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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

ONG britânica escolhe Fotógrafo de Meio Ambiente de 2010


O alemão Florian Schulz pelo registro de um grande grupo de arraias na costa do México. Veja as fotos finalistas !
A foto de arraias na costa do México foi escolhida a vencedora da edição 2010.

A imagem de uma onda quebrando em uma praia na Austrália, tirada por Julienne Bowser, foi uma das finalistas da categoria Natural World Group.


A categoria Jovem Fotógrafo de Meio Ambiente do ano foi vencida por Radoslav Valkov, de 20 anos. Ele capturou a imagem de uma mosca bebendo água.




A foto de uma foca, feita a dois metros de profundidade na Estônia, foi uma das finalistas da categoria Submarina. O fotógrafo é Kaido Haagen.





A vencedora da categoria Mundo Natural foi Bence Mate, com esta foto na qual um beija-flor e uma cobra parecem se preparando para se enfrentar.




Alex Marttunen foi finalista da categoria Sub-16. Intitulada 'Lar, Doce Lar', a foto mostra um caranguejo usando o gargalo de uma garrafa em vez de uma concha.





A foto de Peter Swan ’Cemitério de Carros’ foi finalista na categoria Visão do Mundo Ocidental. A imagem de automóveis esmagados e empilhados na Escócia.

Fonte: http://www.ultimosegundo.ig.com.br/

A edição de 2010 do prêmio Fotógrafo de Meio Ambiente do Ano da ONG britânica Instituto para a Gestão do Meio Ambiente e da Água (CIWEM, na sigla em inglês) premiou o alemão Florian Schulz pelo registro de um grande grupo de arraias na costa do México.
A competição aceita inscrições de amadores e profissionais contanto que seus trabalhos reflitam questões climáticas, sociais e a natureza.
Criado em 2008, o prêmio já é considerado uma referência internacional.

As fotos são julgadas em cinco quesitos: impacto, criatividade, originalidade, composição e qualidade técnica.

Os vencedores das diversas categorias do concurso irão participar de uma mostra na galeria londrina The Air entre 25 e 30 de outubro.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

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29ª Bienal de São Paulo
25 setembro - 12 dezembro 2010

A 29ª Bienal de São Paulo está ancorada na ideia de que é impossível separar a arte da política. Essa impossibilidade se expressa no fato de que a arte, por meios que lhes são próprios, é capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam e tornando-o, assim, diferente e mais largo.

A eleição desse princípio organizador do projeto curatorial se justifica por duas principais razões. Em primeiro lugar, por viver-se em um mundo de conflitos diversos, onde paradigmas de sociabilidade são o tempo inteiro questionados, e no qual a arte se afirma como meio privilegiado de apreensão e simultânea reinvenção da realidade. Em segundo lugar, por ter sido tão extenso esse movimento de aproximação entre arte e política nas duas últimas décadas, se faz necessário, novamente, destacar a singularidade da primeira em relação à segunda, por vezes confundidas ao ponto da indistinção.

É nesse sentido que o título dado à exposição, “Há sempre um copo de mar para um homem navegar"verso do poeta Jorge de Lima tomado emprestado de sua obra maior, Invenção de Orfeu (1952) –, sintetiza o que se busca com a próxima edição da Bienal de São Paulo: afirmar que a dimensão utópica da arte está contida nela mesma, e não no que está fora ou além dela. É nesse “copo de mar” – ou nesse infinito próximo que os artistas teimam em produzir – que, de fato, está a potência de seguir adiante, a despeito de tudo o mais; a potência de seguir adiante, como diz o poeta, “mesmo sem naus e sem rumos / mesmo sem vagas e areias”.

Por ser um espaço de reverberação desse compromisso em muitas de suas formas, a mostra vai pôr seus visitantes em contato com maneiras de pensar e habitar o mundo para além dos consensos que o organizam e que o tornam ainda lugar pequeno, onde nem tudo ou todos cabem. Vai pôr seus visitantes em contato com a política da arte.

