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A ARTE RENOVA O OLHAR!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Cerâmica em forma de natureza vitrificada


Designer dinamarquesa cria plantas com as mãos



Cerâmicas e porcelanas costumam dar origem a vasos, louças e utensílios que, eventualmente, além de servirem como itens de mesa, tornam-se recipientes para flores, frutos e outros elementos orgânicos. Mas no caso do trabalho da designer Marianne Nielsen, o sopro da mãe natureza aparece antes no processo.

A paixão pela técnica começou na faculdade, quando a dinamarquesa desenvolveu um projeto de pesquisa sobre a função das louças e talheres sobre uma mesa. A partir daí, ela quis se aprofundar no significado de cada peça. "Como ceramista, busco ressaltar o significado cultural dos objetos usando um processo criativo tradicional. Assim, formam-se as bases para o entendimento da identidade deles", conta.


Com o passar do tempo, suas criações, que desafiavam o senso comum entre pratos e talheres, abriram espaço para outras simplesmente decorativas. Os ornamentos com inspiração natural usados nos detalhes deram origem a uma enorme coleção que revive o reino vegetal e, algumas vezes, o animal. Entre arranjos vitrificados em forma de crisântemos ou jacintos, surgem exemplares que também são funcionais, como o bowl em forma de maçã.

"No meu trabalho com decoração, uso a natureza como referência de beleza e ornamento. Adoro o contraste entre o caos das estruturas orgânicas e a interpretação do homem", explica Marianne. As peças resultantes, cheias de belos detalhes, fazem jus à inspiração.
































Fonte: Casa Vogue

Educação mental por Lígia Guerra



Que o pensamento tem força todos sabem. 
Mas saber e sentir são coisas bem diferentes. 
Os pensamentos nos levam… 
Nos conduzem para as direções mais inesperadas. 
Eles nos aproximam ou nos afastam das pessoas, 
das conquistas e da felicidade. 
A escolha é exercida a cada segundo. 
As consequências serão colhidas durante anos. 
Você tem pensado em quê? 
Como está a sua educação mental? 
Você é rei ou escravo da sua mente? 
Aproprie-se do seu destino. 
AGORA! 


- Lígia Guerra -

Quando o amor acontece!



O amor entre um homem e uma mulher quando realmente acontece, não exige esforços para amar... Simplesmente ama. 


Amar quem te ama não exige esforço algum, pois amar e ser amado assemelha-se ao fluir livre de um rio de águas cristalinas... Simplesmente acontece sem esforços, pois é natural que assim seja...


Assim, penso que, quando entre um homem e uma mulher, um tem que se esforçar desesperadamente para amar o outro, fazendo do seu amor não um ato livre, natural e espontâneo, mas sim um motivo de sofrimento, humilhação e cansaço, não se pode ainda chamar esse tipo de união, de união de amor, tal a dor que ela gera. 


Assim, penso que entre um homem e uma mulher - é preciso dizer isso -, antes de se tornarem uma só carne é necessário que se tornem primeiramente, um só espirito. 


Porquanto, na mesma medida em que para eles é impossível a união das suas almas num mesmo amor e sonhos de vida, eles se desqualificam como par ideal para a união dos corpos. Pois sem amor a união dos corpos nada é...


E isso porque, se primeiramente os seus corações não estiverem firmemente unidos num mesmo espírito de amor um pelo outro, a união dos seus corpos carecerá necessariamente de verdade, harmonia e plenitude, e neles superabundarão os desencontros de alma , os traumas e os motivos de arrependimento...


( Autor: VBMello)

Fonte: Vivendo pela palavra

"Fale suas queixas para DEUS" por Irismar Oliveira




Em dias como esses...

Em que expor  as queixas 
nas redes sociais é algo que
está ficando tão normal para alguns,
eu oro por mais lamentações diante do SENHOR,
ao invés de ouvir e ler tantas feitas diante dos 
homens.


Que a nossa alma possa desejar
se rasgar perante a fase do SENHOR, 
ao invés de viver se lamentando diante 
dos homens.


