SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Blowin' In The Wind





Blowin' In The Wind

How many roads must a man walk down,
Before you call him a man?
How many seas must a white dove sail,
Before she sleeps in the sand?
Yes and how many times must cannonballs fly,
Before they're forever banned?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

Yes and how many years can a mountain exist,
Before it's washed to the seas (sea)
Yes and how many years can some people exist,
Before they're allowed to be free?
Yes and how many times can a man turn his head,
Pretend that he just doesn't see?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

Yes and how many times must a man look up,
Before he can see the sky?
Yes and how many ears must one man have,
Before he can hear people cry?
Yes and how many deaths will it take till he knows
That too many people have died?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

Soprando No Vento

Quantas estradas precisará um homem andar
Antes que possam chamá-lo de um homem?
Quantos mares precisará uma pomba branca sobrevoar,
Antes que ela possa dormir na areia?
Sim e quantas vezes precisará balas de canhão voar,
Até serem para sempre abandonadas?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Sim e quantos anos pode existir uma montanha
Antes que ela seja lavada pelo mar?
Sim e quantos anos podem algumas pessoas existir,
Até que sejam permitidas a serem livres?
Sim e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça,
E fingir que ele simplesmente não vê?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Sim e quantas vezes precisará um homem olhar para cima
Antes que ele possa ver o céu?
Sim e quantas orelhas precisará ter um homem,
Antes que ele possa ouvir as pessoas chorar?
Sim e quantas mortes ele causará até ele saber
Que muitas pessoas morreram?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Uma animação divulgada hoje (31) pela agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) mostra pela primeira vez a variação da força da gravidade na Terra e como ela deforma o planeta. O modelo vai auxiliar na melhor compreensão sobre o comportamento do planeta, suas marés, e, talvez, ajudar a prever fenômenos como terremotos e vulcões. Sua imagem é tão bela, que não resisti e postei aqui, dá uma bela aula sobre cores.


Linda imagem, não é?
 Diferente de tudo o que já vi sobre o planeta TERRA.

Thomas Pedersen e seus geniais designers.

Thomas Pedersen é um jovem Arquiteto e Designer Dinamarquês. Estudou na Escola de Arquitetura de Aarhus, formando-se em 2002. Para sua formatura de graduação, desenvolveu a cadeira de balanço ” Stingray “. Explorando as formas orgânicas, chegou a um desenho sinuoso e belo (lembrando a forma de uma arraia ), com movimentos e leitura em todas as direções. Seu trabalho caracteriza-se pela inovação das formas orgânicas com tendência minimalista, como podemos ver em outros trabalhos como a Coffe Table ICICLE, ou na cadeira Concord para a marca STOUBY de 2010.  Conquistou vários prêmios como o ” The Danish Design Prize “ 2008/09, o RED DOT Design Award, o ” Interior Innovation Award Cologne de 2008 e o ” Boligmagasinets Designpris BEST DESIGN.

THOMAS PEDERSEN
THOMAS PEDERSEN


THOMAS PEDERSEN - CADEIRA STINGRAY, 2002.
THOMAS PEDERSEN - CADEIRA STINGRAY, 2002. THOMAS PEDERSEN - CADEIRA STINGRAY, 2002.


THOMAS PEDERSEN - CADEIRA STINGRAY, 2002.
THOMAS PEDERSEN - CADEIRA STINGRAY, 2002.

THOMAS PEDERSEN - INCICLE TABLE.
THOMAS PEDERSEN - INCICLE TABLE.

THOMAS PEDERSEN - CONCORD, 2010.
THOMAS PEDERSEN - CONCORD, 2010.
Fonte: Curso de História da Arte.


Artistas de todo mundo reivindicam que a pintura corporal seja considerada arte!!!

Artistas de todo o mundo reivindicaram que o "body painting" ou "pintura corporal" seja considerado uma arte durante uma exibição de criatividade e inspiração realizada na paradisíaca ilha de Koh Samui, na Tailândia.

Sereias, búzios, cavalos-marinhos, navios, estrelas, répteis, aves e flores exóticas foram alguns dos temas pintados sobre a pele de modelos neste concurso, o primeiro do tipo realizado na Ásia.