A 29ª Bienal de São Paulo pretende ser, assim, simultaneamente, uma celebração do fazer artístico e uma afirmação de sua responsabilidade perante a vida; momento de desconcerto dos sentidos e, ao mesmo tempo, de geração de conhecimento que não se encontra em nenhuma outra parte. Pretende, por tudo isso, envolver o público na experiência sensível que a trama das obras expostas promove, e também na capacidade destas de refletir criticamente o mundo em que estão inscritas. Enfim, oferecer exemplos de como a arte tece, entranhada nela mesma, uma política.

Equipe Curatorial

Com curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, a 29ª Bienal de São Paulo conta, ainda, com um grupo de curadores convidados de procedências diversas, os quais contribuem para que o projeto tenha amplitude e densidade compatível com a vocação internacional que a instituição possui desde sua origem, são eles: Fernando Alvim (Angola), Rina Carvajal (Venezuela / Estados Unidos), Yuko Hasegawa (Japão), Sarat Maharaj (África do Sul / Reino Unido) e Chus Martinez (Espanha).

O Lugar e o Tempo da Mostra

A exposição contará com cerca de 160 artistas de diversas partes do mundo, sem tomar a origem territorial como valor de seleção. Nesse sentido, reafirma-se a abolição das chamadas representações nacionais, traço característico da Bienal de São Paulo até poucos anos, mas que não mais traduz a complexa rede de migrações e de trânsitos que marca a vida contemporânea. É importante para a 29ª Bienal de São Paulo, porém, enfatizar o lugar e o tempo a partir dos quais ela é organizada: desde o Brasil e desde um momento de rápida reorganização geopolítica do mundo.

Bienal Estendida

O projeto aqui anunciado não se esgota na apresentação de um conjunto articulado de obras, embora este seja, é evidente, seu núcleo e seu lugar de destaque. Tampouco se comprime apenas nas datas em que a exposição estará aberta. A 29ª Bienal de São Paulo se estenderá a várias outras partes, e começa desde agora. Por meio de seu programa educativo, de atividades discursivas, de residências artísticas e de seu website, ela se afigura como um projeto múltiplo que aposta na arte como forma de conhecer e mudar o mundo de uma maneira única.

Lista Oficial dos Artistas das 29ª Bienal de São Paulo

Calendário

20 de setembro de 2010
9 às 17h - Pré-abertura para imprensa

21 de setembro de 2010
9 às 17h - Imprensa
19h - Pré-abertura para convidados

22 a 24 de setembro de 2010
19h - Abertura para convidados

22 e 23 de setembro de 2010
Manhã e tarde - Professores (Programa Educativo)

25 de setembro de 2010
10h - Abertura ao público

12 de dezembro
de 2010
Encerramento

Horários de funcionamento
De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.
5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.
Sábado e domingo: das 9 às 19h.

Entrada gratuíta

Fonte: www.fbsp.org.br/29_bienal-pt.html

Passeio ao Crepúsculo

Passeio ao Crepúsculo, Vincent Van Gogh, 1889/1890. Óleo sobre tela, 75,5 x 70,5 cm

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Face de menina grega morta há 2,5 mil anos.

Cientistas reconstruíram o rosto de uma menina grega de 11 anos que morreu no ano 430 antes de Cristo, há quase 2,5 mil anos.

O esqueleto da menina, batizada pelos cientistas de Myrtis, foi encontrado em uma antiga vala comum em Atenas durante as obras para a construção do metrô em 1995. Na vala ainda estavam 150 homens, mulheres e crianças.

Usando uma tecnologia 3D, geralmente usada para múmias egípcias, os cientistas conseguiram reconstruir a face de Myrtis a partir de seu crânio.

O professor e ortodontista da Universidade de Atenas, Manolis Papagrigorakis, afirma que eles conseguiram o crânio intacto da menina, com a mandíbula, dentes e até os dentes de leite, o que ajudou na reconstrução. O professor acrescenta que eles conseguiram chegar a 95% de aproximação com a realidade.

