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A ARTE RENOVA O OLHAR!

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

" Viva cada dia como se fosse o último!"




" Viva cada dia como se fosse o último!
Renasça a cada manhã e faça suas 24 horas valerem a pena.
Conserte seus erros, ou repita-os se julgar necessário.
Felicidade não é fazer as coisas certas!
A vida não é uma ciência exata, é humana! " 
(C.R.I.E)

Heloá Marques

10 destinos para ver arte ao ar livre


Unir natureza, arquitetura e artes plásticas é garantia de dias inspiradores. Nos melhores museus a céu aberto do mundo, arte e paisagem estabelecem diálogo contínuo. Confira abaixo locais imperdíveis em sete países diferentes!
Ladders in water, de Strijdom van der Merwe, no parque de esculturas da NIROX Foundation na África do Sul

África do Sul


Vale sair de Joanesburgo e dirigir por 45 minutos para conhecer o parque de esculturas daNIROX Foundation, com 15 hectares e obras de nomes como os dos ingleses Chris Drury e Richard Long. A história da África do Sul tem traumas sociais, culturais e naturais que intrigam e alimentam a expressão criativa. Pensando nisso, a NIROX hospeda de 15 a 30 artistas por ano, ao longo de dois meses. A produção feita in loco pode resultar em exposições nos pavilhões e gramados da fundação, como é o caso de Ladders in water, de Strijdom van der Merwe, e Diver, de Doreen Southwood. “A paisagem daqui é deslumbrante e tenho andado muito, o que me faz pensar sobre nossa capacidade de analisar, escrever e reescrever o espaço, no qual o horizonte é uma linha de referência. Uma linha obscurecida, de alcance impossível e que muda constantemente. Outro assunto que me interessa é a descoberta de fósseis nesta região, o que me leva à história do corpo humano”, explica a indiana Zuleikha Chaudhari, que estava em residência na NIROX em setembro. Em 2013, foi inaugurado um pavilhão com um restaurante pop-up onde acontecem workshops que exploram as relações entre arte e gastronomia.
Diver, de Doreen Southwood, no parque de esculturas da NIROX Foundation na África do Sul

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Mother Peace, de Mark di Suvero, no StormKing Art Center nos Estados Unidos

Estados Unidos


Vai para Nova York? Pegue a estrada em direção ao noroeste de Manhattan. Rapidamente os arranha-céus da cidade darão lugar a uma vegetação exuberante e inspiradora. Ao chegar no Storm King Art Center, aberto na década de 1960 pelos colecionadores Ralph E. Ogden e H. Peter Stern, alugue uma bicicleta para ver esculturas de artistas como Alexander Calder, Richard Serra e Roy Lichtenstein, espalhadas por um parque com cerca de 200 hectares. Vale sentar ao lado de uma das obras do escultor abstrato americano Mark di Suvero e apreciar os campos de flores brancas, ou se arriscar sob a escultura-pêndulo Suspended, do israelense Menashe Kadishman. Não se esqueça de levar quitutes para um piquenique, sem deixar de provar o refrigerante orgânico de cola produzido na região e vendido na lanchonete do parque.
Suspended, de Menashe Kadishman, no StormKing Art Center nos Estados Unidos

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Museu principal do Château La Coste, na França, projeto de Tadao Ando

França


Natureza, gastronomia, arte e arquitetura: no Château La Coste, é possível apreciar a paisagem da Provence, degustar vinhos tinto, branco e rosé produzidos nos 125 hectares do château, ver esculturas e instalações de Louise Bourgeois, Jean Prouvé, Tunga, Franz West, Hiroshi Sugimoto e visitar prédios assinados por Jean Nouvel, responsável pela vinícola, Tadao Ando, que assina o museu principal, e Frank Gehry, que projetou o pavilhão da música. Programe-se: durante o verão, há sessões de cinema ao ar livre. Já noDomaine de Chaumont-sur-Loire, a 200 km de Paris, a cada ano fotógrafos e artistas plásticos recebem dos curadores a tarefa de criar instalações site-specific que tenham relação direta com a natureza. Até o dia 11 de novembro, podem ser vistas obras do austríaco Klaus Pinter e da japonesa Fujiko Nakaya. “Arte e natureza são inseparáveis e, por isso, procuro trabalhar em harmonia com ela, e não dominá-la”, conta o inglês David Nash, que trabalha não só com madeira, mas também com ar, água e fogo. Para o instituto, ele reproduziu o desenho interno do pitoresco castelo. Entre as instalações permanentes, são imperdíveis as do japonês Tadashi Kawamata e do italiano Giuseppe Penone.
Obra de Klaus Pinter no Domaine de Chaumont-sur-Loire, na França


