SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Você não pode perder "Flora a arte de ser mulher". Venha!


Catálogo com 5.000 pintores




Para você que gosta de pinturas:

Catálogo com 5.000 Pintores
Trata-se de um catálogo gigantesco (huge catalogue) de pintura ou seja, um Museu de Arte dentro de sua casa, para você apreciar quando quiser.
São 5.000 pintores e mais de 100.000 obras.
Quando abrir a 1ª página, vá até o final e encontre uma lista com o nome dos pintores.
Clique no Nome escolhido e suas obras aparecerão.
Clique em cada obra e ela se ampliará.
Maravilhe-se a vontade:

http://www.mystudios.com/artgallery/
via http://outrarevista.blogspot.com.br/2013/04/catalogo-com-5000-pintores.html

DIM BRINQUEDIM: O ARTISTA QUE FAZ ARTE BRINCANDO


O trabalho de Dim e o seu Museu Brinquedim encantam pelo aspecto estético e lúdico da sua arte. Este artista autodidata joga com a inocência e o colorido da infância para criar obras divertidas e surpreendentes.

Antonio Jáder Pereira dos Santos, que carinhosamente é conhecido como Dim, nasceu em 1967, em Camocim, Ceará. Dim teve uma infância rica em experiências e não só desfrutava da companhia de sua família, muitos deles artesãos, como aproveitava da vida em comunidade que a cidade pequena pode proporcionar e circulava livremente pelos ateliers e oficinas dos vizinhos do Cruzeiro, seu bairro.



Nessas vivencias pode observar atenta e cuidadosamente o trabalho dos artesãos que o rodeavam, assim como ajudar a mãe a confeccionar flores de tecido. Também divertia-se com as encenações do boi do Mestre Cambraia e com as apresentações do mamulengueiro Zezinho do Gás.

Esse rico ambiente cultural permitiu a Dim experimentar e vivenciar a arte e a cultura em primeira pessoa e o instigou a criar seus próprio mundo fantástico de brinquedos articulados. Inspirado dos presentes da avó e com a a ajuda das ferramentas do avô carpinteiro, criou um universo infantil próprio que o diferenciava dos demais pela capacidade de concretizar -em objetos manipuláveis e divertidos- a sua fértil imaginação.

A brincadeira sempre foi minha inspiração, porque na verdade nunca deixei de brincar, sou ainda um menino que tudo observa com admiração, ai eu canalizo este brincar e observar em meu trabalho, e a brincadeira da vida se estende nele. O mais sério da vida pra mim é o brincar, levar a vida a sério é considerar seriamente que o objetivo maior da vida é a felicidade. Um dos brinquedos que eu mais gosto é o João-teimoso, porque ele traz a idéia de persistência, de nunca desistir dos nossos ideais.

Seus brinquedos seduziam crianças e adultos e foram fundamentais para a construção do seu repertório artístico multifacético e talentoso. Seu contato com a arte se deu pelo convívio com o pintor e escultor Batista Sena, de quem foi assistente.

Na década de 80, Dim colaborou no projeto Circle Catholique de France em Fortaleza, destinado a assistir e profissionalizar meninos de rua. Nessa vivência, o artista passou a encarar a confecção de brinquedos sob a óptica da investigação artística e intensificou seu trabalho neste sentido.

A partir de então conseguiu criar uma linguagem artística própria na qual consegue unir o lúdico e o estético em obras que instigam a manipulação e a interação com o espectador. Suas obras são para admirar, mas também são para brincar, tocar, manipular e por isso atraem crianças e adultos com seu jogo de cores e formas.
Sua obra já é reconhecida nacional e internacionalmente, está presente em várias reportagens e inúmeros blogs. Além disso também foi tema de pesquisas acadêmicas, documentários e inclusive da escola de samba carioca Acadêmicos do Cubango em 2013.

Seu trabalho pode ser visto no Museu Brinquedim, situado em Pindoretama no Ceará. Um acervo de 500 peças estão disponíveis para serem apreciadas: são brinquedos, esculturas e telas, de pequenas e grandes dimensões, criadas ao longo de 40 anos.