Espanha, Brasil, Áustria, Bulgária, Alemanha, Coreia do Sul, Suíça, Itália, Turquia, Israel, Reino Unido, Estados Unidos e Tailândia participaram do Concurso Internacional de Pintura Corporal de Samui, realizado durante o fim de semana (26/03).

No domingo (27/03), a artista búlgara Bella Volen recebeu o primeiro prêmio na categoria intitulada "Céu na Terra", enquanto a austríaca Birgit Moreti venceu no dia anterior dentro do tema "Sob o azul profundo do mar."
Fonte: IG

quarta-feira, 30 de março de 2011

"A gente não morre. Fica encantado." Guimarães Rosa

Noite estrelada- Van Gogh

Em 1963, João Guimarães Rosa era eleito para a Academia Brasileira de Letras. Contudo, recusou-se a tomar posse, pois pressentia que, se o fizesse, iria morrer. Premonição? Acaso? Nunca saberemos. Pelo menos nesta vida. Em 16 de novembro de 1967 aceitou, finalmente, assumir a sua cadeira na Academia. Em seu discurso de posse disse: “A gente não morre. Fica encantado.” Três dias depois, em 19 de novembro de 1967, teve um enfarto fulminante, vindo a falecer. O médico, o embaixador, o escritor que revolucionou a literatura brasileira, se encantou.
Seu livro mais conhecido, e com certeza o mais importante, faz 50 anos: “Grande Sertão: Veredas”.
Nele encontramos inúmeras passagens onde a transcendência, que aflorava na alma do homem Guimarães Rosa é frequentemente exaltada.
O diabo, figuração do mal, recebe quase uma centena de nomes, na contagem feita pelo nosso confrade, Marco Aurélio Baggio, e confirmada pelo outro confrade, José de Souza Andrade Filho, no livro do primeiro, com prefácio do segundo: “Um abreviado do Grande Sertão: Veredas”.
Mas a relação vida e morte está presente em todo o texto de Guimarães Rosa.  “Viver é muito perigoso!” afirma pela boca de Riobaldo em algumas dezenas de vezes que não cheguei a contar. Viver é realmente muito perigoso. Talvez porque, como ele também afirmava, “A morte de cada um já está em edital”. Não diz se é com hora e data marcadas, mas com a certeza de que acontecerá. Não há vida sem morte. Nem mesmo com a decantada imortalidade acadêmica…
Contudo, a morte tem hora marcada. Não na cronologia dos calendários, mas na realidade dessa relação inseparável: vida e morte.  Morto não morre. A vida é indispensável para o morrer. Ora, vivo já não estou ontem. Para o ontem, já morri. E o amanhã, ainda não veio, portanto, nele ainda não vivo. Só agora, no tempo presente, vivo realmente. Portanto, agora é a única hora em que posso morrer, pois é a única hora em que vivo estou. Por isso mesmo, “viver é muito perigoso!” Cada instante em que vivo, pode ser o instante da minha morte. Daí a imperiosa necessidade de valorizá-lo plenamente.
Baggio destaca o necessário para se viver, no pensamento de Riobaldo – Guimarães Rosa – o necessário para atravessar o rio da vida, como ele diz: “a coragem, a alegria, o amor, a reza, o fazer, o contar, enfim o viver”. Para viver, é preciso viver. É preciso coragem para levantar em cada amanhecer. É preciso alegria para descobrir o sol, mesmo que as nuvens o estejam ocultando. É preciso o amor, caminho de duas vias onde só se ama quando se é amado. E só se ama quando se entrega confiante nas mãos do amado, da amada. A reza é necessária, pois é o ato de humildade que nos aproxima de Deus. E sem a humildade só existe a soberba, com a soberba não existe vida em plenitude. É preciso fazer, pois quem faz escreve a sua história e não deixa para os outros essa tarefa que é somente sua. É preciso contar, pois contando compartilhamos a vida e a vida só existe se compartilhada. O homem não foi feito para ser só e a solidão somente acaba quando podemos compartilhar o que fazemos e o que sentimos. Para viver, repetimos, é realmente necessário viver. Na plenitude do que isso significa. Afinal, há os que estão vivos – mortos. Vegetam. Passam pela vida sem a ter vivido, e por isso estão permanentemente mortos. Para esses, a morte é banal.  São os jagunços de ontem, os pistoleiros de hoje. Dizia Riobaldo em sua iniciação: “Eu tinha de obedecer a ele, fazer o que mandasse. Mandava matar. Meu querer não correspondia ali, por conta nenhuma. Eu nem conhecia aqueles inimigos, tinha raiva nenhuma deles”. Mas matava, pois a vida era nada.
O tempo passa, algumas coisas vão pela maturação. Na intemporalidade do Grande Sertão, símbolo da existência, existem veredas. Veredas, que são caminho estreito, locais férteis para plantar e colher, onde os buritis crescem e se tornam marcos de vida. Veredas, oásis que preservam a vida, que ensinam para a vida.
Pelas veredas em que Riobaldo passa, sementes vão sendo plantadas, uma vida vai sendo construída. Entre balas e sangue, entre silêncio e prosa, entre lutas e repouso. Os olhos verdes de Diadorim iluminam o seu caminho, mesmo na ambigüidade conflitante de seus sentimentos. Diadorim homem, Diadorim mulher, revelação e libertação, que só a morte, no final lhe traz.
E Riobaldo descobre a impermanência: “Tempo é a vida da morte: imperfeição” A morte necessita do tempo para acontecer. Sem o tempo, a morte morre. A eternidade é o não tempo e nela a morte não existe. É a vida eterna. Aqui é o espaço, é o tempo. É a imperfeição. Onde existe o espaço e o tempo, nada é perfeito. Tudo começa, tudo acaba. É a impermanência permeando tudo. Só após a morte, tudo permanece. É a perfeição.
E Riobaldo descobre Deus: “Como não ter Deus? Com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é possível o mundo se resolve. Mas, se não tem Deus, há-de a gente perdidos no vai-vem, e a vida é burra. É o aberto perigo das grandes e pequenas horas, não se podendo facilitar – é todos contra os acasos. Tendo Deus, é menos grave se descuidar um pouquinho, pois, no fim dá certo. Mas, se não tem Deus, então a gente não tem licença de coisa nenhuma!
E mais à frente, afirma: “Mas eu hoje em dia acho que Deus é alegria e coragem – que Ele é bondade adiante, quero dizer.”
Descobrindo Deus, descobre o perdão, essencial a uma vida de paz interior: E o faz pelo ensinamento de Zé Bebelo: “Que a gente carece de fingir às vezes que raiva tem, mas raiva mesma nunca se deve de tolerar de ter. Porque, quando se curte raiva de alguém, é a mesma coisa que se autorizar que essa própria pessoa passe durante o tempo governando a ideia e o sentir da gente; o que isso era falta de soberania, e farta bobice, e fato é”.
Aprende que não se deve deixar que os outros escrevam a sua história. Somente a ele cabe fazê-lo.
Pelo Grande Sertão, que é a existência, Guimarães Rosa, por seus personagens vai trilhando a Vereda, também caminho estreito – afinal, estreita é a porta anunciada para o Paraíso – faz dela a orientação de sua vida e, poucos dias antes de se encantar, revela aquilo em que cria: “A gente não morre. Fica encantado”.Evaldo A. D´Assumpção 
(*) – Texto apresentado no Encontro Médico Literário Nacional com Guimarães Rosa, em Cordisburgo, MG, de 13 a 16 de julho de 2006. Promovido pela SOBRAMES – Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, regional MG com o apoio da Academia Mineira de Medicina.

