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A ARTE RENOVA O OLHAR!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Não podemos perder esta exposição!!!


Dupla de grafiteiros OsGemeos produz "vertigem" em São Paulo
23/10 - 13:56 - Mauricio Stycer
SÃO PAULO – Revelados como grafiteiros, os irmãos Otavio e Gustavo Pandolfo afirmam não se importar muito com a forma como o nome artístico da dupla é escrito. Pode ser OSGEMEOS ou osgêmeos, tanto faz, dizem. Ou também Os Gêmeos. Ou mesmo OsGemeos.
O único detalhe que chamam a atenção é para o acento circunflexo em cima da palavra, que preferem suprimir. No mercado internacional, que freqüentam com grande desembaraço, o sinal característico da língua portuguesa mais atrapalha do que ajuda.
· Fotoshow: veja imagens da exposição "Vertigem"
· Mauricio Stycer: a agenda cultural da dupla OsGemeos
Com uma agenda repleta de atividades, o que inclui exibições programadas para Milão e Lisboa no início de 2010, OsGemeos inauguram uma importante exposição individual neste sábado (24), no Museu da FAAP, em São Paulo.
Trata-se de uma versão da mostra que teve início em outubro do ano passado, em Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer, e de lá seguiu, em março deste ano, para o CCBB, no Rio de Janeiro. Quem viu as duas primeiras versões terá dificuldades em reconhecer a que abre agora em São Paulo.
Vilma Slomp / Divulgação

Exposição "Vertigem", em cartaz em São Paulo
Neste período de um ano, “Vertigem” foi incorporando novos elementos até se transformar numa única e impressionante instalação, na qual OsGemeos mostram porque são hoje reconhecidos como importantes nomes da arte contemporânea brasileira.
Ao redor de toda a parede do espaço circular do Museu da FAAP, OsGemeos colocaram diferentes trabalhos, de distintas fases, um ao lado do outro, formando um grande e caótico painel. Há telas de todos os tamanhos, algumas fotos, além de uma pintura feita diretamente na parede do espaço. O ambiente se completa com quatro grandes esculturas em madeira, penetráveis, espalhadas pela sala.
“Com o tempo, a gente viu que podia juntar tudo”, diz um deles. “Como se fossem janelas”, diz o outro. “Uma vertigem mesmo”, acrescenta o primeiro.
Gêmeos idênticos, aos 35 anos, Gustavo e Otavio têm o hábito de falar quase ao mesmo tempo, um completando a frase do outro. Registrar quem diz o quê durante uma entrevista é um exercício complicado, que eles próprios consideram desnecessário. “Coloca que foi OsGemeos que falou”, dizem.
O conhecido traço dos Gêmeos, esboçado inicialmente nas paredes das ruas de São Paulo e hoje em exibição em galerias e museus do mundo todo, reproduz muito do olhar sensível dos artistas para personagens “invisíveis” que trafegam pelas grandes cidades, desenhados com um humor quase juvenil.
“A rua é uma escola”, diz um. “A gente vem da rua”, diz o outro. “Muita gente se identifica com o que a gente faz. Interfere, brinca com os personagens, dá nomes a eles”.
O nome da exposição, “Vertigem”, explicam, fala da ambição de OsGemeos de provocar esse tipo de sensação no público, dentro de um museu. “Sonhar, sorrir, se as pessoas puderem ficar bem, pra gente já está legal”, dizem.
“Mexer com os sentidos das pessoas: essa é a função da arte. Se a gente consegue isso, já vale a pena”.
Na visão dos artistas, todo mundo precisa – e pode – se emocionar com a arte. “Todo mundo tem isso dentro, mas não conhece a portinha, que abre. Entende?”
OsGemeos falam da função do sonho nos trabalhos mais recentes. Ambos contam que tem desenhado ao amanhecer, logo depois de acordarem, para registrar as lembranças e sensações da noite.
Uma das esculturas na FAAP é um busto gigante montado sobre um Citroen, com a cabeça e o peito abertos. “Abra o seu peito para as pessoas. Abra a cabeça”, dizem OsGemeos. Os artistas não têm dúvida que as crianças vão se divertir na exposição, mas querem mais. “Para as crianças, isso é normal. Tomara que seja legal também para os adultos”.
“Vertigem” fica em exibição em São Paulo até o próximo dia 13 de dezembro. Nas próximas duas semanas, um outro trabalho da dupla, o cartaz e a vinheta de abertura da 33ª Mostra de Cinema de São Paulo, estará à vista de todos os paulistanos
. E nos dias 12 e 13 de novembro, Gustavo e Otavio Pandolfo vão participar de uma performance no Vale do Anhangabaú, na fase de encerramento das atividades do Ano da França no Brasil.
Serviço
Visitação: de 25 de outubro a 13 de dezembro, Horário: De terça a sexta-feira, das 10hs às 20hs; sábados, domingos e feriados, das 10hs às 17hs.Endereço: MAB - FAAP (Museu de Arte Brasileira - Fundação Armando Alvares Penteado): Rua Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo.
www.faap.br. Tel: (11) 3662-7198Entrada Franca


Obs.: Esta matéria foi tirada do último segundo do site http://www.ig.com.br/

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Josiel presente de Deus!!!