+ info:
Arte Popular Brasil: Dim
G1: Artista plástico monta museu com mais de 500 brinquedos no Ceará / Artista plástico do Ceará cria brinquedos conhecidos em outros países
Diário do Nordeste - Caderno3: O lugar da brincadeira / Brincadeira de criar / Com as cores do Nordeste
O Nordeste.com: Museu Brinquedim, Pindoretama, Ceará
Em nome do autor: Dim
La vida presentes: Dim Brinquedim
Brincantes da EcoAlegria: Projeto Paracambi EcoAlegria
Kaza Talentos Nordeste: BrinqueDim
ArteEmTer: Os Brinquedos de Dim
A casa do objeto brasileiro: Dim, as artes de um brincante, Antonio Jáder Pereira dos Santos
Salto para o futuro: Jogos e brincadeiras, desafios e descobertas
O dono do meu mundo azul: A arte de Dim Brinquedim
Antropologia da criança: Exposição virtual Brinquedim do artista-plástico e brincante Dim
Flavio Paiva: Por dentro da cabeça do Dim
Ernanitur: Museu Brinquedim em Pindoretama/CE
Jangadeiro online: Artesão faz arte para brincar em Pindoretama
Folha de São Paulo online: Lixo vira diversão no litoral do Ceará
Cultura do Brincar: Um artista brincante

+ biblio:
FREIRE, B. M. Dim: as artes de um brincante. Rio de Janeiro: FUNARTE, CNFCP, 1999.
LIMA, B. Em nome do autor: artistas e artesãos do Brasil. São Paulo: Proposta Editorial, 2008.
MEFANO, Ligia. Design de brinquedos no Brasil: Uma arqueologia do projeto e suas origens. Dissertação (mestrado em Design) – Departamento de Artes e Design, PUC – Rio, 2005. Disponível em: http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=6604@1
MENEZES, S. O Resgate de Antigas Brincadeiras nas Escolas Privadas de Goiânia. Monografia Disponível em:http://bdm.bce.unb.br/bitstream/10483/617/1/2005_SuzanaMenezes.pdf
SANTOS, P. Valéria. Querelas do Design: Brasil nas mãos. Monografia (curso de desenho industrial) Faculdade de Arquitetura e Comunicação, UNESP, São Paulo, 2007. Disponível em: http://meoestudio.blogspot.com.es/2010/09/livro-design-artesanato-brasil-nas-maos.html

emhttp://cacholamagica.blogspot.com.es/2013/02/dimbrinquedim.html

PENSAMENTO PARA O DIA


domingo, 28 de abril de 2013

Crochê em casa: tendência em Paris via Casa Vogue


Técnica ancestral em alta na decoração francesa

Capa para almofada Granny, vendida na Po! Paris

A acentuação na última sílaba denuncia: a palavra crochê deriva do francês (como se alguém ainda desconfiasse do contrário...). Crochet significa gancho, menção ao formato da agulha utilizada na confecção deste tipo de artesanato. A origem de tal técnica, no entanto, é desconhecida. Cogita-se que a secular arte possa ter vindo do Egito, da China, da Tunísia, das Arábias ou, até mesmo, do Peru. O que se sabe da história do crochê é a razão de sua expansão no continente europeu a partir do século 16.

Ensinada nos conventos, a arte predominantemente feminina se tornou um dos passatempos favoritos das damas das classes abastadas. Já no século 19, o crochê deu origem a uma verdadeira indústria em lugares como Irlanda, Inglaterra e França – um boom que se deve, em parte, à rainha Vitória, adepta da moda dos tecidos com esses bordados de cheios e vazios durante seu reinado. Com a Primeira Guerra Mundial, o crochê entrou em declínio e caiu no esquecimento durante praticamente todo o século 20, ficando relegado a grupos seletos de entusiastas.

Hoje, o trabalho manual que não requer nada além de agulha, linha e treino volta a fazer história e ganhar reconhecimento. Com a crescente valorização de tudo o que é artesanato, o crochê vem sendo redescoberto pelas novas gerações, adentrando lares espalhados pelo globo. Com ar descontraído, divertido e colorido, a tendência toma atualmente Paris, com muitos produtos vindos da África do Sul. É possível encontrar nas lojas e nas feiras de rua da Cidade-luz itens diversos, de cobertores com tom familiar a delicados vasos elaborados com fios de telefone – claro, usando o trançado do crochê.

Confira nas imagens uma seleção do que há de mais original em matéria de crochê à disposição nas lojas da capital francesa.
Coleção Cactus e Succulents, da Associação Sul Africana Projekt, na Mahatsara


Da coleção Cactus e Succulents


Da coleção Cactus e Succulents


Vasos feitos com fio de telefone, da Associação Sul Africana Projekt, na Mahatsara


Bonecos Toyi Toyi, fabricados na África do Sul e vendidos na Asart


Vasos feitos de plástico reciclado com detalhe de crochê, design Magda van der Vloed, na Mahatsara


Vasos feitos de plástico reciclado com detalhe de crochê, design Magda van der Vloed


Macacos da Associação Sul Africana Projekt, na Mahatsara


Eco trophy Kudu, design Magda van der Vloed, na Mahatsara


Pufe Knot, na Habitat



Pufe e almofadas vendidos sob encomenda na Andiart


Cobertor infantil da coleção Lexington Basic Baby, vendido na Lexington

A técnica inusitada de Siba Sahabi


Designer cria peças de feltro com uso de torno.