Conheça o trabalho da artista russa Masha Kurbatova!

ELIZAVETA

Foto de Masha Kurbatova


DASHA


SIMPLESMENTE DIVINO SEUS TRAÇOS PUERIS!!!

RESOLUÇÕES DAS QUESTÕES 1,2 e 3 de terça.

1 - D

2 - Modelo de Respostas:
0%:
exemplo 1
O material utilizado reflete o auge da indústria de alumínio, nesse período em que a obra foi produzida, a arte no Brasil estava mostrando o que o autor sentia e ao mesmo tempo a defesa do que o observador achava sobre a obra, sendo isso evidenciado pelo jeito como foi feito, parecendo o alumínio o rosto de um animal.
exemplo 2
O monumento cultural que fez parte desse período foi a semana de arte moderna, onde muitos artistas participaram e o movimento era uma “recriação” daquilo que era arte. Foi nessa época, onde o conceito e a visão sobre aquilo que era arte mudou. Cada um interpretava essa escultura de um modo diferente. Pode- se dizer que a artista em um momento de transição do surrealismo para o futurismo, onde o uso de metal é muito constante, as formas são um pouco contorcidas, não dão uma noção muito clara e foi onde os artistas mais representavam as esculturas e quadros mais modernos, inovadores e tecnológicos.