Reprodução do desenho interno do castelo de Domaine de Chaumont-sur-Loire, por David Nash

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Obra de Helen Escobedo no Yorkshire Sculpture Park em Londres

Londres


Aberto em 1977, o Yorkshire Sculpture Park é o museu-parque europeu que recebe obras mais experimentais e contemporâneas. Procure pelas esculturas da dupla Lucy + Jorge Orta, expostas até 3 de novembro, cujos temas principais são a água e questões que envolvem a sustentabilidade (vale conhecer a série chamada Amazonia, na qual a dupla ressalta o poder da natureza em nosso dia a dia). Entre as árvores e as cinco galerias, destaque para obras permanentes de Antony Gormley, Helen Escobedo, Isamu Noguchi, James Turrell, Martin Creed, Peter Liversidge e Sol LeWitt.
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Manoir d’Essor, de Jean Dubuffet, no Louisiana Museum of Modern Art na Dinamarca

Dinamarca


Na fronteira entre a Dinamarca e a Suécia está o Louisiana Museum of Modern Art, com um acervo de mais de 3 mil obras de artistas como Henry Moore, Joan Miró, Yves Klein, Rauschenberg e Giacometti, entre outros.Embora a arte moderna predomine na coleção, são organizadas performances e exposições temporárias de arte contemporânea e, até o dia 29 deste mês, será possível visitar Yoko Ono Half-a-Wind Show, uma retrospectiva para comemorar os 50 anos de trabalho da artista japonesa. Responsáveis pelo projeto do parque, os arquitetos Ole e Edith Nørgaard idealizaram a disposição das obras do jardim e pavilhões em forma de labirinto para garantir uma surpresa feliz a cada esquina. Manoir d’Essor, de Jean Dubuffet, é uma obra já existente, mas realizada pelo artista em versão seis vezes maior, especialmente para o parque-museu.
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Benesse House Oval, projetado por Tadao Ando na ilha de Naoshima, no Japão

Japão


“Seikô udoku kakô tôdoku” é um ditado japonês que quer dizer “No verão, cultivar os campos. No inverno, cultivar a mente”. Inspirados por essa premissa e pela necessidade de questionar a forma como o homem se relaciona com a natureza seja no inverno seja no verão, os curadores do Echigo-Tsumari Art Field, a três horas de Tóquio, convidam artistas para fazerem instalações site-specific e performances pelos jardins e plantações de arroz da província de Niigata. A ideia é nobre: recuperar as memórias de uma origem que já foi esquecida e fazer com que as pessoas desenvolvam novas ligações entre si e com a terra. Quem aderiu à causa? O francês Christian Boltanski, o chinês Cai Guo-Qiang, o cubano Carlos Garaicoa, a japonesa Yayoi Kusama, o americano James Turrell e muitos outros grandes nomes da arte contemporânea. Em Scarecrow Project, o brasileiro Oscar Oiwa distribuiu espantalhos vermelhos carregando bebês para representar as famílias que trabalham no campo. Já na ilha de Naoshima, no sul do país, os museus, hotéis e parques administrados pela fundação Benesse Art garantem uma viagem artsy de tirar o fôlego: Tadao Ando, Hiroshi Sugimoto, Walter De Maria, Lee Ufan, Michelangelo Pistoletto e Dan Graham são alguns dos artistas responsáveis pelos projetos arquitetônicos e obras de arte espalhados pela ilha. Faça a reserva com antecedência e hospede-se no Benesse House Oval. Projetado por Tadao Ando, é o mais luxuoso dos hotéis da ilha, com apenas seis quartos, repletos de obras de arte.
Scarecrow Project, de Oscar Oiwa no Echigo-Tsumari Art Field, no Japão

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Obra de Carlos Vergara no Museu do Açude, na Floresta da Tijuca