Between Two Rivers, “entre dois rios”, título da mais recente coleção de Siba Sahabi, é a tradução literal da palavra Mesopotâmia, berço da civilização e de importantes invenções tecnológicas. Com uma pesquisa toda voltada para a busca da conexão entre a antiga tradição da cerâmica oriental e a ocidental, a designer se inspira, nesta nova produção, em uma dessas inovações: o torno manual.

Desenvolvido em 3500 a.C. na cidade mesopotâmica de Ur, no atual Iraque, o torno manual representou uma revolução por possibilitar um feitio mais rápido e acurado dos objetos circulares. Quando foi levado à Grécia, 1.300 anos mais tarde, impulsionou a criação de um novo estilo de cerâmica, o minia.

De origem iraniana-alemã, Sahabi resolveu retomar, em seu ateliê de Amsterdã, essa antiquíssima tradição. “Quis mostrar que as influências recíprocas entre culturas diferentes são fatores de renovação e riqueza histórica”, reflete a designer. De fato, suas esculturas têm o característico acabamento circular e o padrão estriado, em homenagem aos antigos processos de produção no torno à mão, inovando no material usado. “O feltro traduz graciosamente a aparência pesada dos vasos minia, criando efeitos dramáticos”, continua Sahabi. A coleção inclui uma série de jarras e copos feitos com faixas de feltro colorido de 3mm de espessura, cobertas por uma fina camada de tinta.

Siba Sahabi, que se define “designer poética”, já participou de exposições na Europa e na China. Seu trabalho recebeu prêmios como o Comeseedo, de Berlim, e o Most Remarkable Repair Contest, de Amsterdã, e já foi publicado em livros como Papercraft (Gestalten) eThe New Artisans (Thames & Hudson).
























ENQUANTO O AMOR NÃO CHEGA... Via Temporada de Flores!


Via Tumblr
Construir o verdadeiro amor na sua vida (porque o amor começa em você primeiro) é como construir uma casa, ela começa a ser edificada pelo porão, lugar onde você se vê no escuro, sem perceber suas falhas, sem saber ao certo aonde você quer chegar. É uma fase de muitos erros e insegurança na vida sentimental, onde falta-nos o amor próprio. Você vive isso até que Deus abra o seus olhos e então passa para o primeiro andar da casa do amor e se dá por conta que precisa crescer muito em relação ao amor, porém ainda não sabe como. Só Deus é capaz de te tirar do porão emocional, porque você estava cego lá.
Você sobe para o segundo andar do amor quando decide se abrir para a cura através do PERDÃO e da RENÚNCIA em relação aos relacionamentos desastrosos do passado. É um período dolorido que dá a sensação de que você não vai suportar, mas depois que coloca em prática o perdão e a renúncia, o tempo juntamente com a ação do Espírito Santo, trazem cura para sua alma. A partir daí você começa a reconstruir sua autoestima, o que exige muita paciência, então você entra no terceiro andar do amor.
O terceiro andar é onde a mudança realmente acontece. Neste momento, a renúncia já não é mais algo tão difícil, você está se aperfeiçoando. Nesta fase você precisa aprender que amar a si mesmo é fundamental para amar o outro. A própria bíblia diz que devemos amar o próximo como amamos a nós mesmos, porém muitas vezes nós não aprendemos a amamos nem a nós mesmos ainda e isso reflete na forma como amamos o outro. Você precisa buscar crescimento interno, emocional e espiritual. Você precisa se reconhecer como valioso e digno, cheio de amor e de escolhas CONSCIENTES. É preciso eliminar a essência do desespero, da dúvida, do medo e da solidão.

Você precisa diminuir o ritmo para não se decepcionar novamente. Estar solteiro significa viver um meio tempo antes de viver um grande amor! O meio tempo serve para reconstruir sua autoestima, e além de preparatório também é protetor! Neste meio tempo você descobre que o amor que você busca está, primeiro, dentro de você e que nenhum relacionamento com alguém pode desenterrá-lo e ativá-lo na sua vida, é você quem, primeiro, deve tomar posse dele. O tempo de espera é indispensável para construir nossa autoestima e a liberdade necessárias para fazermos as escolhas que nos façam felizes. Sua autoestima e amor próprio serão como um íma que atrairá pessoas semelhantes até você. Então você está pronto para subir ao sótão da casa do amor: o amor incondicional, descrito em 1 Coríntios 13.
Portanto, chega de ficarmos estagnados no porão sentimental! Deus quer curar os seus sentimentos e restaurar seus sonhos! Entregue esta área da sua vida ao Senhor. Peça que Ele o conduza nesse processo de aprendizagem do amor.