25%:
exemplo 1
Foi a época que começou a ditadura e através dessa obra pode-se perceber que era o modo como os artistas podiam se expressar. O fato de ser um conjunto de formas (pirâmides) interligadas, faz com que o formas, enfim, em tudo relata o que achou. Ele que busca o verdadeiro significado da obra e também repara no material utilizado. Pois foi nessa época que a indústria brasileira teve um desenvolvimento muito acelerado possibilitando construções de monumentos e estátuas em escalas industriais.
exemplo 2
O material usado evidencia o progresso industrial trazido entre os anos 50 e 60 por JK, que abriu o mercado brasileiro para investimentos estrangeiros. O observador pode moldar a obra e fazê-la adquirir uma nova forma – pela presença de dobradiças, como bem desejar. A obra não só contem aspectos estéticos importantes (deixando os significados em segundo plano) como também procura estabelecer vínculos com o passado. Movia nessa época, movimentos de defesa das minorias, como mulheres e negros, alem da procura pela paz ao invés de contextos violentos e emancipação jovem.

50%:
exemplo 1
A participação do observador na obra de arte acontece na medida em que ele pode manipular as dobradiças, interagindo e mudando o formato da obra. O alumínio passou a ser amplamente utilizado a partir dos anos 60, ocorrendo uma popularização desse material. Portanto, ao utilizá-lo na confecção da obra de arte, a artista manifesta a intenção de tornar a obra acessível ao publico.
exemplo 2
Lygia Clark pertenceu ao movimento concretismo, porem através de suas obras questionava o racionalismo exarcebado do concretismo enfatizando a relação autor, obra e ruídos. Dependendo a participação do observador na obra, essa feita de placas de metal e dobradiças permitiam o contato, que modifica a obra, atribuindo-lhe novas aparências. Essa característica atribui a obra uma maio “vivacidade”. Seu material reflete o intenso período de industrialização que o país vinha passando principalmente durante o governo JK, por exemplo.

75%:
exemplo 1
Lygia Clark em “Bicho” reflete com propriedade aspectos de sua arte e da sociedade brasileira dos anos 60. Ela assume o neo-concretismo (idéias baseadas em Malevich) isso é, afirma que deve haver interação entre o público e a obra, despertando os sentidos do observador. Esse movimento refletiu-se na literatura através de Aroldo de Campos, por exemplo. Outro movimento desse período foi a Bossa nova (1950), mais tarde o Cinema Novo, com Glauber Rocha e o Tropicalismo. O material explora os sentidos, pode ser alterada pelo observador, interagindo com o público, inova pelo material e garante a supremacia da arte.
exemplo 2
A artista Lygia Clark pertence ao neoconcretismo, como Hélio Oiticica. Fez parte também de um movimento, o grupo Ruptura que era contra a representação da paisagem na arte e adepta da geometrização dela, assim como Geraldo Barros. A arte concreta se opunha ao abstracionismo, livrando-se de interpretações subjetivas e enigmas nas obras, defendendo “a arte,é o que você vê”, algo como Alberto Caeiro acredita:ver sem pensar. A não utilização de base nas esculturas permite a interação da obra com o ambiente, e Lygia também defendia que a arte não fosse restrita aos museus, pois ela estava também nas ruas. O observador pode manusear a obra, participando e interagindo com ela. Com o desenvolvimentismo de JK, o alumínio e a produção industrial se expandiu para as artes.

100%:
exemplo 1
A obra “Bicho”, realizada em 1958 remete a época do desenvolvimento brasileiro nos anos JK, onde eclodiram movimentos culturais como por exemplo a bossa nova. Os anos de ouro também são marcados pelo desenvolvimento da industria de base-material que confere a obra de Lygia Clark, o alumínio. A artista acreditava na interação do espectador com a obra, e “Bicho” é uma estrutura moldável de acordo com o espectador. A obra tem a função de levar arte as massas e de fazer com que todos interajam com ela, e vale-se de elementos geométricos típicos da arte concretista da época, como linhas puras, perfeitamente evidenciadas no trabalho de Lygia Clark.
 
