia Pablo Picasso. A exposição que inaugura hoje, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em São Paulo, parece envolvida por essa máxima - mesmo que não intencionalmente. As obras selecionadas já mostravam indícios do período em que o artista pintaria sua icônica obra Guernica, em 1937. A sensibilidade era latente.

A curadoria de Eugenio Carmona exibe, em cerca de 90 obras, o percurso de Picasso e sua relação com as ideias, seus rascunhos e traços. O cavalo e o touro, que posteriormente irão adquirir a simbologia do povo inocente e dos horrores da guerra, já eram objeto de estudo e interesse do pintor. O período selecionado também exibe o artista investigando os aspectos da pintura e se preparando para responder à indagação de qual forma tem um rosto - traços que delinearam definitivamente seu estilo. Enfim, é Picasso se inventando como mito. O acervo também exibe a relação do pintor com outros mestres da arte moderna espanhola, como Gris, Miró, Domínguez e Tàpies.

A exposição foi organizada em colaboração com o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, na Espanha, e a Fundación Mapfre. As obras vêm daFondazione Palazzo Strozzi, na França, onde já foram expostas.

Picasso e a Modernidade Espanhola – Obras da Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía
Data: até 8 de junho
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: rua Álvares Penteado, 112, Centro, São Paulo, SP
Horário: de quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada gratuita
Pintura (Cabeza y araña), Joan Miró i Ferrà, 1925, óleo sobre tela, 89 x 116 cm


Piedras creando un paisaje, Benjamín Palencia Pérez, 1930, óleo sobre tela, 65,5 x 92 cm


Hombre en el café (Atocha), Rafael Barradas, 1923, óleo sobre tela, 84 x 106 cm


Cabeza de caballo, Esboço para Guernica, Pablo Picasso, 1937, óleo sobre tela, 65 x 92 cm


Femme au repos en creux, Pablo Gargallo Catalán, 1922, bronze patinado, 25,5 x 32,5 x 25 cm


Tête de femme, Pablo Picasso, 1910, óleo sobre tela, 61 x 50 cm



El pintor y la modelo, Pablo Picasso, 1963, óleo sobre tela, 130 x 161 cm


Fonte: Casa Vogue

quarta-feira, 25 de março de 2015

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.



"Não acredito em pessoas que se complementam.

Acredito em pessoas que se somam.

Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.

O ser humano não é absoluto.

Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama."

Arnaldo Jabor

terça-feira, 24 de março de 2015

Trabalho sobre a importância da água realizado pelo 2º ano, turma 2002, PROEMI do Colégio Estadual Chequer Jorge.



Excelente trabalho que traz uma reflexão sobre a utilização da água em nossos dias.
Projeto: Gaste Menos/Poupe Mais

Parabéns com louvor aos alunos que com apenas cinco reais realizaram este vídeo!

Morte por Aline Carla Rodrigues


MORTE

Entre o menor abandonado e a marginalidade existe a FEBEM,
entre a cela do pobre e do diplomático subsiste um DIPLOMA;
que nunca foi usado em favor do POVO.
Entre a vaga da UNIVERSIDADE FEDERAL e o aluno lucrativo,
está inclusa a miséria do analfabeto.
Entre o salário do trabalhador e o ordenado do SENADO,
está explícita uma política vergonhosa.
Entre o canavial e o dono da terra,
permanece o suor das CRIANÇAS que fizeram o trabalho escravo.
Entre as leis que regem o nosso PAÍS e sua aplicação,
está subordinada a burocracia.
Entre a burguesia e os senhores feudais,
continua o HOMEM SEM TERRA.
Entre o aluguel e a política de habitação,
está o IMPOSTO angariado com o dinheiro do TRABALHADOR.
Entre a favela e o apadrinhamento especulativo,
está o voto subornado.
Entre o apagão e a ENERGIA ELÉTRICA,
está a PRIVATIZAÇÃO.
Entre a tecnologia e a FOME,
está a desesperança do êxodo rural.
Entre o abstrato e o concreto da informação;
Persiste a conexão das multinacionais.
Entre o racional e irracional;
Estão impregnadas as marcas omissas da hierarquia “eclesiástica”.
Entre o empregado e o desempregado;
Está o eco do grito:
INDEPENDÊNCIA OU MORTE!
A morte está retratada em nosso cotidiano.
E você independência onde está?

Aline Carla Rodrigues

Obs.: Escrito em 2002 por mim, depois de 13 anos mais atual do que poderia imaginar.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Descolonize-se!



“Descolonizar é olhar o mundo com os próprios olhos, 
pensá-lo de um ponto de vista próprio, 
descolonize-se!”


Autor desconhecido

Beleza e filosofia!


“Ainda não vi ninguém que ame a virtude tanto quanto ama a beleza do corpo.”
Confúcio


“Ó beleza! Onde está tua verdade?”
William Shakespeare


“A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla.”
David Hume

“A beleza é uma contradição velada.”
Jean-Paul Sartre


"Para o sapo o ideal de beleza é a sapa."
Voltaire


“A própria moda e os países determinam aquilo a que se chama beleza.”
Blaise Pascal


“Eu confio na minha beleza. 
Eu não confio é no bom gosto dos outros.”
Tati Bernardi

Nunca permita!








Pesa, pondera, delira, tens todos os direitos que são teus!


Pesa, pondera, delira, tens todos os direitos que são teus!

A ARTE DO TEMPO


"Na convivência, o tempo não importa. 
Se for um minuto, uma hora, uma vida. 
O que importa é o que ficou deste minuto, desta hora, desta vida… 
Lembra-te do que importa …
 e tudo o que semeares colherás. 
Por isto, marca a tua passagem, deixa algo de ti,…
 do teu minuto, da tua hora, do teu dia, da tua vida."

 Mário Quintana

sexta-feira, 20 de março de 2015

quinta-feira, 19 de março de 2015

O inexplicável desafia a sorte!


Nos embates da vida só resistem aqueles que sabem por onde desejam andar.
Ser único que somos na luz da imensidão,
 muitas vezes acompanhados somente da angústia ou a certeza do que desejamos.
Prossigamos, 
afinal de contas o inexplicável desafia a sorte!

Imenso abraço, Aline Carla Rodrigues.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Pensamento para o dia



Senhor meu Deus, em ti confio; salva-me de todos os que me perseguem, e livra-me;

Salmos 7:1

terça-feira, 10 de março de 2015

Dieta



A minha alma está de dieta. 
Eu não me alimento de más emoções. 


- Lígia Guerra -

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