"Você sabia que uma lagarta possui 228 músculos separados e distintos da cabeça? Para um inseto, até que é pouco. Um olmo, árvore muito comum na Europa e na América do Norte, tem, em média, 6 milhões de folhas. E, ao bombear sangue para circular por todo o corpo, o coração humano gera pressão suficiente para espirrar sangue a uma distância de até quase dez metros. (Nunca fiz esse teste, e também não o recomendo.)

Você já parou para pensar em como Deus é criativo e diversificado? Ele não era obrigado a criar centenas de tipos diferentes de bananas, mas criou. Não tinha de colocar 3 mil espécies diferentes de árvores em um espaço equivalente a uma milha quadrada da floresta amazônica, e mesmo assim ele o fez. Deus não precisava criar tantos tipos de risadas. Pense a respeito dos diferentes sons de risadas de seus amigos – alguns deles chiam, outro roncam, riem em silêncio, fazem muito barulho ou produzem ruídos desagradáveis.

Que tal pensar em como as plantas desafiam a gravidade ao conduzir água de baixo para cima, a partir do solo, até chegar a seus troncos e ramos? Você sabia que as aranhas produzem três tipos de seda? Quando elas tecem suas teias, fabricam quase vinte metros de seda em apenas uma hora. Ao mesmo tempo, produzem um óleo especial nas patas; ele evita que as aranhas fiquem grudadas na própria teia. ( A maioria das pessoas detesta aranhas, mas quase vinte metros de seda por hora merecem respeito!) Os corais são tão sensíveis que morrem se a temperatura da água variar um ou dois graus.

Você sabia que, quando uma pessoa fica arrepiada, o pelo esta, na verdade, ajudando o corpo a se manter aquecido, enganando o controle da temperatura corporal? Já parou para pensar no simples fato de as plantas reterem dióxido de carbono ( que é prejudicial aos seres humanos) e produzirem oxigênio ( do qual precisamos para sobreviver)? Tenho certeza de que você já sabia disso, mas já parou para se maravilhar diante dessa realidade? E essas plantas que ingerem veneno e produzem vida são geradas a partir de sementes minúsculas que foram espalhadas pela terra. Algumas foram regadas, outras não. No entanto, depois de alguns dias, elas abriram passagem por dentro do solo até alcançar o calor dos raios de sol.

Sejam quais forem as razões de Deus para tanta diversidade, criatividade e sofisticação no Universo, na Terra e até mesmo em nosso corpo, o objetivo de tudo isso é a glória do Senhor. A arte divina fala a respeito de Deus, refletindo quem ele é e como ele é.

Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite. Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.

Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo.

É por isso que somos chamados a adorar o Senhor. Sua arte, a obra de suas mãos e sua criação, tudo ecoa a mesma verdade: Deus é glorioso. Não há nenhum outro como ele. É o Rei dos reis. O Início e o Fim, aquele que é, que foi e que há de vir." (Francis Chan)

Este Deus é o Deus de Josiel!!!

Admirem seus trabalhos e suas fotos.

Alegria!






Diferentes Seres

Diferentes Seres – Artur da Távola
Diferente não é quem o pretenda ser. Este é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente. Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados. Para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não aguentarem, caso um dia venham a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido com ele por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias são adiadas; esperanças são mortas. Um diferente medroso, este sim acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes entendem por que os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porque de quem o agride.
O diferente começa a sofrer cedo, desde o curso primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns professores por omissão (principalmente os mais grossos), se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial, em aleijão e caricatura.
O diferente carrega desde cedo apelidos e carimbos nos quais acaba se transformando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.
Os diferentes aí estão: enfermos; paralíticos; machucados; gordos; magros demais; bonitos; inteligentes em excesso; bons demais para aquele cargo; excepcionais; narigudos; barrigudos; joelhudos; pé grande; feios; de roupas erradas; cheios de espinhas; de mumunha; malícia ou baba; os diferentes aí estão, doendo e doando, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito
mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. A estrela dos diferentes tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.
Jamais mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.