3 - C

terça-feira, 29 de março de 2011

"Comptine D'Un Autre Ete L'Apres Midi" do Filme O Fabuloso Destino de Amelie Poulain.

Arte de DULCE MARIA D'ASSUNÇÃO

Janela - Itabira

Toda terça tem no TRIBARTE questões de Artes do ENEM e de vestibulares.


1 - (ENEM, 2009)
 Figura 1
Disponível em:
Acesso em: 24 abr. 2009.

 Figura 2

Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2009.

Comparando as figuras, que apresentam mobiliários de épocas diferentes, ou seja, a figura 1 corresponde a um projeto elaborado por Fernando e Humberto Campana e a figura 2, a um mobiliário do reinado de D. João VI, pode-se afirmar que:

(A) os materiais e as ferramentas usados na confecção do mobiliário de Fernando e Humberto Campana, assim como os materiais e as ferramentas utilizados na confecção do mobiliário do reinado de D. João VI, determinaram a estética das cadeiras.
(B) as formas predominantes no mobiliário de Fernando e Humberto Campana são complexas, enquanto que as formas do mobiliário do reinado de D. João VI são simples, geométricas e elásticas.
(C) o artesanato é o atual processo de criação de mobiliários empregado por Fernando e Humberto Campana, enquanto que o mobiliário do reinado de D. João VI foi industrial.
(D) ao longo do tempo, desde o reinado de D. João VI, o mobiliário foi se adaptando consoante as necessidades humanas, a capacidade técnica e a sensibilidade estética de uma sociedade.
(E) o mobiliário de Fernando e Humberto Campana, ao contrário daquele do reinado de D. João VI, considera primordialmente o conforto que a cadeira pode proporcionar, ou seja, a função em detrimento da forma.


2 - (FGV, 2008, Fase 1) Observe, com atenção, a reprodução da obra abaixo. Trata-se de “Bicho”, da artista mineira Lygia Clark. Ela reflete um momento importante na história da arte brasileira, que é a defesa da participação do observador na obra de arte; ao mesmo tempo, contém em sua forma elementos que dialogam com a tradição da arte, em particular, da arte concreta. A obra foi realizada em alumínio, visando a permitir sua reprodução em escala industrial.
Considerando os elementos presentes na obra e as informações ora trazidas, responda, em um texto dissertativo, de não mais do que 15 linhas:
a. Quais movimentos culturais e sociais fizeram parte desse período?
b. Que elementos da obra evidenciam o diálogo mencionado nesta questão?
c. Como a participação do observador pode ocorrer nessa obra?
d. Em que medida o uso do material reflete o contexto brasileiro no fim dos anos 50 e início dos 60?


“Bicho” (1960) de Lygia Clark - coleção Gilberto Chateaubriand
Pontual, Roberto. Entre Dois Séculos; arte brasileira do séc. XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Editora JB, 1987

3 - (ENADE, 2008) O filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), talvez o pensador moderno mais incômodo e provocativo, influenciou várias gerações e movimentos artísticos. O Expressionismo, que teve forte influência desse filósofo, contribuiu para o pensamento contrário ao racionalismo moderno e ao trabalho mecânico, através do embate entre a razão e a fantasia.
As obras desse movimento deixam de priorizar o padrão de beleza tradicional para enfocar a instabilidade da vida, marcada por angústia, dor, inadequação do artista diante da realidade.
Das obras a seguir, a que reflete esse enfoque artístico é:
(A)

Homem idoso na poltrona
Rembrandt van Rijn - Louvre, Paris
Disponível em: http://www.allposters.com/gallery.asp?startat=/
getposter.aspolAPNum=1350898

(B)



Figura e borboleta
Milton Dacosta
Disponível em:
http://www.unesp.br
/ouvidoria/publicacoes/ed_0805.php

(C)



O grito
Edvard Munch - Museu Munch, Oslo
Disponível em:
http://members.cox.net/
claregerber2/The%20Scream2.jpg


(D)


Menino mordido por um lagarto
Michelangelo Merisi (Caravaggio) - National
Gallery, Londres
Disponível em:
http://vr.theatre.ntu.edu.tw/
artsfileartists/images/Caravaggio/
Caravaggio024/File1.jpg


(E)


Abaporu - Tarsila do Amaral
Disponível em: http://tarsiladoamaral.com.br/

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