VEJA :

"...De tarde, de manhã e ao meio-dia 
me queixarei e me lamentarei; e ele 
ouvirá a minha voz. Sl 55:17

DEUS sabe da importância que 
se tem em desabafar na vida, que é saudável 
abrir o coração para alguém também, mas também 
precisamos entender que  há o tempo, o local 
e as pessoas certas para que isso
ocorra.

DEUS tem estrutura de ouvir as 
nossas lamurias e queixas e nunca 
sofrerá alteração alguma, e ainda tem 
os recursos que pode nos ajudar.


( By Irismar Oliveira)

http://irismaroliveira.blogspot.com.br/2014/10/fale-suas-queixas-para-deus.html

domingo, 12 de outubro de 2014

Feliz dia das crianças! Sempre!



O Que É, O Que É?
Gonzaguinha


Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita

Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita

Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita

E a vida
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida de um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!

E a vida
Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão

Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo

Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor

Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer

Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser

Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte

E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita

Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita

Pensamento para o dia!




"Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: 
Quem é o maior no reino dos céus?
E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles,
E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.
Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus.
E qualquer que receber em meu nome um menino, tal como este, a mim me recebe."

Mateus 18:1-5

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Biblioteca em forma de espiral


Projeto sueco une aprendizado e socialização




A antiga biblioteca da Universidade de Dalarna, em Falun, na Suécia, já estava pequena demais para atender às demandas de seus estudantes e dos visitantes. Além disso, necessitava atualizar-se para oferecer mais recursos multimídia e espaços de estudo e encontros. Então, a diretoria da Universidade abriu um concurso para os escritórios de arquitetura que desejassem desenvolver um projeto para a nova biblioteca.

A proposta ganhadora, do escritório dinamarquês Adept, se inspira no conceito da espiral do conhecimento (“spiral of knowledge”), segundo o qual a criação do conhecimento é fruto de um ciclo contínuo de processos. Assim, o projeto de arquitetura definiu o interior da biblioteca com uma grande espiral constituída por rampas e escadas que vão formando diferentes níveis na construção, num total de três andares.

No piso inferior, bem no meio da espiral imaginária, fica uma grande arena, baseada nos antigos teatros romanos, com assentos em forma de escadaria. Nesse espaço, acontecem as palestras e mostras que fazem parte da programação da biblioteca. As paredes que ladeiam as rampas apoiam uma enorme quantidade de estantes, onde estão organizados os diversos livros e publicações disponíveis na biblioteca. Em alguns cantos das rampas, há saídas que levam para salas de estudos em grupo, salas de leitura e salas multimídia, entre outros espaços. “As rampas em espiral permitem que os estudantes se movimentem com facilidade dentro da biblioteca em busca do que precisam, e também é muito simples o acesso aos espaços mais tranquilos e silenciosos, dispostos em alguns cantos ao longo da fachada”, explicam os arquitetos do Adept.

Além das salas menores, a biblioteca inaugurada em junho deste ano conta também com um centro de línguas e uma cafeteria, totalizando uma área de 3.000 m2. “O projeto correspondeu às nossas expectativas: a biblioteca se tornou realmente um grande espaço de estudos e de encontros. Desde a inauguração, as salas de estudos estão sempre reservadas. A biblioteca virou até ponto de encontro e de reuniões, inclusive para os habitantes da cidade”, diz a diretora da biblioteca, Margareta Malmgren.

Do lado de fora, o edifício também corresponde à sua importância: instalado logo na entrada da universidade, ele tem um fachada sobreposta que foi desenhada especialmente em parceria com o artista dinamarquês Jeppe Hein. Feita com lâminas de aço inoxidável polido, ela reflete a luminosidade, transformando a construção num elemento que reluz em meio a um entorno preservado como espaço livre – idealizado para encontros e fluxo de pessoas. Com tanto destaque, já virou um marco na paisagem do campus.