Brasil

No meio da Floresta da Tijuca, o Museu do Açude nasceu na década de 1920 com uma proposta singular: promover o diálogo entre o patrimônio cultural brasileiro e a natureza exuberante do Rio de Janeiro. Assim, a residência neocolonial reformada por Castro Maya passou a abrigar obras de arte em seu jardim e salões: Lygia Pape, Nuno Ramos, Hélio Oiticica, Anna Maria Maiolino e Carlos Vergara são alguns dos brasileiros que escreveram nossa história da arte e aceitaram o desafio do projeto, hoje aberto ao público. Já em Minas, Bernardo Paz foi o responsável por transformar o Brasil em destino must go da rota artística mundial. Com jardins inicialmente criados por Burle Marx, Inhotim tem pavilhões belíssimos e obras comissionadas que dialogam com o parque. É o caso do caleidoscópio de Olafur Eliasson, de uma instalação de Matthew Barney e da escultura-labirinto criada por Cristina Iglesias, que, desde os anos 1980, pesquisa elementos do universo barroco, como o movimento, o labirinto e a ilusão de infinito.

Escultura-labirinto de Cristina Iglesias em Inhotim, em Minas Gerais

Os melhores destinos para visitar


Natureza, aventura e cultura são tendência!




Myanmar
Quando dominaram o país, os ingleses o nomearam de Birmânia graças à tribo Bamar. Após a partida deles, o antigo nome voltou para desvincular o lugar dos tempos coloniais. Estando em Myanmar, a primeira parada obrigatória é Rangum, a capital do país. O lugar tem uma diversidade cultural impressionante, com influências da Inglaterra, da China, e da Índia, tanto na arquitetura quanto na gastronomia. No quesito espiritualidade Bamar é a capital absoluta no país. Por lá, mais de dois mil pagodes e templos desenham uma maravilhosa paisagem que, mesmo sem fotos, ficará registrada na memória para sempre.


Índia
Todo o encanto e misticismo do país se revelam no romantismo do Taj Mahal, na sensualidade dos templos de Khajuraho e na espiritualidade encarnada em Madurai. Por todos os lados, paisagens idílicas evocam a época dos lendários marajás. O clima de sonho fica completo pela música típica, cheia de sons viciantes que remontam séculos de tradição. O mesmo acontece com as belas vestimentas, que beiram a perfeição no estado do Rajastão. Por lá, se estiver em busca do lado selvagem da Índia, o destino certo é a pousada Banjaar Tola, no Parque Nacional Kanha. Para aqueles que procuram conforto e luxo, o Jai Mahal Palace, em Jaipur, transformará as lembranças da viagem nas mais lindas do ano inteiro.


Patagônia
Na zona austral das Américas existe um lugar perfeito para quem quer se cercar pelas maravilhas da natureza. Dentre as belezas infinitas da Patagônia, a cidade de Calafate é uma parada obrigatória. É lá que fica o Parque Nacional Los Glaciares, que guarda tesouros deslumbrantes como o glaciar Perito Moreno. Mas nada se compara ao ápice de formosura de Ushuaia, a autodenominada capital do fim do mundo. O destino pode ser remoto, mas a experiência é tão fantástica que marca para sempre a vida daqueles que o visitaram.


Islândia
O país é comumente lembrado por sua capital Reykjavík, a exuberante Lagoa Azul e por ser a terra nativa dos mundialmente famosos Björk e Sigur Rós. Além disso, a Islândia é um paraíso para aventureiros e fotógrafos. A região tem um milhão de atrações, como piscinas de lama borbulhante, fiordes e gêiseres em erupção, geleiras e cachoeiras, vulcões que inspiraram Julio Verne, cavalos selvagens e criaturas místicas. Isso sem falar na aurora boreal que pode ser vista ao longo do ano todo – apesar de ser mais fácil testemunhá-la nas noites mais escuras entre setembro e março. Esta ilha européia de 103 mil km² e 320 mil habitantes reúne atrações naturais que dificilmente serão encontrados em algum outro lugar do planeta.


Turquia
Istambul já foi a capital de três impérios: o Romano, o Bizantino e o Otomano. Não há como ignorar que a cidade tem história de sobra para seduzir qualquer visitante. Isso sem falar nas belezas naturais. A vista do Corvo de Ouro e o estreito de Bósforo, que liga o mar Negro ao mar de Mármara, são paradas essenciais. Visitar Santa Sofia e a Mesquita Azul, pechinchar no mercado e ver o que restou do império Otomano no Palácio Topkapi são coisas que todo viajante precisa fazer pelo menos uma vez na vida. Mas é no coração da Turquia que fica escondida a joia mais preciosa: a Capadócia. Acidade antiga formada de cavernas de pedra só rivaliza com os famosos passeios de balão.