(Texto inspirado no livro Enquanto o amor não vem, de Yanla Vanzant.)


Por Simone Messina (via Eu Escolhi Esperar)
@simessina /@V_EstarSolteiro
simessina@gmail.com

 

sábado, 27 de abril de 2013

ARTE QUE DÁ ÁGUA NA BOCA!


Abordando conceitos que estimulam a reflexão, um artista finlandês traz uma proposta contemporânea que combina paladar e perspectivas de tempo em uma criação diferente.

O nome da obra de destaque do artista Erno Erik Raitanen é "Cotton Candy Works" e faz parte da mostra chamada "All You Can Eat" exibida nos Estados Unidos.



Algodão doce era o principal e maior componente da instalação e a parte inusitada era a possibilidade das pessoas poderem encostar a língua diretamente ou retirar pedaços com as mãos e saborearem os mesmos durante a exposição.





O mais interessante é como Erno conseguiu trabalhar a forma com o conteúdo. A instalação dinâmica foi construída em prol do significado que abrange a efemeridade do tempo e sua face direta, rápida e consumidora englobando a noção de criação e destruição de objetos.Uma maneira criativa de expressar temas e dilemas debatidos atualmente.

Após algumas horas tudo o que restou da criação foram: uma cena impactante, formada apenas por cristais de açúcar espalhados pelo ambiente e uma mensagem que convida as pessoas a refletirem.


Erno Erik Raitanen Gallery

Parceria com EMATER lança "Hortas Domésticas, Escolares e Comunitárias" via Regional Noroeste Fluminense.



No dia 4 de abril, registramos o lançamento da CAMPANHA DE HORTAS DOMÉSTICAS, ESCOLARES E COMUNITÁRIAS, em parceria com a EMATER.

Estiveram presentes o Prefeito de Itaperuna - Dr. Alfredo Paulo Marques Rodrigues - e demais autoridades, juntamente com a diretora do Centro Interescolar de Agropecuária de Itaperuna - profª Raquel Mafra -, professores e alunos da escola, e representante da Diretoria Regional Administrativa - profª Cristiane - e da Diretoria Pedagógica - profª Lia Amaral.
Durante as falas, ressaltou-se a importância da parceria entre Estado e Município para o sucesso da campanha, que tem como objetivo melhorar a qualidade da alimentação com produtos orgânicos, baratear o preço dos legumes e hortaliças, entre outros. Plantas medicinais também estão incluídas no projeto.

Na ocasião, foi doado para o CIA um kit de sementes e mudas de citronella, que é utilizada principalmente como repelente ao mosquito da dengue.
Parabéns ao Colégio Agrícola pela iniciativa de sucesso.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?"



Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

- Lígia Guerra -


SOBRE A SUPERAÇÃO

Porque o ontem não importa
e cada dia é um novo dia.

E cada novo dia
é um dia a mais
lá longe de tudo
que um dia já fui.
Esta que hoje sou
apareceu somente
nos últimos anos,
até mesmo meses.
Todo resto de mim
é mais um livro lido
e tão logo esquecido,
de enredo complicado
e nenhum final feliz.
Eu me divido
em várias
versões.
Todo peso de
minha história
ou está morto ou
esquecido em meio
a protagonistas que
nunca mais encontrei.
Ainda assim,
quem hoje sou
transparece vazio
apenas aos mais atentos.
Porque a cada novo dia,
enterro mais sofrimento
e invento maneiras
de viver uma vida.
Pode não ser
a melhor das vidas,
certamente não é a pior,
mas é a que fui capaz de criar em
meio ao caos de minhas possibilidades.
Cada novo dia é
um dia mais perto
de viver como jamais
imaginei ser capaz
quando era quem
fui ontem.



E Quando o Dia Nascer por Renato Teixeira




Tom: C
C
Sei que o horizonte dessa estrada
Não pode acabar em nada
F
Você há sorrir pra mim
G
Mas as palavras não dirão
F
Se os ventos que nos levarão
C
Virão...
C
Sei que as aparências não enganam
Quando aparentemente inflamam
F
O meu olhar o seu olhar
G
Prefiro não me arrepender
F
A simplesmente não dizer
C
Te amo...
F G
E quando o dia nascer
C
Você abre a janela
F C
E deixa o sol entrar
F G
E deixa o sol entrar
C
Pela janela...