Fonte: Casa Vogue

Pensamento para o dia


"Porém ele disse-lhes:
Não vos assusteis; buscais Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou; não está aqui onde o puseram.
Porém ide, dizei a seus discípulos...,
que Ele vai adiante de vós!"
Marcos 16.6 e 7

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

SEXTO MANDAMENTO: GUARDE SUAS METAS PARA SI MESMO


publicado em literatura por Valter Geronimo Camilo Junior



Teve uma ideia inovadora? Quer mudar de uma vez por todas da casa dos seus pais (sqn)? Pois bem, não conte a ninguém a respeito. Isso mesmo, evite a todo custo comentar sobre as suas metas para os pais, tios, vizinhos e amigos. Melhor ficar calado.

Tomei conhecimento dessa dica em uma palestra no portal TED, proferida por Derek Sivers (comentei sobre o tema em um artigo no site La Parola). É intuitivo imaginar que, ao revelar as nossas metas a terceiros, fica mais difícil realizá-las. A palestra do Derek fortalece essa suspeita, transportando-a para o âmbito da ciência.



Tudo é bem simples, na verdade. Assim que contamos a alguém sobre um novo projeto, segue-se uma dose muito forte de euforia. Somos, por vezes, parabenizados e elogiados pelo ouvinte. Isso confunde o nosso cérebro, que pensa ter realizado o próprio projeto. Nisso, tornamo-nos preguiçosos.

Em síntese: guardar segredo sobre as nossas metas evita que o cérebro incorra em erro, o que aumenta a probabilidade de sucesso no projeto de vida colocado em evidência. Por isso, não fique comentando sobre a sua vontade louca de morar sozinho, de finalmente sair de casa e ter um mínimo de liberdade. Simplesmente saia!



© obvious

PESSOAS BOAS MORREM CEDO


Quando "ser bom" é confundido com "somatização", a doença vem mais cedo. Morrer não é questão de escolha, mas somatizar sim.


É com frequência (e desde criança) que escuto a frase “pessoas boas morrem cedo”, dito com um tom de revolta como se fosse uma das maiores injustiças que existem no mundo. E continuam falando que pessoas ruins continuam vivas, elas é que deveriam morrer e não as boas. É um mundo cruel, um Deus injusto.

Tenho certeza que você já ouviu algum comentário do tipo, ou já pensou ou falou algo assim. Mas o que você sabe sobre essas pessoas que recebem o rótulo de “boas”? O que você sabe sobre a história de vida delas? O que você sabe sobre os sentimentos vividos por esta pessoa? Tenho certeza que não sabe a resposta de nenhum desses questionamentos. Você só sabe que ela era uma boa pessoa e pronto, não merecia sofrer ou morrer tão cedo.

Sofrer e morrer todos nós vamos, ser boa ou má pessoa não é critério de escolha. Morrer e sofrer são critérios da vida, são as condições por estarmos vivos. O que está vivo, morre. Apenas a forma do sofrer e do morrer é resultado de uma escolha sua. Não há mudança nisso, são questionamentos sem respostas.



O que percebo é que essas tais "pessoas boas" “engolem sapo” a vida inteira, suportam a tudo e a todos, caladas, dizendo “sim” forçadamente quando o seu íntimo grita por um “não”. Aceitando o que não se quer aceitar e ainda tentam enganar a si mesmas com o conformismo da frase “é assim mesmo”.

Talvez sejam pessoas que nunca conseguiram desenvolver autonomia para a mudança. Que foram educadas para caminhar como um ser passivo. Sem ser ativo no mundo, o corpo não gasta a energia que tem gastar, ela se acumula. E como todo acúmulo ou excesso, uma hora transborda. Como? Adoecendo. Às vezes ainda tem jeito. Às vezes é tarde demais. A vida vai clamar por equilíbrio.

O que o corpo não gasta, ele somatiza. E num passivo “engolir de sapos”, o corpo vai somatizando. Não é algo de um ou dois dias. É algo de uma vida inteira. Não há ação, só reação manifestada com o adoecer. De olhos vendados, as pessoas boas seguem acreditando que é preciso aceitar, que é assim mesmo, que a vida é difícil e não há possibilidades. Acreditam que devem engolir tudo que lhes é atirado.

