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domingo, 22 de outubro de 2017

Arte Abstrata


Origem

A arte abstrata surgiu no começo do século XX, na Europa, no contexto do movimento de Arte Moderna. O precursor da arte abstrata foi o artista russo Kandinsky. Com suas pinceladas rápidas de cores fortes, transmitindo um sentimento violento, Kandinsky marcou seu estilo abstracionista.

Outro artista que ganhou grande destaque no cenário da arte abstrata do começo do século XX foi o holandês Piet Mondrian.

Reações contrárias

Quando a arte abstrata surgiu no começo do século XX, provocou muita polêmica e indignação. A elite europeia ficou chocada com aqueles formatos considerados “estranhos” e de mau gosto. A arte abstrata quebrou com o tradicionalismo, que buscava sempre a representação realista da vida e das coisas, tentando imitar com perfeição a natureza.

Estilo

Na arte abstrata o artista trabalha muito com conceitos, intuições e sentimentos, provocando nas pessoas, que visualizam a obra, uma série de interpretações. Portanto, na arte abstrata, uma mesma obra de arte pode ser vista, sentida e interpretada de várias formas.

Arte Abstrata no Brasil

No Brasil, a arte abstrata ganhou força a partir da I Bienal de São Paulo (1951). Entre os artistas brasileiros de arte abstrata, podemos destacar: Antônio Bandeira, Ivan Serpa, Iberê Camargo, Manabu Mabe, Valdemar Cordeiro, Lígia Clarck e Hélio Oiticica. Estes dois últimos fizeram parte do neoconcretismo.
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Deslumbrante arte!

Bruno Gagliasso terá primeira casa do Brasil a produzir mais energia do que consome por Casa Vogue


Refúgio é a busca mais comum de pessoas com trabalhos agitados e agenda comprometida. E Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank não se excluem dessa. Agora com Titi, o casal estava em busca de um local onde pudessem se desconectar de toda a correria do dia a dia e se reconectar com a natureza. Depois de procurarem por alguns anos, encontraram o terreno perfeito no interior do Rio de Janeiro. "A gente queria mato, a gente queria vida. Quando vimos aquele lugar, começamos a chorar de emoção. Tivemos a certeza de que era o que queríamos", contou Bruno em palestra durante o Casa Vogue Experience 2017.

Como toda a questão em torno do espaço era a contemplação do natural, o projeto não poderia ser comum. Após conhecer o trabalho do arquiteto Duda Porto em uma mostra de arquitetura e decoração no Rio de Janeiro, Bruno se apaixonou logo de primeira. “Olhei aquela cabana e pensei ‘é disso que precisamos’”, comentou ele . A casa em questão era apenas um quarto e sala, dentro de uma cabana de madeira minimalista com janelas amplas para conectar o interior com o exterior. “A Giovanna me disse ‘vamos assim, o resto a gente resolve depois’.”

João Marcello Gomes Pinto, Taissa Buescu, Bruno Gagliasso e Duda Porto durante o Casa Vogue Exerience 2017 (Foto: Cleiby Trevisan)

Após reunir-se com o arquiteto e com João Marcello Gomes Pinto, da Sustentech, a equipe decidiu fazer um projeto ousado e totalmente sustentável. Além de plantar duas mil árvores no local, a construção não terá impacto ambiental e deverá ser completada em apenas três meses. “Vai ser a primeira casa do Brasil a produzir mais energia do que consome”, afirma Duda Porto.

"O fato de o projeto já ter sido começado com a sustentabilidade em mente é o que permitiu esse resultado, pois permite que se tire melhor partido das soluções possíveis", contou João Marcello durante a palestra. Assim, na maior parte do ano, a casa precisa de poucos complementos para garantir o conforto térmico. O uso de fachada dinâmica (persianas externas ativadas por sensores se deslocam conforme a incidência solar, para bloquear a entrada de calor) é uma das saídas inteligentes do projeto.

