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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Encantada com Paola!


Deus a abençoe poderosamente!
Aline Carla Rodrigues

Pawel Kuczynski e sua notável arte


"Eu tento converter em desenhos minhas observações sobre a condição humana"
Um dos maiores artistas da atualidade.
Tornei-me fã de seu trabalho principalmente porque através dele consigo enxergar melhor o mundo.
Pawel Kuczynski sua arte é notável!









Fonte de imagens: internet
Obrigada por existir!
Aline Carla Rodrigues.

Pensamento do dia: e Ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos


"Mas ao SENHOR vosso Deus temereis, 
e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos."


2 Reis 17.39

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Gramática e os “SE” da vida - Suas funções e exercícios por Com Texto de Pasquim


As funções do SE vão gerar variadas questões. No dia a dia, estabelecemos contato com orações nas quais a palavra “se” encontra-se presente.
São expressões que mediante a oralidade se tornam triviais, visto que apenas são proferidas pelo emissor sem que este se atenha a uma análise minuciosa em relação à sua empregabilidade. Entretanto, quando estudadas de acordo com a morfologia e a sintaxe, percebemos que exercem distintas funções, levando em consideração o contexto em que se encontram inseridas.
Quando analisada de acordo com sua classe morfológica, o termo em estudo adquire as seguintes classificações:
PRONOME
CONJUNÇÃO
SUBSTANTIVO
Na maioria das gramáticas, encontramos “oito” funções para o SE. Contudo, estudando mais a fundo, conseguimos localizar “11” e colocamos aqui cada um desses casos:

O Se como PRONOME
Integrando a classe dos pronomes oblíquos, pode também assim ser classificado:

1)Pronome apassivador (PA)
 Relaciona-se a verbos transitivos diretos ou transitivos diretos e indiretos, estando na voz passiva sintética. Para reconhecer a devida ocorrência, recomenda-se mudar o verbo para a voz passiva analítica.
Exemplos:
Fiscalizaram-se várias CNHs. (Fiscalizar é VTD)
Fazendo tal permutação, obteríamos: Várias CNHs foram fiscalizadas.
Outros casos:
Vendem-se casas / casas são vendidas
Deu-se um presente ao amigo / um presente foi dado ao amigo. (Dar é VTDI)

2) Pronome reflexivo
O sujeito pratica e recebe a ação. Esse SE assume o sentido de “a si mesmo”, “ele mesmo”, “ela mesma”. Temos 1 sujeito e o singular.
Neste caso, dependendo da predicação a que se relaciona o verbo, o pronome “se” pode exercer a função de objeto direto, indireto ou sujeito de um infinitivo.
Exemplos:
A garota penteou-se diante do espelho.
Ontem, Maria se machucou
Deitou-se cedo para descansar

3) Pronome reflexivo recíproco
O pronome SE corresponde a outro. Um ao outro. São dois sujeitos e verbo no plural.
Podendo também funcionar como objeto direto ou indireto, o pronome “se” corresponde a outro. Tal reciprocidade refere-se à ação do próprio sujeito.
Exemplos:
Inacreditavelmente, aqueles amigos parecem respeitar-se.
Meus pais se amam profundamente.
Eles se abraçaram ontem.

4) Parte integrante do verbo (PIV)
Integra verbos essencialmente pronominais, ou seja, aqueles que necessariamente trazem para junto de si o pronome oblíquo (me, te, se), denotando quase sempre sentimentos e atitudes próprias do sujeito.
São eles: queixar-se, arrepender-se, vangloriar-se, submeter-se, lembrar-se, suicidar-se, avantajar-se, tornar-se, dentre outros.
Exemplos:
Os garotos queixaram-se do mau atendimento.
Arrependeu-se do ocorrido.

5) Índice de indeterminação do sujeito (PIS)
Para identificar tal classificação, basta substituirmos o “se” por alguém, ninguém ou qualquer um. Relaciona-se a verbos intransitivos, transitivos indiretos ou de ligação, uma vez conjugados na 3ª pessoa do singular.
Exemplos:
Precisa-se de funcionários qualificados. (Alguém precisa de funcionários qualificados.)
Aqui se come muito. (é o mesmo que dizer que “qualquer um come muito aqui”. Comer é verbo intransitivo)
Aqui se é feliz. (é o mesmo que dizer: aqui qualquer um é feliz)

6) Partícula de realce ou expletiva
Assim como retrata a própria nomenclatura (realce), tal classificação permite que o pronome seja retirado da oração sem para que isso haja alteração de sentido. Neste caso, liga-se a verbos intransitivos, indicando uma ação proferida pelo sujeito.
Exemplos:
Toda plateia riu-se diante das travessuras do palhaço trapalhão.
Notamos que o discurso seria perfeitamente compreensível caso retirássemos o “se”.


O SE como CONJUNÇÃO
Quando assim classificado, se caracteriza apenas como subordinativas, assumindo as devidas posições:

7) Conjunção subordinativa condicional
É uma hipótese e o verbo virá no subjuntivo. Estabelece um sentido de condição, podendo equivaler-se a “caso não”.
Exemplos:
Se tivéssemos saído mais cedo, poderíamos aproveitar mais o passeio.
(Oração subordinada adverbial condicional)
Se você não quiser, chamaremos outro em seu lugar.
Se ele chegar cedo, ótimo.
Se eu soubesse que era tão fácil teria começado antes.