Os cientistas retiraram amostras de DNA dos dentes de outros crânios encontrados na vala em Atenas e concluíram que eles morreram de febre tifoide, uma doença que matou muitos naquele período da história da Grécia.

O rosto de Myrtis vai ficar exposto em Atenas. E a Organização das Nações Unidas (ONU) a transformou em uma representante das Metas do Milênio da organização, para aumentar a conscientização para saúde infantil.
Fonte: www.ig.com.br

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Eduardo Kobra







Eduardo Kobra é uma revelação paulista

8 Iniciou seus trabalhos no ano de 1987 no bairro do Campo Limpo. Influenciado pelo movimento Hip Hop(que une a música de rua e o grafiti ) passou a criar artes urbanas, e em São Paulo criou o Studio Kobra.

É reconhecido como um artista muralista. Pintura executada sobre uma parede, uma exposição permanente.

Criou um traqbalho chamado “Muros da Mémoria”, que busca transformar a paisagem das grandes cidades e resgatar a memória na cidade.

Em comemoração ao aniversário de São Paulo no ano de 2.009, criou o seu maior mural. Localizado na Avenida 23 de Maio, possui 1000 m2.

Além de inúmeros

Eduardo Kobra é um expoente da neo-vanguarda paulista. Seu talento brota por volta de 1987, no bairro do Campo Limpo com o pixo e o graffiti, caros ao movimento Hip Hop, e se espalha pela cidade. Com os desdobramentos, que a arte urbana ganhou em São Paulo, ele derivou – com o Studio Kobra, criado nos anos 90 – para um muralismo original – inspirado em alguns artistas, especialmente os pintores mexicanos, e no design do norte americano Eric Grohe , beneficiando-se das características de artista experimentador, bom desenhista e hábil pintor realista. Nesse caminho ele desenvolve o projeto “ Muros da memória” que busca transformar a paisagem urbana através da arte e resgatar a memória da cidade,é síntese do seu modo peculiar de criar, através do qual pinta mais também adere, interfere e sobrepõe cenas e personagens das primeiras décadas do século xx, é uma junção de nostalgia e modernidade, por meio de pinturas cenográficas, algumas monumentais. Através delas cria portais para saudosos momentos da cidade, O maior destes murais, mede 1000 m2, foi realizado em 2009 na Avenida 23 de Maio, em comemoração ao aniversário de São Paulo. Kobra desenvolve obras que misturam o traço do grafite rico em sombra, luz e brilho O resultado são murais tridimensionais que permitem ao público interagir com a obra. A idéia é estabelecer uma comparação entre o ar romântico e o clima de nostalgia, com a constante agitação de hoje. O projeto alcançou repercução nacional, Alem dos inumeros trabalhos em São Paulo e interior, kobra produziu murais em Brasília, Rio de Janeiro, Belém do Para, Minas Gerais. Em julho de 2010 vai para Londres iniciar o primeiro mural internacional.

Paralelamente Kobra desenvolve sua produção pessoal,com exposições dentro e fora do Brasil , em dezembro participou do “Salon National Des Beaux-Arts 2009”, exposição que acontece há 148 anos no Museu do Louvre, em Paris alem de pesquisas de materiais reciclados e novas tecnologias, como a pintura em 3D sobre pavimentos (muito difundida por nomes internacionais, como Julian Beever e Kurt Wenner), A convite da prefeitura de São Paulo, o artista realizou na praça patriarca a primeira pintura em 3d sob pavimento do Brasil . A técnica anamórfica consiste em “enganar os olhos”, a pintura pode parecer distorcida em um certo ângulo, mas ao ver do ângulo correto, estipulado pelo artista ela se torna 3D apresentando uma incrível variação de profundidade e realismo .

Inquieto e irrefreável , em suas buscas criativas, Kobra é hoje, um fenômeno da arte brasileira da neo-vanguarda que “ja” não se permite ignorar .

Exposições individuais:
Galeria Michelangelo: 2007
Galeria Pro arte: 2008
Galeria Romero Britto: 2009

Fonte: www.globo.com

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