“Ainda fizemos um estudo pra ver o quanto essa casa precisará de energia, e para supri-la teremos placas fotovoltaicas nas coberturas que vão produzir essa energia a partir da incidência solar”, explica Duda. “Assim, teremos um crédito positivo: ou seja, a casa vai suprir energia de sobra, que vai para concessionárias”, complementa.


Bruno Gagliasso pretende, na verdade, que o rancho seja sua casa a maior parte do tempo, para conviver mais em família. “Minha maior incentivadora é a minha filha. É para ela que eu estou fazendo isso”, revela o ator e empresário. “Giovanna e eu escolhemos esse lugar justamente para que a natureza esteja sempre presente. Quero que a minha família tenha a experiência de viver sempre perto dos animais, soltos”, completa.

A casa projetada por Duda e implementada com as saídas sustentáveis de João terá um formato de cabana, ponto de partida de toda essa conversa entre as partes. Contudo, será tecnológica e customizável. “A construção principal de sala e cozinha será central, com módulos de quartos adicionados ao módulo central”, explica o arquiteto. “O legal é que estes módulos podem ser montados em apenas 33 dias e também podem ser transportados para outros lugares.” O módulo da garagem, por sua vez, virá pronto, minimizando ainda mais o impacto ambiental.

Bruno Gagliasso terá primeira casa do Brasil a produzir mais energia do que consome (Foto: Cleiby Trevisan)

Além de sustentável, o projeto ergue a bandeira da saúde e do bem estar, já que o casal e a filha costumam praticar esportes e buscam uma alimentação cada vez mais saudável - Giovanna, inclusive, é vegetariana. “Trouxemos esse conceito dos Estados Unidos, será aplicado no Brasil pela primeira vez”, diz João. Assim, existe o cuidado com a inserção da fiação elétrica, para evitar campos eletromagnéticos em locais de longa permanência, e também a decisão de não utilizar produtos que tenham compostos orgânicos voláteis, que são muito comuns em diversos produtos, como tintas, vernizes e carpetes - e nocivos à saúde. "A gente não pode ter que sair de casa para procurar saúde", defende Bruno.

No início de novembro, começam os testes das estruturas e praticidades do projeto. A obra começa no início de janeiro e deverá ficar pronta no início de abril. A vista para o lago, animais exóticos na vizinhança, por do sol de tirar o fôlego e muito amor à natureza resumem os próximos anos do casal e da pequena Titi.

Duda Porto, Bruno Gagliasso e João Marcello Gomes Pinto, da Sustentech (Foto: Deco Cury)

Era seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso.




Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora deitar muito tarde. Também não havia dormido bem. Tinha tido um sono agitado. Mas logo abandonou a ideia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente, não prestou atenção no rosto cansado nem nas olheiras escuras, resultado das noites mal dormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pelos teimosos que escaparam da lâmina de barbear.
“A vida é uma sequência de dias vazios que precisamos preencher”, pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.
Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um “bom-dia”, sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Claro que não teve tempo para esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma canção antiga do Roberto Carlos, “detalhes tão pequenos de nós dois…”
Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir ao programa de Roberto Carlos nas tardes de domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.
Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar. Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível.
Quem sabe no próximo final de semana? Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente, era impossível.
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdicam seu tempo com conversa fiada.
No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto mastigava relacionava os telefones que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo concluiu que era um mal-estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
Terminado o “almoço”, escovou os dentes e voltou à sua mesa. “A vida continua”, pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados. Será que o gerente não conseguia entender isso?
Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.
Entrou no carro, deu partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal-estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar… a dor foi aumentando… o carro desapareceu… os outros carros também…. Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmara lenta. Quadro a quadro, ele via esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigos no último feriado? A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas. Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto…
Queria… Queria… Mas não havia mais tempo…
Em “O Sucesso é ser feliz”, por Roberto Shinyashiki.

Pensamento do dia: amor incondicional





“Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu.”

(Cântico dos Cânticos 6:3)

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