Chicago
Frank Lloyd Wright, Daniel Burnham, John Root, Louis Sullivan y Mies van der Rohesão alguns dos maestros que renovaram a cidade após o grande incêndio de 1871. Hoje, descobrir essa cidade fascinante é uma experiência inigualável para os amantes da arquitetura. Uma boa forma de admirar os maravilhosos edifícios do local, como a Sears Tower, a Trump International Hotel and Tower e o John Hancock Center é fazer um delicioso passeio de barco pelo rio Michigan. Sem dúvida, uma jornada cativante.


Marrocos
A terra dos Berberes ou Imazighen (homens da terra) é uma mix de sensações, uma explosão de cores, texturas e culturas. Entre as mais importantes e cativantes obras da arquitetura e decoração se encontram as mesquitas, ruínas e palácios, como o Palácio Real, o mausoléu de Mohammed V e a Kasbah dos Oudaias. Seja em Fez, Essaouira ou Chauen, é possível se deliciar com chá de menta enquanto se observa a agitação dos artesãos trabalhando o cobre e as negociações dos comerciantes. Por outro lado, não existe uma experiência mais marcante e indescritível que uma estadia nos portões do deserto. Eles se encontram a caminho de Ouarzazate, onde é possível descobrir paisagens saarianas com dunas de tirar o fôlego, acampamentos nômades e pequenas aldeias isoladas. NoMarrocos é possível – e irresistível – recorrer ao clichê e passear de camelo.


Yucatán
Mérida, a cidade branca, é considerada a mais segura e com a melhor qualidade de vida de todo o México. É possível admirar, em seus arredores, luxuosas fazendas dentre as quais muitas foram transformadas em suntuosos hotéis boutique. Perto de Yucatán encontra-se a Reserva da Biosfera Ría Celestún com uma imensa variedade de fauna e flora, selvas, mangues e espécies como o tamanduá-bandeira e o flamingo-rosado. Outra parada obrigatória é o Chichén Itzá, um centro religioso da antiga civilização Maia.


Maldivas
No meio do oceano Índico, ao sul da Índia, ficam as águas mais cristalinas e fantasiosas que os olhos humanos já contemplaram. Cercados por tons de azul e de turquesa estão deslumbrantes barreiras de coral e longos bancos de areia alva. As maldivas são um conjunto de quase 1.200 ilhas de coral distribuídas em 26 grandes atóis. De todas elas, apenas 202 estão habitadas e 87 são abertas ao turismo. Nos antigos relatos de Marco Polo, ele já descrevia o arquipélago como a “flor das Índias” cujo verdadeiro nome em sânscrito significa “coroa de flores”. As Maldivas são um paraíso para quem quer mimar todos os cinco sentidos.


Uganda
Winston Churchill descrevia o país como a Pérola da África, pois ele concentra a essência de todo o continente. Lá ficam as Montanhas da Lua e o Parque Nacional dos Montes Rwenzori, cujos segredos e magia somente são conhecidos pelos povos pigmeus Batwa e Bokongo. A Uganda conta com a maior concentração de primatas da Terra, incluindo o gorila da montanha, que vive na selva fechada do país. O melhor lugar para observação desse animal é o Parque Nacional de Bwindi, onde vivem mais de 300 exemplares. A vida natural da Uganda torna o lugar ideal para um emocionante safári.

* Matéria originalmente publicada em AD México.

15.000 livros para Abraham Lincoln




A adoração dos norte-americanos pelo ex-presidente Abraham Lincoln (1809-1865) é tanta que um instituto cultural de Washington resolveu homenageá-lo de uma forma inusitada neste fim de semana. Em comemoração aos 203 anos do nascimento do líder Republicano, completados em 12 de fevereiro, funcionários do local decidiram empilhar praticamente todos os livros que existem sobre a vida e a obra do líder republicano.

Quem passou pelo Ford’s Theatre Center for Education and Leadership neste domingo se deparou com uma torre de 10 metros de altura, composta por nada menos do que 15.000 títulos. A pilha chegava até o terceiro andar da instituição.

Tudo isso em nome do presidente que aboliu a escravidão e conseguiu manter a unidade nacional durante a Guerra de Secessão. O local escolhido para celebrar o legado do mito não podia ser mais apropriado: o instituto cultural está no mesmo quarteirão da Petersen House – casa onde Abraham Lincoln foi assassinado – e do museu, em construção, dedicado a ele.