PENSAMENTO PARA O DIA!


"ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR!"

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Thiago Grulha - Pra Sempre


Pra Sempre


Eu disse sim mas não disse agora
Eu disse quero mas em outra hora
Deixa eu te conhecer
Me diga quem é você

O teu olhar me desmonta inteiro
E o teu sorriso é o sol verdadeiro
Deixa eu te conhecer
Me diga quem é você

Quero um amor que resista o tempo
Uma verdade pra abraçar pra sempre
Caminhada de bons sentimentos
Coração que me entende

Eu quero colo, eu quero carinho
Meu carinho eu quero te dar
Já andei muito tempo sozinho
Por favor, deixa eu te encontrar

A tua voz não sai da minha mente
E o meu desejo é seguir em frente
Deixa eu te conhecer
Me diga quem é você

A nossa história pode ser tão bela
Até os anjos vão sonhar com ela
Deixa eu te conhecer
Me diga quem é você

Quero um amor que resista o tempo
Uma verdade pra abraçar pra sempre
Caminhada de bons sentimentos
Coração que me entende

Eu quero colo, eu quero carinho
Meu carinho eu quero te dar
Já andei muito tempo sozinho
Por favor, deixa eu te encontrar
Por favor, vem me encontrar
O amor quer nos encontrar



Máquinas voadoras e robôs do chinês Cai Guo-Qiang ganham exposição no Brasil











Artista usa pólvora para produzir obras que estão na mostra do CCBB, em Brasília 
(Foto: Joana França/Divulgação)


Artista oriental aclamado pela crítica apresenta coleção de objetos inspirados pelo voo .


Um dos itens de 'Da Vincis do povo' durante exibição de 2010 em Xangai. A crítica internacional adota quase sempre um discurso hiperbólico para falar do chinês Cai Guo-Qiang. Ele é o artista que “explodiu os parâmetros da arte de nosso tempo”, reunindo em sua obra o melhor da mitologia antiga, da cosmologia taoista e da filosofia budista. Cai Guo-Qiang (pronuncia-se Tsai Guo Chang) é, além de tudo, o artista que ganhou um Leão de Ouro na Bienal de Veneza em 1999 e apresentou um avião feito de cortadores de unha na 26.ª Bienal de São Paulo (2004).

Mais conhecido como o autor do espetáculo de abertura e encerramento da Olimpíada de Pequim em 2008, ele abriu em Brasília, no dia 5, a mostra 'Da Vincis do povo', que ocupa os prédios do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e do Museu dos Correios.

Na mostra há obras executadas por ele e invenções de camponeses chineses - que justificam o título da exposição, alusivo à genialidade do renascentista italiano Leonardo da Vinci, igualmente obcecado por objetos voadores que insistiam em cair. As da mostra são igualmente aeronaves rudimentares, de uso doméstico e igualmente destinadas à queda, discos voadores, robôs de lata que parecem saídos de O Mágico de Oz e até um simulacro de porta-aviões construído com chapas de aço galvanizado, instalado no topo do pavilhão externo do CCBB.

A mostra fica em Brasília até o fim de março, chega a São Paulo em abril e segue em julho para o Rio de Janeiro. Na Capital, Cai Guo-Qiang recebeu a reportagem para mostrar esses objetos e os gigantescos desenhos feitos com pólvora - uma stravaganza em que se destacam figuras inspiradas no carnaval brasileiro ao lado de naves espaciais e submarinos.



Cai Guo-Qiang cria metáforas para o sonho da liberade em 'Da Vincis do povo''Da Vincis do povo' pretende, segundo ele, ser uma representação do sonho de liberdade, metaforizado nessas engenhocas voadoras e submarinas dos camponeses da China. No papel de artista curador, Cai Guo-Qiang trouxe alguns exemplares curiosos para a mostra, entre eles os destroços de um minúsculo avião feito de sucata que caiu e levou à morte seu criador, Tan Chengnian, e a esposa, em 2007.

A exposição reúne ainda aviões feitos com tubulação de esgoto sanitário, helicópteros de madeira e até um pequeno submarino pacientemente montado por um homem que hipotecou sua casa para realizar seu sonho. O submarino idealizado por Li Yuming domina o pavilhão do CCBB onde foi instalado um tanque de gelo que representa o Ártico.

Cai Guo-Qiang, montado num riquixá puxado por um robô que fala - um dos 29 da exposição -, aponta mais uma contribuição de outro camponês, Wu Yulu, a quem encomendou replicantes de lata, quatro robôs que parodiam artistas ocidentais em ação.

CAI GUO-QIANG.


Objetos relacionados ao sonho de voar reforçam tema recorrente na exposição

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...