Diferentes Seres





Preparos para comemoração do "Dia da criança" na APAE.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Imagens do projeto "A diferença faz a diferença"








Este projeto surgiu com a leitura do texto " Diferentes Seres" de Artur da Távola em uma aula de Artes com a turma 2001 do Colégio Estadual Chequer Jorge em Itaperuna.

sábado, 17 de outubro de 2009

Curiosidades sobre Hélio Oiticica











Ao menos 90% da obra de Oiticica é perdida em incêndio
ADRIANA CHIARINI - Agencia Estado

RIO - Pelo menos 90% das obras do artista plástico Hélio Oiticica foram destruídas devido a um incêndio na noite de ontem no primeiro andar da casa da família no Jardim Botânico, na zona sul do Rio. Lá estavam abrigadas mais de mil peças do acervo do Projeto Hélio Oiticica e nada se salvou. O prejuízo é estimado em US$ 200 milhões pelo arquiteto César Oiticica, irmão do artista, que mora no segundo andar da mesma casa, e não tem seguro das obras.

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Identificação
Número de Tombo: 0059/80
Tipo: Folha impressa
Série: Depoimentos
Espécie: Entrevista
Idioma(s): Português
Descrição Física
Título do Projeto: Entrevista com Hélio Oiticica
Local: [Rio de Janeiro / Rio de Janeiro / Brasil]
Data de início: 01/Fev/1980
Data de término: s.d.
Resumo
Nessa entrevista, cedida a Carlos Alberto Messeder Pereira e Heloísa Buarque de Hollanda, Hélio Oiticica passa em revista toda sua trajetória desde a década de 1950. Fala da relação da arte com o "ativismo político" (o trabalho artístico é uma atuação política sem necessariamente ser um "ativismo político"); de seus trabalhos desde os Metaesquemas, o ingresso no grupo neoconcreto, da "paulatina desintegração da pintura no espaço"; de suas experiências em Londres e Nova York; da produção brasileira nos anos 70 no Exterior; das revistas "Navilouca" e "Pólem"; do jornal "Flor do Mal"; das publicações de cultura e de contracultura; das "patrulhas ideológicas"; da atuação da esquerda na cultura brasileira, do espaço público. H.O. manifesta sua irritação com os teóricos universitários; afirma que o Brasil é um país "fascista" e faz alguns prognósticos para a arte dos anos 1980. Um adendo à entrevista (datilografado em 14/02/1980) traz um depoimento de HO registrando a "frieza e a indiferença", os "meios sorrisos" das pessoas em relação às experiências dele desde sua volta de Nova York.
Obs.:Imagens tiradas do www.google.com.br

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O sonho de Andressa é ser Professora, segue seu trabalho.

Colégio Estadual Chequer Jorge
Aluna: Andressa Cristina Turma:601 Profª Aline Carla Série:5ª/6ºano.
Trabalho de informática
Tema: O sonho dos professores brasileiros.

Cada professor tem suas escolhas, cada um tem um sonho;sonho de melhorar o ensino de seus alunos, o sonho de mudar a vida de cada aluno, o sonho de mudar o mundo.
Cada professor com seus sonhos e ideias mudam cada vez mais o mundo.
O mundo de antes do professor sem ensino, sem melhorias não existe mais, agora existe o sonho de melhorar cada vez mais o mundo com vários tipos de ensinamentos, de desenvolvimentos, de descobertas, de atividades diferentes, de planos diferentes, enfim cada professor tem sua ideia e seu sonho para mudar o mundo, para que haja uma melhoria na educação.
Eu digo para cada professor:
Não desista jamais de seus sonhos, pois com o tempo eles serão realizados com maior sucesso, e quem tem bastante fé pode ir além das imaginações e dos sonhos visíveis e muito além de todas as dimensões de várias criações.
Muito obrigada meu Senhor por tudo! Por ter professores magníficos é que o Brasil está sendo conhecido no mundo todo e eu estou com a oportunidade de conhecer melhor o Universo.
Se Deus quiser, um dia eu quero terminar meus estudos e ser professora.

Reflexão.

Eu só peço a Deus.

Eu só peço a Deus.
Que a dor não me seja indiferente
Que a morte não me encontre um dia
Solitário sem ter feito o que eu queria

Eu só peço a Deus
Que a injustiça não me seja indiferente
Pois não posso dar a outra face
Se já fui machucada brutalmente

Eu só peço a Deus
Que a guerra não me seja indiferente
É um monstro grande e pisa forte
Toda fome e inocência dessa gente

Eu só peço a Deus
Que a mentira não me seja indiferente
Se um só traidor tem mais poder que um povo
Que este povo não esqueça facilmente

Eu só peço a Deus
Que o futuro não me seja indiferente
Sem ter que fugir desenganando
Pra viver uma cultura diferente

Mercedes Sosa

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