Obras de arte entram na moda do "selfie"



Artista vira hit na internet com série de fotos



A diretora de arte Olivia Muus teve uma ideia criativa, e um tanto quanto inusitada, quando visitou a Galeria Nacional da Dinamarca, em Copenhage. A artista pediu para a amiga Sophie Hotchkiss posicionar um celular em frente a um dos retratos famosos, e fotografou para dar a impressão de que a personagem histórica tinha aderido à moda do selfie.


A brincadeira deu tão certo, que a série de fotos de Olivia viraram hit na internet, e originaram o Museu das Selfies. "Tirei a foto de brincadeira e gostei de ver como uma coisa simples como essa pode mudar o caráter das pinturas e dar um significado completamente novo às suas expressões faciais".

Veja algumas das imagens e divirta-se imaginando o que cada personagem pensaria da sua própria selfie.












Fonte: Casa Vogue

Desejo




"Desejo que ao menos por um dia, você sacuda o mundo e descubra que somente você pode estar em primeiro lugar em sua vida. 
Toda vez que você coloca alguém nesse lugar que é só seu os relacionamentos desandam.
Desejo que ao menos por um dia, você saiba que os problemas não podem te deter, somente você pode e siga em frente. 
O maior problema é como você lida com os problemas, então relaxe.
Desejo que ao menos por um dia, você aceite seus erros somente como parte do aprendizado e sinta mais prazer na vida.
 O erro faz parte do êxito e quem nunca errou que atire a primeira pedra.
O Ano Novo se aproxima e junto dele as esperanças se renovam, os sonhos tomam vida e os desejos se multiplicam. Tomado por esse clima tenho muito a desejar para você...
Desejo que todo o seu passado se ilumine para que as sombras se tornem luz e os ressentimentos se tornem aprendizagem. 
Que ao olhar para traz você se sinta leve e confiante.
Desejo que você reconheça a grandeza dos seus momentos e entenda o quão importante serão para o seu aprendizado, pois eles trouxeram com o tempo a coisa mais importante que você tem: 
A vida! 
Continue, pois ainda que não entendamos tudo é um milagre."

Foto de Rafaella Siqueira Pessoa com seu eterno campeão.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Maior festival de balonismo do mundo


Albuquerque International Balloon Fiesta, (em português) Festival Internacional de Balonismo de Albuquerque, realizado anualmente na cidade de Albuquerque, no Novo México, Estados Unidos, é o maior do mundo. 




O local oferece as condições ideais para a prática de balonismo, com clima constante, altitude acima de 1500 metros, tornando o ar menos denso, com grandes espaços abertos e muito sol.




O maior festival de balonismo do mundo chegou a reunir 1019 balões de diferentes países e um público de mais de 1 milhão de pessoas. 




Além dos balões convencionais, são criados balões com formas inusitadas com as mais diversas formas, cores e tamanhos. 




O local onde se realiza este incrível evento se chama "Fiesta Field", fica a cerca de 5 km do centro da cidade, sendo que o festival acontece normalmente no início de outubro. 




A Balloon Fiesta é um evento de nove dias, que começou em 1972 como o destaque de uma festa de aniversário para a rádio 50,770 KOB que reuniu na época 13 balões. 




O encontro de balões cresceu a cada ano ao longo de décadas, e hoje é a maior convenção de balões do mundo. 




O número de balões atingiu um pico de 1.019 no ano de 2000, o que levou o Conselho Balloon Fiesta a limitar o número para 750 a partir de 2001, e para 600 em 2009, para não compromoter a qualidade do evento. 




Durante a festa são realizados vários eventos envolvendo os balões:
Massa Ascensions = Enchimento e ascensão de balões em massa, ao mesmo tempo.
Special Shape Rodeo = Balões com formas inusitadas.
Glows Balão = Voos noturnos com os balões iluminados.
Fiesta Desafio = competição onde os balonistas tentam jogar uma marca o mais próximo de um alvo.
Desafio Gas Balloon Race da América = Corrida de balões.

Fonte:http://gigantesdomundo.blogspot.com.br/2014/02/maior-festival-de-balonismo-do-mundo.html

Amar por Drummond



"Amar"

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho,
 e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa,
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Drummond

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

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