A pessoa não reage. “Fulano é tão bom, foi humilhado à vida toda e nunca revidou, sempre vivendo em ‘paz’ com ele mesmo”. Enquanto isso, as contestações internas fazem do seu corpo um campo de guerra, uma batalha árdua que pode ter um fim trágico com intenso sofrimento e dor (física e emocional). Para a dor física há remédios, e para a dor emocional o que há?

Nossas emoções se revelam no nosso corpo. Os mecanismos conscientes e inconscientes agem rapidamente e nossas células manifestam cada mínimo detalhe desta ação/reação. É você refletindo como você é, como você funciona, como você enxerga a si e o mundo, e não simplesmente por imposição – “porque é assim mesmo”. É só você sendo você mesmo.

Portanto, se você for rotulado como essa tal pessoa boa, reavalie-se!



[Fotos: Google Images]



© obvious: http://lounge.obviousmag.org/comportamento/2014/09/pessoas-boas-morrem-cedo.html#ixzz3FP3rmOyA

domingo, 5 de outubro de 2014

Arte e música se fundem em exposição


Mostra apresenta a forte conexão entre som e arte visual



Com seus sedutores labirintos em forma de canais e um conjunto arquitetônico sem igual, Veneza é uma festa para os olhos. Porém, na nova exposição da Fondazione Prada, o estímulo vai além do visual, atingindo também o campo sonoro. Com entrada por uma das minúsculas ruelas venezianas, em uma área afastada da parte mais turística, em um palácio histórico de frente para o Grande Canal, a Fondazione se estabeleceu como destino obrigatório na metrópole medieval para mostras de arte da vanguarda contemporânea.

Na atual exposição, intitulada “Art or Sound”, curada pelo renomado Germano Celant, uma abrangente investigação da relação entre o som e a arte visual é feita para cobrir desde instrumentos musicais antigos de séculos passados até objetos atuais de uso polivalente, como a mesa “Marble Sonic Table” (2011), de Doug Aitken. Com base de madeira, o tampo serve ainda como um xilofone, dando ao móvel a função de instrumento musical. Equipado com baquetas, é possível tocar notas musicais no tampo de ônix alabastro.


Outros destaques são os instrumentos híbridos do artista Ken Butler, do Brooklyn, que questionam a função primária dos objetos. "Ao recontextualizar esses instrumentos musicais como peças de arte, Celant preenche uma lacuna curatorial e transforma as noções de forma e função”, diz Ken. “Isso expande os mundos da música experimental, da arte sonora e das instalações”, completa o artista. Desde 1978, com uma pioneira visão de sustentabilidade, como o que fazer com o lixo, o artista plástico e músico transforma objetos achados em instrumentos musicais. Assim, um taco de golfe ou uma raquete de tênis, com criatividade e algumas cordas bem colocadas, vão de tacadas esportivas a tacadas melódicas. Além de exibir suas criações na exposição, Ken também fez parte de uma série de performances que acontecem paralelas à mostra.

Mesmo com todos esses nomes badalados, como Laurie Anderson, Tom Sachs, Maurizio Cattelan, Nam June Paik e Janet Cardiff, os objetos “antiques” não desapontam e fazem presença num cenário perfeito para serem admirados, como os órgãos e gramofones pioneiros que se encontram nas galerias restauradas da Fondazione. E para os que preferem os clássicos, há peças de Theo van Doesburg, Alexander Calder e Robert Rauschenberg.


A variedade de modalidades artísticas exibidas através do tempo e das tendências estabelece, sem dúvida, uma forte conexão entre o som e a arte visual, explicando como um pode inspirar o outro, e como muitas vezes um é até mesmo essencial ao outro. Embora estejam expostos itens em que essa conexão aparece de maneira explícita, a mostra também traz essa ligação de maneira mais sutil e subjetiva, sendo impossível imaginar qualquer artista criando sem sua lista pessoal de música para alimentar o espírito e fazer a imaginação voar.

Art or Sound
Data: até 3 de novembro
Local: Fondazione Prada
Endereço: Calle de Ca’ Corner, Santa Croce 2215 - 30135 Venice
Horário: de quarta a segunda, das 10h às 18h
Entrada: 10 euros



























































Fonte: Casa Vogue

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