8) Conjunção subordinativa causal
Aqui o SE dá da ideia de “é fato”, no sentido de relacionar-se a “já que”, “uma vez que”.
Exemplos:
Se não tinha competência para o cargo, não poderia ter aceitado a proposta.
(Oração subordinada adverbial causal)
Se já estamos aqui, vamos iniciar a aula.

9) Conjunção subordinativa integrante
O SE pode ser substituído por “isto” na frase.
Introduz uma oração subordinada substantiva.
Exemplos:
Analisamos se as propostas eram convenientes. (é como se dissesse: “Analisamos se isto era conveniente – trata-se de uma: Oração subordinada substantiva objetiva direta)
Fale-me se estou certa ou errada. (Fale-me isto: estou certa ou errada?)
Um dia me perguntaram se eu voltaria. (Um dia me perguntaram isto)

10) conjunção subordinativa concessiva
Neste caso, o SE pode ser substituído por “embora”. É uma exceção à consequência natural da ação. Dá a ideia de oposição e contrariedade.
Exemplos:
Se perdermos esse jogo, nem por isso sairemos daqui desanimados.
Se eles eram felizes, não demonstraram prazer.


O SE como SUBSTANTIVO
11) Substantivado
Essa classificação aparece pouco nas gramáticas, mas é possível assim como a maioria das palavras de qualquer classe gramatical, quando recebe um artigo na frente, torna-se substantivada. Neste caso, aparece antecedido de um determinante (artigo, pronome etc.) ou especifica outro substantivo.
Exemplos:
Este “se” não está classificado corretamente.
Contou o “se” que faltava.
Aquele “se” atrapalhou tudo.

Se (partícula apassivadora ou índice de indeterminação do sujeito)


SE: Não tem função sintática nem morfológica


a) Partícula expletiva ou partícula de realce: virá acompanhando um verbo intransitivo.

- Murcham-se as flores.
- Eles se foram mais depressa do que eu esperava.

b) Parte integrante do verbo: o pronome faz parte de um verbo pronominal.

- Queixaram-se do excesso de sal na comida. (o verbo é queixar-se)
- Ainda bem que jovem não teve coragem de se suicidar. (o verbo é suicidar-se)

SE: função morfológica

c) Conjunção integrante: inicia oração subordinada substantiva.

- Perguntei se ela tinha troco.
- Saberei se você não fizer a prova.


d) Conjunção adverbial condicional: introduz uma oração adverbial condicional e serve para indicar a condição.

- Se você quiser, nós vamos embora.
- Só libero sua compra se você me mostrar o comprovante de pagamento.

e) Pronome Reflexivo: serve para indicar, na voz passiva, que o sujeito pratica a ação e ela recai sobre ele mesmo, ou que dois sujeitos praticam uma ação recíproca.

- As meninas se entreolhavam com curiosidade.
- Ele se feriu com a atitude que tomou.

SE: Função Sintática

f) Partícula apassivadora: acompanha verbo transitivo direto e serve para indicar que a frase está na voz passiva sintética. Para comprovar, pode-se colocar a frase na voz passiva analítica, como está feito abaixo.

- Fazem-se unhas. (voz passiva analítica: Unhas são feitas)
- Alugam-se casas e apartamentos. (casas e apartamentos são alugados)

Fonte:https://www.infoescola.com/portugues/se-particula-apassivadora-ou-indice-de-indeterminacao-do-sujeito/

Conjunções



Conjunção


As conjunções são palavras invariáveis que servem para conectar orações, estabelecendo entre elas uma relação de dependência ou de simples coordenação. Alguns exemplos de conjunções são: portanto, pois, como, mas, e, embora, porque, entretanto, nem, quando, ora, que, porém, todavia, quer, contudo, seja, conforme etc.
O estudo das conjunções é bastante amplo e foi portanto dividido de acordo com a sua classificação formal. Segue a lista dos tipos de conjunções:

1 Conjunção subordinativa
1.1 Conjunção
1.2 Conjunção causal
1.3 Conjunção concessiva
1.4 Conjunção condicional
1.5 Conjunção conformativa
1.6 Conjunção comparativa
1.7 Conjunção consecutiva
1.8 Conjunção final
1.9 Conjunção Proporcionais
1.10 Conjunção temporal

Conjunção subordinativa
Liga orações dependentes a uma oração principal cujo sentido é incompleto.


Conjunção
Serve para introduzir uma oração que funciona como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal ou aposto de outra oração. São duas: que e se. Quando o verbo exprime uma certeza. usa-se que; quando incerteza, se:
Afirmo que sou estudante.
Não sei se existe ou se dói.


Conjunção causal
Porque, pois, porquanto, como [= porque], pois que, por isso que, já que, uma vez que, visto que, visto como, que, etc.
Inicia uma oração subordinada denotadora de causa.
Dona Luísa fora para lá porque estava só.
Como o calor estivesse forte, pusemo-nos a andar pelo Passeio Público.


Conjunção concessiva
Embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, bem que, se bem que, apesar de que, nem que, que,e, etc.
Inicia uma oração subordinada em que se admite um facto contrário à acção proposta pela oração principal, mas incapaz de impedi-la.
Pouco demorei, conquanto muitos fossem os agrados.
É todo graça, embora as pernas não ajudem ..

Arte anatômica inspira a estudar o corpo humano!





Que maravilha!

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